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Foto de Tabata Amaral

Tabata Amaral

PSB · SP · 32 anos · natural de São Paulo (SP)

Situação: Exercício Mandatos: 2019–2023 e 2023–2027 Reeleito(a) em 2026

Em 30 segundos

Números de dados oficiais. Detalhes abaixo, para quem quiser aprofundar.

Votou como você
—
Presença nas votações
88%
do Plenário, desde 2019
Cota parlamentar por mês
R$ 36.175
média em SP: R$ 29.253
Projetos que viraram lei
6
de 121 como primeiro autor
Patrimônio declarado
R$ 674.535
ao TSE em 2026

Garimpar Última garimpada: 26/10/2026
Garimpando notícias dos últimos 6 meses…

Notícias publicadas de 26/04/2026 a 26/10/2026, agrupadas por tema. Cada item tem a fonte. Notícia não é condenação: quando há processo, o texto diz em que fase está.

Duas notícias sobre processos no período: uma ação contra um vídeo da deputada, ainda sem decisão, e a condenação de Eduardo Bolsonaro pelo STF por difamação contra ela.

Processos e ações judiciais

  • · A Crítica
    Tabata vira alvo de ação após criticar site por posts políticos e patrocínio de bets

    Uma página de entretenimento acionou a Justiça contra a deputada e incluiu o Facebook, por um vídeo de 15/04 em que ela criticou o patrocínio de uma bet e conteúdo político em perfis de fofoca. A ação pede a retirada do vídeo. A deputada foi notificada em 29/04. A notícia não informa decisão.

    Ler a notícia
  • · Correio da Manhã
    STF condena Eduardo Bolsonaro a um ano por difamar Tabata Amaral

    O STF condenou o ex-deputado Eduardo Bolsonaro a um ano de detenção e multa superior a R$ 80 mil por difamação contra a deputada, por 7 votos a 3. Mendonça, Fux e Nunes Marques votaram pela absolvição. A ação trata de postagens de 2021 sobre um projeto de absorventes.

    Ler a notícia
Antecedentes, fora dos 6 meses (1)
  • · Fux analisa denúncia por falsidade ideológica contra Tabata Amaral

    Segundo a notícia, o MPF denunciou a deputada por falsidade ideológica sobre a formação acadêmica, e o STF ainda não tinha decidido se aceitava a denúncia. A deputada sustenta que a formação foi obtida regularmente. A data é de 22/04, antes da janela de 6 meses. Não confirmamos o andamento em outra fonte.

    Portal Tela
Como votou53 votações explicadas

Responda o questionário para ver em quais votações Tabata votou como você.

2026 5 votações

PLP 41/2026 · 2 min de leitura aprovado · 470 a 1

Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres

A Câmara aprovou o texto novo (substitutivo) da relatora do projeto de lei complementar que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e define a destinação de recursos para ações contra o feminicídio (assassinato de mulheres por razões de gênero).

Violência contra a mulher
Voto de Tabata Presidindo
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Ministério das Mulheres coordena o sistema, que integra União, estados, Distrito Federal e municípios, com regras de repasse de verbas, acompanhamento e transparência. O texto permite que estados em programa de renegociação de dívida com a União (Propag) apliquem 10% de recursos obrigatórios nessa política. O texto não aumenta penas de crimes. O projeto seguiu para o Senado.

Quem votou Sim diz

Uma política nacional com financiamento permanente dá continuidade à rede de atendimento às vítimas e a ações de prevenção, em um cenário de mais de 1.500 vítimas de feminicídio em 2025, segundo a relatora.

Quem votou Não diz

O combate à violência também exige penas mais duras para os agressores, e não só verbas e estrutura; essa foi a crítica de parlamentares da oposição, embora a maior parte tenha votado a favor.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo ao PLP 41, de 2026 (Sim 470, Não 1); Congresso em Foco reporta a aprovação com a data de 8 de julho, enquanto a base de dados registra 07/07/2026, data que foi mantida. Não é destaque: SIM aprova o sistema nacional e o financiamento, ou seja, amplia a proteção. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor; só o grupo Missão contra. Confiança média: a pergunta fala em leis de proteção com penas maiores, e o texto amplia a estrutura e o financiamento, não as penas. O valor de R$ 5 bilhões do texto original foi alterado no substitutivo e não foi citado.

Fontes: congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 19

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Direitos trabalhistas
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a jornada de 40 horas semanais, com dois dias de descanso, sem redução de salário e com transição de cerca de 14 meses (42 horas após dois meses). Prevê exceções para regimes especiais e regras próprias para micro e pequenas empresas.

Quem votou Sim diz

A medida dá mais tempo de descanso aos trabalhadores sem reduzir a renda, e a transição gradual e as exceções permitem às empresas se adaptar.

Quem votou Não diz

O custo maior para as empresas, sobretudo as pequenas, pode afetar o emprego, e categorias com escalas especiais podem ficar em situação diferente.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 221, de 2019 (Sim 461, Não 19; Agência Câmara 27/05/2026). Mesma leitura do primeiro turno. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Mesma ressalva sobre a fonte dos argumentos críticos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 2 min de leitura aprovado · 472 a 22

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a PEC que reduz a jornada máxima de trabalho e acaba com a escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso). Votou-se a versão com a 'emenda aglutinativa' (um texto que junta propostas diferentes), que combina a proposta original com outra PEC.

Direitos trabalhistas
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A jornada cai de 44 para 40 horas semanais, em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução de salário. Em dois meses a jornada vai a 42 horas, e em cerca de 14 meses a 40 horas. Há exceções, como regimes especiais (por exemplo, o 12x36) e regras transitórias para micro e pequenas empresas. O texto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Reduzir a jornada e garantir dois dias de descanso melhora a qualidade de vida e o tempo com a família sem diminuir o salário; as exceções previstas evitam estimular a contratação como pessoa jurídica.

Quem votou Não diz

Reduzir a jornada sem corte de salário aumenta o custo por hora trabalhada, o que preocupa empresas, em especial as pequenas, e pode afetar categorias que dependem de escalas diferentes.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em primeiro turno a PEC 221, de 2019 (Sim 472, Não 22; Agência Câmara 27/05/2026). SIM aprova menos horas e mais descanso sem corte de salário, com custo maior para o empregador, então concorda com a pergunta. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Os argumentos críticos vêm de fonte indireta; quem revisar deve completá-los.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 14

PEC da Segurança Pública - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC sobre segurança pública, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Segurança pública e penas
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública na Constituição e a previsão de lei com regime especial, mais rígido, para integrantes de facções e milícias, além de novas fontes de recursos para fundos de segurança e do sistema penitenciário.

Quem votou Sim diz

O texto fortalece a cooperação entre polícias e dá instrumentos para enfrentar facções e milícias, com regras mais duras de cumprimento de pena para seus líderes.

Quem votou Não diz

As regras mais duras dependem de leis futuras, e mudar competências e a definição de 'defesa social' na Constituição pode gerar conflitos entre União, estados e municípios.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 18, de 2025 (Sim 461, Não 14; Agência Câmara 04/03/2026). SIM mantém o mesmo texto do primeiro turno; a leitura e as ressalvas são as mesmas. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 2 min de leitura aprovado · 487 a 15

PEC da Segurança Pública - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre segurança pública. O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar a proposta original. O texto redistribui responsabilidades entre União, estados e municípios.

Segurança pública e penas
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Sistema Único de Segurança Pública passa a constar da Constituição, com cooperação entre as forças policiais e compartilhamento de informações. O texto prevê uma lei futura com regime especial para líderes e integrantes de facções e milícias (grupos criminosos), que poderia restringir progressão de pena, liberdade provisória e saída temporária. A proposta seguiu ao Senado, e a redução da maioridade penal foi retirada.

Quem votou Sim diz

Dar base constitucional à integração das polícias, endurecer o tratamento de líderes de facções e cortar o financiamento do crime organizado responde ao avanço desses grupos e dá mais eficiência ao combate à violência.

Quem votou Não diz

A mudança concentra regras em temas complexos, como progressão de pena e polícias municipais, e o efeito depende de leis futuras; há dúvida jurídica sobre o termo 'defesa social' e sobre a distribuição de competências.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado em primeiro turno o substitutivo da PEC 18, de 2025 (Sim 487, Não 15, 1 abstenção; Agência Câmara 04/03/2026). SIM aprova a base constitucional para regras mais duras de cumprimento de pena a líderes de organizações criminosas, o que corresponde a concordar com a pergunta. Confiança média porque as regras concretas dependem de lei futura, e o texto também trata de competências e financiamento. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2025 6 votações

PL 2162/2023 · 2 min de leitura aprovado · 291 a 148

Redução de penas dos condenados pelo 8 de janeiro - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto conhecido como 'PL da Dosimetria' (dosimetria é o cálculo da pena). O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') no lugar do projeto original, que previa anistia (perdão geral de crimes). O texto aprovado não concede anistia, mas muda o cálculo das penas por crimes contra o Estado Democrático de Direito (a ordem prevista na Constituição).

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quando houver condenação por tentativa de golpe e por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito no mesmo contexto, vale a pena mais grave, e não a soma das duas. Para crimes cometidos em multidão, como os atos de 8 de janeiro de 2023, a pena pode cair de um terço a dois terços, salvo para quem financiou ou liderou. Também muda a progressão de regime (passagem para um regime menos fechado).

Quem votou Sim diz

As penas aplicadas somam crimes que se sobrepõem e atingem de modo desproporcional quem participou sem liderar; o texto corrige excessos e abre caminho para pacificação.

Quem votou Não diz

Reduzir as penas de condenados por atacar as instituições enfraquece a resposta do Estado a esses crimes e beneficia também os principais responsáveis; as condenações já respeitaram o devido processo.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara (10/12/2025): o texto reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro (de 1/3 a 2/3 para crimes em multidão) e não concede anistia. A pergunta do tema fala em 'anistia ou redução de pena', então SIM aprova e corresponde a concordar. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo e maioria contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1087/2025 · 2 min de leitura aprovado · 493 a 0

Reforma do Imposto de Renda - isenção até R$ 5 mil e imposto mínimo para rendas altas

A Câmara aprovou, em votação única, a parte principal do projeto que muda o Imposto de Renda das pessoas físicas. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as propostas anteriores), foi apresentada pelo relator da comissão especial.

Imposto de Renda e isençõesTaxação de altas rendas e dividendos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quem ganha até R$ 5 mil por mês deixa de pagar Imposto de Renda, com desconto parcial até R$ 7.350. Para compensar, quem tem rendas muito altas (a partir de cerca de R$ 600 mil por ano) passa a pagar um imposto mínimo, que inclui lucros e dividendos recebidos (parte do lucro das empresas repassada aos sócios).

Quem votou Sim diz

Alivia o orçamento de milhões de trabalhadores e corrige uma distorção, porque quem tem rendimentos muito altos, em especial de dividendos, pagava proporcionalmente menos imposto.

Quem votou Não diz

A compensação pode reduzir investimentos e a distribuição de lucros. Também é preciso cobrir a perda de arrecadação de estados e municípios com a isenção. Para os críticos, o texto poderia mexer menos na tributação de empresas e investidores.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (01/10/2025): o texto isenta quem ganha até R$ 5 mil e cria imposto mínimo para rendas altas, incluindo lucros e dividendos. Votar SIM aprova as duas medidas, então SIM é concordar com ambas as perguntas. Votação unânime (493 a 0); todos os líderes de partidos orientaram Sim.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2162/2023 · 1 min de leitura aprovado · 311 a 163

Anistia a manifestantes - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto não foi votado. Na época, ele previa anistia (perdão de crimes) a participantes de manifestações de motivação política desde 30/10/2022, o que incluía os atos de 8 de janeiro de 2023.

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a urgência aprovada, o projeto pôde ir direto ao Plenário. Nenhuma anistia foi concedida nesta votação.

Quem votou Sim diz

Há um grande número de pessoas condenadas e a questão merece resposta rápida do Parlamento; a anistia é um instrumento político de pacificação previsto em lei.

Quem votou Não diz

A anistia a quem atacou as instituições dá sinal de impunidade e não deveria ser tratada com pressa, sem passar pelas comissões que analisam constitucionalidade e mérito.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Só o pedido de urgência foi votado (Agência Câmara). Quem votou SIM quis acelerar o projeto de anistia. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura trecho retirado · 296 a 174

Prerrogativas de deputados e senadores - destaque que tirou o voto secreto

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do partido Novo questionou o trecho que previa voto secreto da Casa para decidir sobre a prisão de um parlamentar. Votar SIM mantinha o voto secreto; votar NÃO o retirava. Como se trata de PEC, manter um trecho exige 308 votos. Os 296 votos SIM não chegaram a esse número, e o voto secreto caiu. Depois, a Câmara o restabeleceu em outra votação.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a retirada, a decisão sobre manter ou não a prisão de um parlamentar seria aberta, com cada voto identificado. O voto secreto foi depois reincluído por outra votação (emenda aglutinativa, que junta várias mudanças num texto só; 314 a 168).

Quem votou Sim diz

O voto secreto protege o parlamentar de pressões e retaliações ao decidir sobre a liberdade de um colega, e é um mecanismo tradicional de garantia de independência.

Quem votou Não diz

Votação aberta permite que o eleitor saiba como cada parlamentar decidiu sobre a prisão de um colega, o que traz transparência e responsabilização.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial 'Suprimido o texto. Sim: 296; Não: 174'. Em destaque que retira trecho de PEC, votar SIM é manter o trecho, que exige 308 votos (Agência Brasil, 09/2025: o voto secreto caiu por falta de quórum para mantê-lo). A oposição, favorável à PEC, orientou SIM. Votar SIM mantém o voto secreto, ou seja, mais proteção ao parlamentar. Confiança média porque ligar o voto secreto a 'mais proteção' é interpretação.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura aprovado · 344 a 133

Prerrogativas de deputados e senadores ('PEC das Prerrogativas') - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição, que muda a própria Constituição e exige 308 votos em cada turno) sobre as prerrogativas de deputados e senadores, ou seja, os direitos específicos do cargo. O texto exige autorização da respectiva Casa para prender em flagrante por crime inafiançável e para processar ou aplicar medidas cautelares contra parlamentares. Também dá foro (o tribunal que julga o caso) no Supremo Tribunal Federal a presidentes nacionais de partidos.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se aprovada pelo Congresso, parlamentares só seriam presos ou processados com autorização da Câmara ou do Senado, e presidentes de partidos passariam a ter foro no STF. O Senado rejeitou a proposta em setembro de 2025 e ela foi arquivada.

Quem votou Sim diz

Protege o mandato contra decisões judiciais abusivas e perseguição política, garantindo a independência do Legislativo, como em outras democracias.

Quem votou Não diz

Cria um escudo que dificulta a punição de parlamentares por crimes comuns e amplia a impunidade, tratando os eleitos de forma diferente dos demais cidadãos.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (16/09/2025): o texto exige autorização da Casa para prisão e processo e amplia o foro. Votar SIM aprova mais proteção, então SIM é concordar com a pergunta. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; a maioria liberou a votação.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 6020/2023 · 2 min de leitura aprovado · 302 a 99

Aproximação do agressor com consentimento da vítima - texto aprovado

A Câmara aprovou o texto novo da relatora na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele trata como crime a aproximação voluntária do agressor de áreas proibidas por decisão judicial, mesmo que a vítima consinta. Antes, a Câmara rejeitou o pedido de votar primeiro o texto original do projeto.

Violência contra a mulher
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se o agressor, de forma voluntária, se aproximar de áreas definidas pelo juiz para proteger a vítima (incluindo a casa e o local de trabalho dela), comete o crime de descumprimento de medida protetiva, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa, mesmo com o consentimento da vítima. O projeto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Flexibilizar medidas de proteção coloca vidas em risco; a vítima pode ser pressionada a aceitar a aproximação, e a medida protetiva existe porque há risco à vida.

Quem votou Não diz

Punir o agressor mesmo com o consentimento da mulher retira a autonomia dela e pode criminalizar situações sem intenção, como um contato para tratar de assuntos de um filho.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo, ressalvados os destaques (Sim 302, Não 99; Agência Câmara 08/07/2025). SIM aprova a ampliação da proteção e da punição do agressor, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Antes dessa votação, a preferência pelo texto original do projeto foi rejeitada (103 a 281).

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2024 3 votações

PLP 175/2024 · 1 min de leitura aprovado · 356 a 35

Regras para emendas parlamentares - mudanças do Senado

A Câmara aceitou o texto que o Senado aprovou para o projeto sobre as emendas parlamentares ao Orçamento, com exceção de alguns artigos, que ficaram como estavam na versão da Câmara. Depois dessa votação, o projeto seguiu para sanção.

Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A Câmara manteve 8 emendas por bancada estadual (o Senado propunha 10) e a regra de reservar 50% das emendas de comissão para a saúde. Também aceitou restabelecer a possibilidade de órgãos de controle recomendarem ajustes nos planos de trabalho das 'emendas Pix'. Fica descartado o bloqueio das emendas; permanece apenas o contingenciamento (corte temporário de gastos).

Quem votou Sim diz

O texto reúne os interesses do Congresso e do governo e dá mais transparência e rastreabilidade ao pagamento das emendas; a versão da Câmara ainda reserva metade das emendas de comissão para a saúde.

Quem votou Não diz

As mudanças não melhoram o texto, que mantém grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e não atende às demandas de transparência feitas pelo Supremo.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo do Senado, com exceção dos artigos 3º e 7º (Sim 356, Não 35; Agência Câmara 19/11/2024). Nenhum tema marcado, pelo mesmo motivo do texto principal (regras de execução, sem redução clara de valores). Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1958/2021 · 1 min de leitura aprovado · 241 a 94

Cotas de 30% em concursos federais - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que reserva vagas em concursos públicos federais para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas. A relatora apresentou uma versão final (chamada 'subemenda substitutiva global', um texto que reúne e troca as anteriores).

Cotas e ações afirmativas
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Em concursos federais futuros, 30% das vagas ficam reservadas a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas, ampliando a reserva de 20% que já existia só para pessoas negras. A política passa a ser revisada em 5 anos.

Quem votou Sim diz

As cotas corrigem a sub-representação de negros, indígenas e quilombolas no serviço público (ou seja, eles têm menos vagas do que sua parcela da população) e aproximam o Estado da composição da população; a medida é temporária e revisável.

Quem votou Não diz

A seleção deveria considerar só o mérito e a renda, pois o critério racial é de difícil verificação e pode gerar injustiças e conflitos; a política deveria focar em educação básica.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (19/11/2024): o texto reserva 30% das vagas em concursos federais por critério racial e étnico. Votar SIM aprova a reserva, então SIM é concordar com cotas em concursos. Orientação dos partidos: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 175/2024 · 2 min de leitura aprovado · 330 a 74

Regras para emendas parlamentares ao Orçamento (verbas que deputados e senadores indicam) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto de lei complementar que define regras para propor e executar emendas parlamentares (verbas do Orçamento que deputados e senadores indicam para projetos). A medida responde à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a execução das emendas até existirem regras de transparência e rastreamento do dinheiro. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A partir de 2026, o limite das emendas passa a ser corrigido pela inflação mais parte do crescimento da receita; em 2025 as emendas de comissão somam R$ 11,5 bilhões. Cada bancada estadual apresenta 8 emendas. As emendas individuais e de bancada continuam obrigatórias, e as 'emendas Pix' (repasses diretos a estados e municípios, sem convênio prévio) passam a ter mais regras de informação e de prestação de contas ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Quem votou Sim diz

O texto cria regras de transparência, rastreabilidade e controle, atende às exigências do Supremo e destrava a liberação de recursos para obras e saúde.

Quem votou Não diz

As regras não dão transparência suficiente às emendas de comissão, deixam grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e mantêm os recursos que parlamentares destinam sem critério claro.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 330, Não 74, 2 abstenções; Agência Câmara 05/11/2024). Nenhum tema marcado: o texto regula as emendas e fixa um limite de crescimento, em vez de reduzir valores. Por isso, a relação entre SIM e a pergunta sobre reduzir o dinheiro público para políticos não é clara. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2023 9 votações

PL 3626/2023 · 2 min de leitura emenda rejeitada · 120 a 261

Apostas esportivas - destaque para retirar os jogos de cassino online

Um destaque (pedido para votar um item em separado) pediu a aprovação da Emenda 3 do Senado, que retirava do projeto a autorização de jogos de cassino online. Votar SIM aprovava a emenda e excluía os cassinos online; votar NÃO a rejeitava e mantinha os jogos.

Apostas e jogos de azar
Voto de Tabata Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A emenda foi rejeitada; o texto final manteve a autorização de jogos online, e o projeto seguiu à sanção. A Câmara retirou os jogos físicos (máquinas) do texto, a pedido de deputados contrários ao projeto.

Quem votou Sim diz

Quem votou SIM sustentou que a autorização de jogos de cassino online amplia o risco de vício e de danos sociais e que o projeto deveria ficar restrito às apostas esportivas.

Quem votou Não diz

Quem votou NÃO sustentou que retirar os jogos online esvaziaria a regulamentação e a arrecadação do setor, e que a regra permite fiscalizar o que já ocorre no país.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: rejeitada a Emenda 3 do Senado (Sim 120, Não 261). O destaque era para aprovar a emenda; SIM aprova a emenda, que, segundo a Agência Câmara (12/2023), retirava os jogos de cassino online. Votar SIM restringe a oferta de jogos, logo discorda de permitir e regulamentar. Orientação: minoria e oposição a favor; governo e maioria contra. A identificação da Emenda 3 com os cassinos vem da coincidência dos números e da notícia; quem revisar deve confirmar no texto da emenda.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 3626/2023 · 2 min de leitura aprovado · 292 a 114

Regras para as apostas esportivas (bets) - mudanças do Senado

A Câmara aprovou a maior parte das mudanças feitas pelo Senado no projeto que regulamenta as apostas de quota fixa (apostas em que o ganho é definido antes do jogo, as chamadas 'bets', sobretudo esportivas). O projeto também reúne o conteúdo de uma medida provisória. Algumas mudanças do Senado foram votadas separadamente, como a que retirava os jogos de cassino online.

Apostas e jogos de azar
Voto de Tabata Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

As empresas precisam de autorização do Ministério da Fazenda, sede no Brasil e pagamento de até R$ 30 milhões pela outorga (valor pago pela autorização para explorar a atividade). Há proibição de apostar para menores de 18 anos, para pessoas com transtorno de jogo e para quem pode influenciar resultados, além de regras para publicidade e tributação sobre receita e prêmios. O projeto seguiu à sanção (aprovação final do presidente).

Quem votou Sim diz

Regular o setor dá segurança ao apostador, define regras de publicidade e de integridade e gera arrecadação para áreas como seguridade, educação, esporte e turismo.

Quem votou Não diz

A legalização amplia o acesso a apostas e pode causar mais danos sociais, como vício e endividamento, do que a receita compensaria.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovadas as emendas do Senado selecionadas, com parecer favorável (Sim 292, Não 114; Agência Câmara 12/2023). SIM aprova a versão final do marco das apostas, o que corresponde a permitir e regulamentar. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Confiança média: a votação trata das mudanças do Senado, não do texto principal, e a pergunta inclui cassinos, que foram tratados na votação 2374400-121.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 4173/2023 · 2 min de leitura aprovado · 323 a 119

Imposto sobre fundos exclusivos e aplicações no exterior (offshores) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que muda a tributação de fundos de investimento exclusivos no Brasil (fundos feitos para um único investidor) e de aplicações de pessoas físicas no exterior (as chamadas offshores). O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Taxação de altas rendas e dividendos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Os fundos exclusivos (com aplicação mínima de R$ 10 milhões) passam a ter tributação periódica sobre os rendimentos, com alíquota (percentual do imposto) de 15% nos ganhos de longo prazo e 20% nos de curto prazo. Os rendimentos de aplicações de residentes no exterior passam a ser tributados em 15% uma vez por ano, e há uma tributação sobre o estoque de ganhos acumulados, de 8%. O projeto também reduz, de 300 para 100, o número mínimo de cotistas (investidores de um fundo) para a isenção de fundos imobiliários e do agro. Todos os destaques foram rejeitados.

Quem votou Sim diz

Fundos exclusivos e aplicações no exterior passam a ser tributados periodicamente; segundo o relator, a proposta busca justiça na tributação dos chamados "super-ricos", e o governo estimou arrecadação adicional.

Quem votou Não diz

Agentes do mercado alertam que alíquotas mais altas podem provocar saída de capital do país; a bancada do agro defendeu regras mais brandas para os fundos do setor, com menos cotistas exigidos para a isenção.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a versão final, ressalvados os destaques (Sim 323, Não 119, 1 abstenção); InfoMoney (25/10/2023) confirma a aprovação e a rejeição de todos os destaques. SIM aprova o texto que tributa os rendimentos de fundos exclusivos e de offshores, ou seja, concorda que rendas muito altas, inclusive de lucros e dividendos, paguem mais imposto. Orientação: governo e maioria a favor; oposição, minoria, PL e Novo contra. Confiança alta porque o alvo declarado são os rendimentos de grandes aplicadores; as alíquotas citadas são as da reportagem.

Fontes: infomoney.com.br · poder360.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1172/2023 · 2 min de leitura aprovado · 439 a 1

Salário mínimo, valorização anual e isenção do Imposto de Renda - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória que fixa o salário mínimo de maio de 2023, cria uma regra permanente para reajustar o mínimo e amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda. Votou-se a versão final do relator (projeto de lei de conversão). Depois, um destaque (votação separada de trecho) retirou do texto a tributação de fundos no exterior.

Salário mínimoImposto de Renda e isenções
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O mínimo fica em R$ 1.320 desde 1º de maio de 2023. A partir de 2024, o reajuste será pela inflação (medida pelo INPC, índice oficial de preços) mais a variação positiva do PIB (tudo o que o país produz) de dois anos antes; se o PIB for negativo, só a inflação. A isenção do IR sobe para R$ 2.112 e, com um desconto simplificado de R$ 528, pode chegar a R$ 2.640 brutos por mês.

Quem votou Sim diz

O aumento real do mínimo reduz a desigualdade e aumenta o poder de compra; a nova tabela do IR corrige a defasagem (a tabela estava sem reajuste) e beneficia mais de 13 milhões de contribuintes.

Quem votou Não diz

A política cria gastos permanentes crescentes (estimativa de R$ 18,1 bilhões em 2024), a isenção do IR foi incluída na mesma medida, o que pressiona a votação, e a nova faixa não cumpre a promessa de isenção para quem ganha R$ 5 mil.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a medida provisória na forma do projeto de lei de conversão (Sim 439, Não 1; Agência Câmara 23/08/2023). SIM aprova a política de valorização e a ampliação da isenção do IR. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor. Confiança média em salário mínimo porque o ganho real depende do PIB: não ocorre todo ano e é zero se o PIB for negativo.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 1 min de leitura texto mantido · 317 a 170

Reforma tributária - trecho que cobra mais imposto de herança de valores altos (art. 155)

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do bloco União-PP tentava retirar do texto a regra que torna o imposto sobre heranças e doações (ITCMD) progressivo. Isso significa que a alíquota (percentual) sobe conforme o valor recebido. Votar SIM mantinha o trecho no texto; votar NÃO o retirava.

Imposto sobre herança
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com o trecho mantido, a Constituição passa a prever que o ITCMD, cobrado pelos estados, deve ter alíquotas maiores para heranças e doações de valor mais alto. Cada estado define as faixas e percentuais.

Quem votou Sim diz

Quem recebe grandes patrimônios sem esforço de trabalho pode contribuir proporcionalmente mais; a progressividade já existe no Imposto de Renda e é um critério de justiça tributária.

Quem votou Não diz

A herança já foi formada com patrimônio tributado e a cobrança maior pode onerar famílias e empresas familiares e desestimular a poupança; cada estado deveria decidir livremente sua alíquota.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (06/07/2023): o destaque pretendia retirar a regra que torna o ITCMD progressivo, e foi rejeitado; o resultado oficial é 'Mantido o texto'. Votar SIM mantém a regra, então SIM é concordar que heranças de valor alto paguem mais. Orientação: governo e maioria a favor; oposição contra.

Fontes: camara.leg.br · conjur.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 2 min de leitura aprovado · 382 a 118

Reforma tributária sobre o consumo - texto principal (1º turno)

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a proposta que simplifica os impostos cobrados sobre o consumo. O texto junta vários impostos em dois, o IBS e a CBS, no lugar de ICMS e ISS (estaduais e municipais) e de PIS e Cofins (federais). O relator reescreveu a proposta inteira num texto novo (um 'substitutivo'), que foi o que se votou. Também cria regras como a cesta básica isenta e alíquotas menores para saúde e educação.

Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Vários impostos sobre produtos e serviços viram dois (IBS e CBS), cobrados no local de destino da compra, com transição de vários anos. Alimentos da cesta básica nacional ficam isentos (sem imposto) e áreas como saúde, educação e transporte coletivo pagam uma alíquota (percentual do imposto) menor.

Quem votou Sim diz

Simplificar a cobrança acaba com a guerra fiscal entre estados (disputa para atrair empresas com impostos mais baixos), reduz burocracia e litígios e torna o sistema mais transparente, o que favorece o crescimento e a produtividade.

Quem votou Não diz

Há risco de aumento da carga para setores como serviços, de perda de autonomia de estados e municípios e de muitas exceções, que complicam o sistema. O efeito final depende de leis complementares (leis que detalham a reforma), que ainda não foram votadas.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (07/2023): nenhum tema foi marcado. A proposta junta impostos sobre consumo, mas o efeito sobre o total de impostos depende das leis que virão depois. Por isso não dá para dizer o que o SIM significa diante da pergunta sobre reduzir impostos mesmo arrecadando menos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 490/2007 · 1 min de leitura aprovado · 283 a 155

Marco temporal das terras indígenas - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que define como as terras indígenas são reconhecidas e demarcadas (oficialmente delimitadas). Ele adota o 'marco temporal': só seriam consideradas terras indígenas as ocupadas pelos povos em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Terras indígenas
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Só seriam demarcadas as terras que estavam ocupadas por comunidades indígenas em outubro de 1988; ficam proibidas novas ampliações de áreas já demarcadas, e o texto permite instalação de bases militares sem consulta às comunidades.

Quem votou Sim diz

O marco dá segurança jurídica a proprietários e produtores rurais com títulos antigos e evita demarcações sem limite de tempo; a definição de regras cabe ao Congresso.

Quem votou Não diz

O critério ignora povos expulsos de suas terras antes de 1988 e restringe direitos garantidos na Constituição; a demarcação deve seguir critérios antropológicos (estudos sobre a ocupação tradicional), não uma data fixa.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (30/05/2023): o texto limita a demarcação às terras ocupadas em 05/10/1988 e proíbe ampliar áreas já demarcadas. Votar SIM aprova essas restrições, então SIM é discordar de ampliar a demarcação. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 93/2023 · 2 min de leitura aprovado · 372 a 108

Arcabouço fiscal - nova regra para o limite de gastos do governo

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que cria o 'arcabouço fiscal', uma nova regra para controlar os gastos do governo federal no lugar da antiga regra do teto de gastos. O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Pedidos para mudar trechos específicos (destaques) foram votados depois.

Controle de gastos públicos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O gasto do governo federal pode crescer a cada ano só em proporção do aumento da arrecadação (70% do crescimento da receita), dentro de um piso de 0,6% e um teto de 2,5% acima da inflação. Se a meta de equilíbrio das contas públicas (gastar não mais do que se arrecada) não for cumprida, o governo precisa conter despesas.

Quem votou Sim diz

O modelo dá uma regra clara para o crescimento dos gastos, ligada à arrecadação, e mantém espaço para investimentos e programas sociais, trazendo previsibilidade para as contas públicas.

Quem votou Não diz

Há quem diga que o limite é fraco demais e depende de aumento da arrecadação para fechar as contas. Outros dizem que ele é rígido demais e pode reduzir gastos sociais e investimentos.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (24/05/2023): o texto limita o crescimento real dos gastos (entre 0,6% e 2,5% ao ano acima da inflação) e prevê contenção de despesas se as metas forem descumpridas. Votar SIM aprova esses limites, então SIM é concordar com limites para aumentar gastos. A regra é menos rígida que o antigo teto, mas o limite é claro; por isso confiança alta.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2630/2020 · 1 min de leitura aprovado · 238 a 192

Regulação das redes sociais - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto, que cria regras de transparência e responsabilidade para plataformas e redes sociais, não foi votado nesta ocasião.

Regulação das redes sociais
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A urgência aprovada permitiu votar o projeto direto no Plenário, mas a votação do conteúdo foi adiada a pedido do relator e não ocorreu. Nenhuma regra nova passou a valer com esta votação.

Quem votou Sim diz

O tema exige resposta rápida: plataformas têm papel central na circulação de desinformação e de conteúdo ilegal, e regras de transparência e responsabilização protegem usuários.

Quem votou Não diz

Um projeto com impacto sobre a liberdade de expressão não deveria ser votado às pressas, e o texto dava a empresas e ao poder público poder demais para decidir o que pode ser dito.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Só a urgência foi votada (Agência Câmara e Agência Brasil, 25/04/2023); o conteúdo não chegou a ser votado. Quem votou SIM quis acelerar um projeto que obriga plataformas a remover conteúdos ilegais e adotar regras de transparência. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2022 12 votações

PL 6579/2013 · 2 min de leitura aprovado · 311 a 98

Fim das saídas temporárias de presos (as 'saidinhas') - texto principal (2022)

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que muda a Lei de Execução Penal para restringir as saídas temporárias de presos do regime semiaberto, as chamadas 'saidinhas' (dias fora da prisão, geralmente em datas festivas como o Natal). O texto é um 'substitutivo', ou seja, uma versão nova escrita pelo relator na Comissão de Constituição e Justiça.

Segurança pública e penas
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A proposta acaba com as saídas temporárias e exige exame criminológico (avaliação feita por especialistas sobre o risco de o preso cometer novos crimes) para a progressão de regime (passagem para um regime menos fechado). O Senado voltou a analisar o texto, e uma versão mais branda, restrita a saídas para estudar, foi aprovada em 2024.

Quem votou Sim diz

Muitos presos cometem novos crimes ou não voltam durante as saídas, o que gera insegurança e sensação de impunidade; o benefício deve ser extinto ou restringido.

Quem votou Não diz

A saída temporária ajuda na ressocialização (reintegração à sociedade), é dada só a quem já cumpriu parte da pena e tem bom comportamento, e a grande maioria volta; punir todos pelo erro de poucos não é razoável.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Agência Câmara (03/08/2022) e Agência Senado (04/08/2022): o substitutivo acaba com as saídas temporárias e exige exame criminológico, deixando as regras de cumprimento de pena mais duras. Votar SIM aprova isso, então SIM é concordar com a pergunta. Orientação: só a minoria (contra) consta.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 11/2022 · 2 min de leitura aprovado · 473 a 9

Piso salarial da enfermagem na Constituição - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC (proposta de emenda à Constituição) que dá base constitucional ao piso salarial nacional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e parteiras. O valor do piso, de R$ 4.750 para enfermeiros, foi definido em um projeto de lei separado (PL 2564/2020). A PEC resolve o impedimento de que a lei federal fixe salários pagos por estados e municípios.

Saúde pública
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Os salários da enfermagem passam a ter um piso nacional previsto na Constituição, fixado por lei federal. Técnicos de enfermagem recebem 70% do piso e auxiliares e parteiras, 50%. O texto não indica a fonte dos recursos para pagar o piso. A PEC foi aprovada no Senado e, após esta votação, seguiu para promulgação (oficialização).

Quem votou Sim diz

O piso reconhece o trabalho da categoria, em especial durante a pandemia, e a lei federal passa a poder fixar o piso inclusive para quem é pago por estados e municípios, com apoio de partidos de governo e de oposição.

Quem votou Não diz

Fixar o salário de uma categoria na Constituição abre precedente para outras categorias; o texto não diz de onde virá o dinheiro, e municípios e estados podem ter dificuldade de pagar, com risco de desemprego.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 11, de 2022 (Sim 473, Não 9, 1 abstenção; Cofen e Congresso em Foco, 13/07/2022). Como é PEC, a aprovação exige 308 votos SIM, e o número foi alcançado. Não é destaque: SIM aprova o piso nacional por regra obrigatória, ou seja, concorda com a pergunta. Orientação: maioria, oposição, minoria e governo a favor; só o Novo orientou Não. Confiança alta porque o objeto é exatamente um piso salarial na saúde. O destaque do Novo foi rejeitado e não foi usado.

Fontes: cofen.gov.br · congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 15/2022 · 1 min de leitura aprovado · 469 a 17

PEC do estado de emergência (benefícios sociais e combustíveis) - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da mesma PEC, já aprovada no primeiro turno. Como o texto já havia passado pelo Senado, ele seguiu para promulgação (oficialização) pelo Congresso.

Transferência de rendaControle de gastos públicos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a autorização de gastos de R$ 41,25 bilhões fora do teto de gastos até o fim de 2022, para ampliar o Auxílio Brasil, pagar auxílio a caminhoneiros e taxistas e outras ajudas, dentro de um estado de emergência declarado até 31 de dezembro daquele ano.

Quem votou Sim diz

Os benefícios respondem à alta de preços e ao aperto de renda das famílias mais pobres e de categorias afetadas pelo preço dos combustíveis, e o custo é coberto por arrecadação extra do próprio ano.

Quem votou Não diz

A criação de um estado de emergência a poucos meses da eleição contorna limites legais e fiscais, aumenta a dívida e a inflação e não indica como manter os benefícios depois de 2022.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 15, de 2022 (Sim 469, Não 17; Agência Câmara 13/07/2022). SIM aprova a ampliação de benefícios e a exceção ao teto. Orientação: maioria, oposição e minoria a favor. Os destaques dos dois turnos foram rejeitados e não alteraram o texto.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 15/2022 · 2 min de leitura aprovado · 393 a 14

PEC do estado de emergência (benefícios sociais e combustíveis) - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC (proposta de emenda à Constituição) que cria um 'estado de emergência' até 31 de dezembro de 2022 e permite gastos fora do teto de gastos. O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') no lugar da proposta original, que tratava de biocombustíveis. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Transferência de rendaControle de gastos públicos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Autoriza gastar até R$ 41,25 bilhões fora do teto de gastos (o limite anual de despesas) naquele ano: R$ 26 bilhões para elevar o Auxílio Brasil, R$ 5,4 bilhões para auxílio a caminhoneiros, R$ 2 bilhões para taxistas, além de vale-gás, compra de alimentos e compensação a estados por créditos de ICMS do etanol. O texto mantém o diferencial tributário dos biocombustíveis (imposto menor para eles).

Quem votou Sim diz

Em um período de alta de preços, o reforço dos benefícios aumenta o poder de compra das famílias e dá socorro urgente a caminhoneiros e motoristas de aplicativo; os recursos vêm de arrecadação extra já obtida no ano.

Quem votou Não diz

A medida usa um estado de emergência para contornar a legislação eleitoral e as regras fiscais, aumenta a dívida e pode pressionar a inflação; os benefícios acabam no fim do ano, sem alternativa para depois.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado em primeiro turno o substitutivo, ressalvados os destaques (Sim 393, Não 14; Agência Câmara 12/07/2022), que descreve a ampliação de benefícios com gasto fora do teto. SIM aprova a ampliação de benefícios (a favor de transferência de renda) e a exceção ao limite de gastos (SIM é contra limites rígidos de gasto, como a pergunta sobre gastos públicos). Orientação: maioria, oposição e minoria a favor. Confiança média em gastos públicos porque, segundo o relator, o gasto é temporário e ligado a receita extra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 18/2022 · 2 min de leitura aprovado · 307 a 1

Limite de ICMS sobre combustíveis, energia e telecomunicações - mudanças do Senado

A Câmara aceitou a maior parte das mudanças que o Senado fez no projeto de lei complementar (lei que detalha regras previstas na Constituição). O projeto classifica combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo como bens essenciais, o que limita o ICMS (imposto estadual) cobrado sobre eles. Alguns trechos foram separados para votação própria (destaques).

Preço de combustíveis e energiaCarga de impostos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O ICMS sobre esses produtos e serviços passa a ser cobrado pela alíquota geral mínima (o percentual do imposto), em geral 17% ou 18%. Até 31 de dezembro daquele ano, a União compensa estados e municípios pela perda de arrecadação, com descontos em parcelas de dívidas renegociadas com o governo federal.

Quem votou Sim diz

Combustíveis, energia e comunicações são de uso básico; reduzir o imposto sobre eles pode baixar preços ao consumidor, ajudar a conter a inflação e reduzir custos de frete e de alimentos, e a arrecadação dos estados vinha em alta.

Quem votou Não diz

O ICMS é a principal receita dos estados e uma parte vai aos municípios; a perda pode afetar saúde e educação, a queda de preços na bomba não é garantida e o benefício alcança também quem tem renda mais alta.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: as mudanças do Senado foram aprovadas, com parecer favorável (Sim 307, Não 1; Agência Câmara 15/06/2022 e Agência Senado 13/06/2022). Votar SIM é concordar com a redação final, que limita o ICMS, ou seja, com a intervenção para baixar preços e com a redução de imposto, mesmo com menos arrecadação. Orientação: maioria, oposição e minoria a favor. Confiança média: a votação trata das mudanças do Senado, não do texto original, e o efeito sobre os preços é contestado.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1091/2021 · 2 min de leitura emenda rejeitada · 126 a 222

Salário mínimo de 2022 - emenda do PT para um valor maior

Em votação separada (destaque) durante a análise da medida provisória que fixa o salário mínimo de 2022 em R$ 1.212, a Câmara votou uma emenda do PT. A emenda acrescentaria R$ 39 ao valor, usando como critério a inflação (INPC) mais o crescimento do PIB dos dois anos anteriores. Votar SIM era a favor da emenda; a emenda foi rejeitada, e o valor do texto do Executivo foi mantido.

Salário mínimo
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a rejeição, ficou o valor de R$ 1.212, corrigido pela inflação medida pelo INPC de janeiro a novembro de 2021 mais a projeção de dezembro, um aumento de 10,18% sobre o valor anterior de R$ 1.100. O valor é a base de benefícios previdenciários, sociais e trabalhistas, como o BPC.

Quem votou Sim diz

Incluir o crescimento do PIB na fórmula dá ao trabalhador um ganho acima da inflação, já que o reajuste de cerca de 10% não recompõe por inteiro o poder de compra perdido, segundo parlamentares da oposição.

Quem votou Não diz

Cada real a mais no mínimo aumenta o gasto com benefícios previdenciários e sociais, e a base do governo diz que o valor, embora não seja o ideal, é o possível, citando ainda o Auxílio Brasil como complemento de renda.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Resultado oficial: rejeitada a emenda de Plenário nº 6 (PT), Sim 126, Não 222; Agência Brasil (25/05/2022) descreve a emenda do PT de R$ 39 com INPC mais PIB e o placar de 126 a 222, que coincide com esta votação. SIM significa apoiar a emenda, ou seja, um valor maior que a reposição pela inflação, o que equivale a concordar com aumentos acima da inflação. Orientação: minoria a favor (PT, PSOL, PSB, PDT, PCdoB, Rede, Cidadania e PV); maioria e governo contra. Confiança média: a ligação com 'todo ano' vem da fórmula proposta, que a fonte descreve só em linhas gerais. A votação do mérito (355 a 0) não foi usada, porque todos os grupos aprovaram a fixação do valor. Não foi encontrado o número exato do valor pretendido pela emenda.

Fontes: jornalcontabil.com.br · suno.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1338/2022 · 1 min de leitura aprovado · 264 a 144

Educação domiciliar (ensino em casa) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que regulamenta a educação básica feita em casa pelos pais, no lugar da escola. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pela relatora da comissão especial. Os destaques (votações separadas de trechos) vieram depois.

Educação domiciliar
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Famílias poderiam educar os filhos em casa, com matrícula obrigatória em escola, avaliações periódicas e acompanhamento pela escola; ao menos um dos pais precisaria ter ensino superior ou formação técnica, e apresentar certidões de antecedentes criminais.

Quem votou Sim diz

Os pais têm direito de escolher como educar os filhos, e a prática já existe sem regras; regulamentar com avaliação e fiscalização dá segurança às famílias e às crianças.

Quem votou Não diz

O ensino em casa pode enfraquecer o convívio social e a escola pública, dificultar a identificação de violência contra a criança e aumentar desigualdades no acesso à educação.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (18-19/05/2022): o texto autoriza a educação básica em casa, com condições. Votar SIM aprova isso, então SIM é concordar com a pergunta. Orientação dos partidos: maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2564/2020 · 1 min de leitura aprovado · 449 a 12

Piso salarial da enfermagem - texto principal

A Câmara aprovou, em votação única, o projeto que cria um piso salarial nacional (valor mínimo de salário) para enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. Um destaque (votação separada de um trecho) foi analisado depois.

Saúde pública
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O piso inicial de enfermeiros fica em R$ 4.750 por mês; técnicos recebem 70% desse valor e auxiliares e parteiras, 50%. O valor é corrigido anualmente pela inflação (INPC) e vale para serviços públicos e privados. A fonte de recursos para pagar o piso ainda dependia de definição quando o projeto foi aprovado.

Quem votou Sim diz

A pandemia mostrou a importância dos profissionais de enfermagem, que merecem remuneração mínima nacional; o setor público e o privado teriam condições de arcar com a despesa.

Quem votou Não diz

Sem fonte de recursos definida, o piso pode levar ao fechamento de hospitais filantrópicos e leitos, a demissões e a dificuldades para prefeituras e estados, que arcariam com a conta.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o projeto, ressalvado o destaque (Sim 449, Não 12; Agência Câmara 04/05/2022). SIM aprova o piso, uma regra obrigatória de remuneração na saúde, o que corresponde a concordar com a pergunta, que cita pisos salariais. Orientação: maioria, oposição e minoria a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 11/2020 · 2 min de leitura aprovado · 414 a 3

Imposto único sobre combustíveis (ICMS) - texto do Senado

A Câmara aprovou o texto do Senado para o projeto de lei complementar que muda a cobrança do ICMS (imposto estadual) sobre combustíveis, com exceção de dois trechos votados separadamente. O texto cria uma alíquota única por combustível em todo o país e permite cobrar o imposto como um valor fixo por litro, em vez de um percentual do preço.

Preço de combustíveis e energia
Voto de Tabata Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A regra vale para diesel, biodiesel, gasolina, etanol anidro e gás de cozinha. A mudança só vale depois de aprovada pelo Confaz (conselho dos secretários estaduais de Fazenda); até lá, o ICMS do diesel fica congelado até o fim de 2022. O texto também permite ao governo federal zerar PIS/Cofins sobre diesel, biodiesel e gás de cozinha até o fim do ano sem compensação. A equipe econômica estimou perda de até R$ 16 bilhões para os estados.

Quem votou Sim diz

Um valor fixo por litro evita que o imposto cresça junto com o preço do combustível, reduz a variação na bomba e responde à pressão por preços menores, com o governo federal abrindo mão de parte da arrecadação.

Quem votou Não diz

Os estados perdem arrecadação de sua principal fonte de receita e questionam a constitucionalidade da medida; o preço na bomba depende da política de preços da Petrobras, e um imposto fixo por litro pode pesar mais na conta do consumidor quando o preço cai.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo do Senado, com exceção de dois parágrafos, ressalvados os destaques (Sim 414, Não 3, 1 abstenção; Eixos 10/03/2022). Não é destaque: SIM aprova o texto, que altera a cobrança do ICMS e prevê abrir mão de tributos federais, ou seja, intervir para baixar preços abrindo mão de arrecadação. Orientação: maioria, oposição, minoria e governo a favor. Confiança média: o efeito do valor fixo sobre o preço final é contestado (pode favorecer ou prejudicar o consumidor, conforme o preço do combustível), então a ligação com a pergunta é interpretação. Os estados fazem oposição, e a estimativa de perda vem da equipe econômica do governo federal.

Fontes: eixos.com.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 191/2020 · 2 min de leitura aprovado · 279 a 180

Mineração e outras atividades em terras indígenas - pedido de urgência

A Câmara votou apenas o pedido de urgência (para o projeto ser votado mais rápido, sem passar pelas comissões) do projeto do governo que regulamenta a pesquisa e a exploração de minérios e hidrocarbonetos (como petróleo e gás), e o aproveitamento de recursos hídricos para energia, em terras indígenas. O mérito do projeto não foi votado nesse dia.

Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a urgência, o projeto pode ser votado no Plenário sem passar pelas comissões. O presidente da Câmara criou um grupo de trabalho para analisar o texto antes e indicou votação do mérito em abril. A urgência, por si só, não altera nenhuma regra sobre terras indígenas nem sobre demarcação.

Quem votou Sim diz

A Constituição manda o Congresso regulamentar a atividade em terras indígenas, que já ocorre de forma ilegal por meio do garimpo; votar com rapidez permitiria regras claras, e o governo citou ainda a necessidade de fertilizantes.

Quem votou Não diz

O projeto permitiria a degradação de áreas protegidas e desrespeitaria o usufruto indígena (direito de usar a terra e seus recursos); o argumento dos fertilizantes é contestado, porque parte das reservas de potássio do país não está em terras indígenas.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o requerimento de urgência (Sim 279, Não 180, 3 abstenções; Poder360 09/03/2022). Foi votado apenas o pedido de urgência. SIM acelera um projeto que abre terras indígenas à mineração, o que se relaciona de forma indireta com a pergunta sobre ampliar a demarcação, por isso SIM é contra. Orientação: maioria e governo a favor; minoria e oposição contra. Confiança baixa: o projeto não trata de demarcação e a urgência não decide o mérito, então a leitura é interpretação.

Fontes: poder360.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2234/2022 · 2 min de leitura aprovado · 246 a 202

Legalização de cassinos, bingos e jogo do bicho - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que legaliza e regulamenta cassinos, bingos, jogo do bicho e outras modalidades de apostas no país (na Câmara, o projeto tramitou como PL 442/1991). A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator. Os destaques foram votados no dia seguinte e não alteraram o texto.

Apostas e jogos de azar
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Cassinos poderiam funcionar em resorts, cidades turísticas e embarcações, com licença concedida por leilão; bingos em casas específicas; o jogo do bicho teria concessão de 25 anos, com um operador a cada 700 mil habitantes e registro informatizado acessível à União. Máquinas caça-níqueis ficariam proibidas. O projeto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Legalizar e regular os jogos atrai investimento, gera emprego, renda e arrecadação, e dá fiscalização a uma atividade que já existe de forma ilegal.

Quem votou Não diz

O modelo de tributação é favorável demais ao setor, e a isenção de impostos prevista é questionada. Críticos apontam também que o projeto pode ser vetado pelo presidente e que a isenção pode ser inconstitucional.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 246, Não 202, 3 abstenções; Agência Câmara 24/02/2022). SIM aprova a legalização e a regulamentação, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: maioria a favor; oposição e minoria liberaram a votação (o governo não registrou orientação).

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 6299/2002 · 2 min de leitura aprovado · 301 a 150

Novas regras para registro de agrotóxicos - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto, vindo do Senado, que muda as regras de pesquisa, registro, fiscalização e uso de agrotóxicos (o texto passa a chamá-los de 'pesticidas'). A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator. Os destaques foram rejeitados e não alteraram o texto.

Meio ambiente e agronegócio
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Ministério da Agricultura passa a concentrar registro, análise e fiscalização; Meio Ambiente e Saúde seguem emitindo pareceres. Há prazos de 30 dias a 2 anos para o registro e, se os prazos vencerem, o produto pode receber registro ou autorização temporária, desde que já usado em três países da OCDE (grupo de países ricos). As multas passam a variar de R$ 2 mil a R$ 2 milhões. O projeto voltou ao Senado.

Quem votou Sim diz

O trâmite atual pode levar cerca de sete anos para um parecer definitivo; prazos e um órgão central modernizam a agricultura e dão acesso mais rápido a produtos já usados no exterior.

Quem votou Não diz

A oposição chamou o projeto de 'PL do Veneno'. Críticos apontam a retirada de proibições de registro de substâncias ligadas a câncer ou má-formação e o registro temporário quando o prazo vence, o que pode reduzir a avaliação sanitária e ambiental.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 301, Não 150, 2 abstenções; Agência Câmara 09/02/2022). SIM aprova um registro mais ágil, com menos barreiras. A pergunta trata de regras ambientais mais rígidas que limitem o agronegócio, então SIM discorda dela. Confiança média porque o tema mistura saúde e ambiente, e os defensores negam queda de rigor. Orientação: maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2021 8 votações

MPV 1061/2021 · 2 min de leitura aprovado · 344 a 0

Auxílio Brasil (substituto do Bolsa Família) - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória (norma editada pelo presidente que vale desde logo e precisa ser confirmada pelo Congresso) que cria o Auxílio Brasil no lugar do Bolsa Família, além do Alimenta Brasil. Votou-se a versão final do relator, chamada 'projeto de lei de conversão'. Os destaques (votações separadas de trechos) vieram depois.

Transferência de renda
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Auxílio Brasil tem benefícios para famílias com crianças de até 3 anos, para famílias com gestantes ou integrantes de 3 a 20 anos e para superação da extrema pobreza, e eleva as faixas de renda para ter direito (R$ 105 por pessoa para extrema pobreza e até R$ 210 para pobreza). O relator estimou que o número de famílias atendidas passaria de 14 para 20 milhões. O complemento até R$ 400 era, segundo o governo, temporário (até dezembro de 2022).

Quem votou Sim diz

O programa amplia o número de famílias atendidas, eleva os valores pagos e inclui estímulos a esporte, desempenho escolar e inclusão produtiva, e transforma em lei regras que estavam só em decreto (norma do presidente, com menos força que uma lei).

Quem votou Não diz

O programa desmonta a estrutura do Bolsa Família e o complemento temporário de R$ 400 teria motivação eleitoral; o gasto previsto cresce de R$ 34,7 bilhões para R$ 85 bilhões de um ano para o outro.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a versão final da medida (Sim 344, Não 0; Agência Brasil 25/11/2021). SIM aprova o novo programa, com mais famílias e mais gasto, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: maioria, minoria e oposição a favor. Destaques sobre pontos específicos, como a emenda sobre o CadÚnico (cadastro dos programas sociais), votada por 187 a 115, não foram considerados.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 591/2021 · 2 min de leitura aprovado · 286 a 173

Novas regras para os correios e privatização dos Correios - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto do Poder Executivo que cria as regras gerais dos serviços postais, permite que empresas privadas atuem em todos os serviços e define as condições para a privatização dos Correios. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Privatizações
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A empresa seria vendida com cobertura nacional e contrato de concessão, com o nome de 'Correios do Brasil'. Os Correios manteriam o monopólio de cartas e telegramas por mais cinco anos, os preços seriam livres como regra, e os funcionários teriam estabilidade por 18 meses após a venda. A Anatel (agência que regula telecomunicações) passaria a regular o setor. Todos os destaques foram rejeitados.

Quem votou Sim diz

A abertura do mercado e a liberdade de preços melhoram um serviço que os defensores veem como burocrático e pouco modernizado, com uma agência reguladora para evitar abusos.

Quem votou Não diz

A estatal atende todos os municípios do país e dá lucro; vender a empresa pode comprometer o atendimento onde o serviço dá menos retorno, os empregos e a soberania sobre o serviço postal.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 286, Não 173, 2 abstenções); Agência Câmara e Congresso em Foco (05/08/2021) confirmam o conteúdo e a rejeição dos destaques. SIM aprova o texto que define as condições da venda da estatal, ou seja, concorda com a pergunta. Orientação: maioria e governo a favor; minoria e oposição contra. Confiança alta: a privatização dos Correios é o objeto central do projeto, embora ele ainda dependa do Senado.

Fontes: camara.leg.br · congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2505/2021 · 2 min de leitura aprovado · 408 a 67

Reforma da Lei de Improbidade Administrativa (punição de agentes públicos) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que revisa a Lei de Improbidade Administrativa, que pune agentes públicos por atos como enriquecimento ilícito (ganhar dinheiro de forma indevida) e dano ao patrimônio público. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global reformulada' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi aprovada antes da análise dos destaques. O projeto seguiu ao Senado e voltou à Câmara em outubro.

Combate à corrupção
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Só é punido por improbidade quem agir com dolo (intenção de lesar o Estado), e a punição depende de decisão definitiva da Justiça, sem mais recursos. O texto prevê prescrição (prazo após o qual não se pode mais punir), elimina a pena mínima e amplia o prazo máximo de suspensão de direitos políticos; terceiros respondem se concorrerem de forma dolosa.

Quem votou Sim diz

A lei atual permite punir quase qualquer erro administrativo e paralisa gestores por medo de punição; exigir intenção, dar limite de tempo e aumentar a pena máxima separa erro de corrupção.

Quem votou Não diz

Exigir dolo e retirar a culpa grave deixa de punir erros graves e negligência que causam prejuízo ao patrimônio público; as regras de prescrição e a ausência de pena mínima enfraquecem o combate à corrupção.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda reformulada, ressalvados os destaques (Sim 408, Não 67, 1 abstenção; Agência Câmara 16/06/2021). SIM aprova um texto que restringe os casos de punição (intenção, prescrição), embora aumente a pena máxima. Para a pergunta (regras mais rígidas para punir), SIM é contra, com confiança média pela mistura de pontos mais e menos rígidos. Orientação: maioria e minoria a favor; oposição liberou. As emendas do Senado, votadas em outubro de 2021, não foram incluídas porque o conteúdo delas não foi verificado.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1034/2021 · 2 min de leitura aprovado · 404 a 13

Aumento temporário de imposto sobre o lucro dos bancos (CSLL) - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória (norma editada pelo presidente que vale desde logo e precisa ser confirmada pelo Congresso) que aumenta por tempo limitado a alíquota da CSLL (contribuição sobre o lucro) de bancos e de outras instituições financeiras. Votou-se a versão final do relator, chamada 'projeto de lei de conversão'. Os destaques (votações separadas de trechos) vieram depois.

Carga de impostos
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Entre 1º de julho e 31 de dezembro de 2021, a alíquota da CSLL dos bancos sobe 5 pontos percentuais, e a das demais instituições financeiras, como seguradoras e cooperativas de crédito, de 15% para 20%, voltando ao patamar anterior em 2022. A medida compensa a perda de arrecadação com a redução a zero do PIS/Cofins sobre o diesel e o gás de cozinha. O texto também trata de outros pontos, como o limite de valor de carros comprados por pessoas com deficiência com isenção de IPI, que passa de R$ 70 mil para R$ 140 mil.

Quem votou Sim diz

O aumento é temporário e atinge um setor específico; ele cobre a redução de tributos federais sobre o diesel e o gás de cozinha, aliviando o preço de itens de consumo básico sem abrir mão de receita no ano.

Quem votou Não diz

Subir tributos sobre um setor eleva a carga tributária, ainda que por poucos meses, e a compensação do diesel e do gás poderia vir de corte de despesas em vez de mais arrecadação.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a versão final, ressalvados os destaques (Sim 404, Não 13); Poder360 (02/06/2021) e InfoMoney confirmam o aumento temporário da CSLL e a finalidade de compensar a redução de tributos sobre o diesel e o gás. SIM aprova aumento de imposto sobre o setor financeiro, o que vai contra a pergunta (reduzir impostos mesmo arrecadando menos), então SIM é contra. Orientação: maioria e oposição a favor; Novo contra. Confiança média: o aumento é temporário e compensatório, o mesmo texto reduz tributos em outros itens, e a votação teve apoio quase total. As fontes divergem sobre a alíquota de partida dos bancos (15% ou 20%), por isso só o aumento de 5 pontos foi citado.

Fontes: poder360.com.br · infomoney.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1031/2021 · 2 min de leitura aprovado · 313 a 166

Venda da Eletrobras (privatização) - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória que permite a privatização da Eletrobras. Medida provisória é uma norma editada pelo presidente que vale desde logo, mas precisa ser confirmada pelo Congresso. Votou-se a versão final escrita pelo relator, chamada 'projeto de lei de conversão'. Os destaques (votações separadas de trechos) vieram depois.

Privatizações
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A empresa emite novas ações, vendidas no mercado, e a União (o governo federal) deixa de ser a acionista que controla a empresa. Ela mantém uma 'golden share', uma ação especial com poder de veto em certas decisões. O texto também cria uma estatal para administrar Eletronuclear e Itaipu e trata de contratações no setor elétrico.

Quem votou Sim diz

A Eletrobras precisa de capital para investir e a União não tem recursos para isso; com gestão privada a empresa ganha eficiência, e parte da receita da venda ajuda a reduzir a conta de luz.

Quem votou Não diz

A empresa é estratégica para o abastecimento e já dá lucro; a venda pode elevar tarifas, reduz o controle público sobre rios e usinas, e o texto inclui contratações obrigatórias que podem encarecer a energia.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (20/05/2021): o texto viabiliza a venda da Eletrobras, com a União perdendo o controle da empresa. Votar SIM aprova a venda, então SIM é concordar que estatais sejam vendidas. A votação ocorreu na madrugada de 20/05; a base de dados registra 19/05. Não marquei o tema de energia, pois o efeito sobre os preços é contestado e não foi verificado.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2159/2021 · 2 min de leitura aprovado · 300 a 122

Lei geral do licenciamento ambiental - texto principal (2021)

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que cria regras gerais para o licenciamento ambiental, ou seja, a autorização exigida para obras e atividades que possam afetar o meio ambiente. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois e não alteraram o texto.

Licenciamento ambientalMeio ambiente e agronegócio
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O projeto uniformiza os procedimentos de licenciamento no país, dispensa licença para algumas atividades agropecuárias de menor porte e cria modalidades de licença mais simples. Autorizações para desmatamento ou uso de água continuam exigíveis.

Quem votou Sim diz

A falta de uma lei geral gera insegurança jurídica (regras incertas), atrasa obras e afasta investimentos; regras claras e prazos previsíveis aceleram projetos sem reduzir as exigências de estados mais rigorosos.

Quem votou Não diz

A flexibilização, com dispensas de licença e licenças simplificadas, pode permitir atividades de impacto sem análise adequada e aumentar o risco de desastres ambientais e de conflito com povos indígenas.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (12-13/05/2021): o relator apresenta a lei como forma de dar segurança jurídica e dispensa licença para atividades menores, o que significa simplificar e acelerar o licenciamento. Votar SIM aprova isso, então SIM é a favor. Para o meio ambiente, o projeto flexibiliza exigências que os críticos consideram de proteção. Votar SIM tende a ser contra regras mais rígidas, mas isso é interpretação (o relator nega redução de exigências), por isso confiança média. Votos finais de 2025 (emendas do Senado) não foram incluídos, porque não foi confirmado o conteúdo de cada emenda.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 186/2019 · 1 min de leitura aprovado · 366 a 127

PEC Emergencial - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC Emergencial. Depois dos destaques, o texto foi promulgado (oficializado pelo Congresso) como Emenda Constitucional 109.

Controle de gastos públicosTransferência de renda
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma o auxílio emergencial de R$ 44 bilhões fora do teto de gastos e os gatilhos de contenção de despesas quando as obrigatórias passam de 95% do total.

Quem votou Sim diz

As regras de contenção evitam o descontrole das contas e permitem pagar o auxílio emergencial sem romper a disciplina fiscal.

Quem votou Não diz

As restrições a pessoal e a contenção de gastos podem reduzir a oferta de serviços públicos, e a oposição contestou o limite de R$ 44 bilhões e a exceção ao teto de gastos.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 186, de 2019, ressalvados os destaques (Sim 366, Não 127, 3 abstenções; Agência Brasil 11/03/2021). Mesma leitura do primeiro turno. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 186/2019 · 2 min de leitura aprovado · 341 a 121

PEC Emergencial (auxílio emergencial e limites de gastos) - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC Emergencial. Ela cria gatilhos que obrigam a conter despesas quando os gastos obrigatórios crescem demais e autoriza o pagamento de um novo auxílio emergencial fora do teto de gastos. Os destaques foram votados depois.

Controle de gastos públicosTransferência de renda
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Autoriza R$ 44 bilhões fora do teto de gastos para o auxílio emergencial. Quando as despesas obrigatórias passam de 95% das despesas totais, ficam proibidos, entre outras medidas, aumento de salário do funcionalismo, concursos e criação de cargos. A promoção funcional de servidores foi retirada da proibição por acordo.

Quem votou Sim diz

Cria regras de contenção que garantem o equilíbrio das contas e, ao mesmo tempo, abre espaço para um novo auxílio emergencial às famílias afetadas pela pandemia.

Quem votou Não diz

As travas sobre reajustes, concursos e criação de cargos afetam servidores e podem reduzir a oferta de serviços públicos, e o limite de R$ 44 bilhões para o auxílio e a exceção ao teto foram contestados pela oposição.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em primeiro turno a PEC 186, de 2019 (Sim 341, Não 121, 10 abstenções; Agência Câmara e Agência Brasil, 09-10/03/2021). SIM aprova as travas de despesa (a favor de limites rígidos) e o auxílio fora do teto (a favor de ampliar auxílios). Confiança média nos dois porque o mesmo texto autoriza gasto fora do teto e também contém limites. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Proposição ausente da triagem.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2020 5 votações

PL 1485/2020 · 2 min de leitura aprovado · 421 a 64

Penas maiores para desvio de recursos em calamidade pública - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que aumenta as penas de crimes cometidos para desviar recursos destinados ao enfrentamento de uma calamidade pública (como a pandemia). O texto votado é um substitutivo (texto novo) da relatora. O projeto original previa dobrar as penas de todos os crimes contra a administração pública cometidos durante uma calamidade.

Combate à corrupção
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O texto altera o Código Penal, a Lei de Licitações e a Lei de Organizações Criminosas para aumentar penas de condutas que desviam dinheiro de calamidade pública. O aumento não vale para crimes anteriores à lei. O projeto foi para o Senado depois desta votação.

Quem votou Sim diz

Desviar dinheiro destinado a uma emergência como a pandemia é mais grave do que o mesmo crime em tempos normais; penas maiores desestimulam o desvio, e os crimes de corrupção são pequena fração da população carcerária.

Quem votou Não diz

Aumentar penas não resolve a corrupção e pode ampliar o encarceramento; mudanças no Código Penal pediriam mais tempo de análise antes de serem votadas, e o aumento de pena pode ser visto como solução simbólica para um problema que depende de fiscalização e de prevenção.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 421, Não 64, 1 abstenção; Congresso em Foco 01/09/2020). Não é destaque: SIM aprova penas maiores para desvio de recursos públicos, ou seja, concorda com regras mais rígidas. Orientação: governo a favor; minoria liberada; PT, PCdoB e PSOL contra. Confiança alta: o objeto é punir mais o desvio de recursos públicos, embora limitado a calamidade pública.

Fontes: congressoemfoco.com.br · moneytimes.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 15/2015 · 1 min de leitura aprovado · 492 a 6

Fundeb permanente - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC que torna o Fundeb permanente, já aprovada no primeiro turno. Depois, a proposta seguiu para o Senado.

Educação
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma o aumento gradual da parcela da União no Fundeb, de 10% para 23% até 2026, e a prioridade à educação infantil (creches e pré-escola). O dinheiro do fundo não pode ser usado para pagar aposentadorias e pensões.

Quem votou Sim diz

Tornar o fundo permanente dá segurança de financiamento às redes de ensino, e a maior participação da União reduz diferenças regionais no valor gasto por aluno.

Quem votou Não diz

O aumento da parcela da União eleva o gasto federal obrigatório com educação básica e reduz o espaço no orçamento para outras áreas; as ressalvas foram poucas, já que a votação foi quase unânime.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 15, de 2015, ressalvado o destaque (Sim 492, Não 6, 1 abstenção; Agência Câmara 21/07/2020). SIM aprova o aumento do dinheiro da União para a educação básica. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor. Argumentos críticos com fonte fraca, como na votação do 1º turno.

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PEC 15/2015 · 2 min de leitura aprovado · 499 a 7

Fundeb permanente (dinheiro da educação básica) - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC que torna o Fundeb (fundo que financia a educação básica pública) permanente e aumenta a participação da União. A relatora escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar a proposta original.

Educação
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A parcela que a União põe no Fundeb sobe de 10% para 23% do total do fundo até 2026, em aumentos anuais. Dos 13 pontos percentuais adicionais, 10,5 vão às redes com menor valor por aluno e 2,5 ficam ligados a metas de gestão e aprendizagem. Pelo menos 70% dos recursos extras podem pagar profissionais da educação.

Quem votou Sim diz

O fundo precisava ser permanente antes de seu prazo acabar; mais dinheiro da União reduz a desigualdade entre redes e dá prioridade e financiamento à educação infantil.

Quem votou Não diz

O aumento da parcela da União eleva o gasto obrigatório com educação básica e reduz o espaço no orçamento federal para outras áreas; as ressalvas foram poucas, já que a votação foi quase unânime.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado em primeiro turno o substitutivo (Sim 499, Não 7; Agência Câmara e Agência Brasil, 21/07/2020). SIM aprova o aumento da participação da União, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor. Os argumentos críticos têm fonte mais fraca, porque a votação foi quase unânime e as fontes consultadas trazem pouco sobre as críticas; quem revisar deve confirmar.

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MPV 905/2019 · 2 min de leitura destaque aprovado · 248 a 214

Contrato Verde e Amarelo - destaque que mudou a multa do FGTS (art. 6)

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do PSL propôs trocar o artigo 6 do texto do relator. Votar SIM aprovava o destaque e alterava o texto, na versão do PSL.

Direitos trabalhistas
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com o destaque aprovado, ficou restabelecida a regra de que, nos contratos do programa, a multa do FGTS (fundo pago em demissões) por demissão sem justa causa cai de 40% para 20%, e há antecipação mensal de parcelas do 13º salário e das férias.

Quem votou Sim diz

Reduzir a multa e permitir pagar parcelas ao longo do ano diminui o custo de contratar e o risco para a empresa, o que incentiva a abertura de vagas para pessoas que hoje estão fora do mercado formal.

Quem votou Não diz

A redução da multa de 40% para 20% diminui a proteção do trabalhador contra a demissão sem justa causa e o valor que ele recebe ao ser dispensado.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o destaque, com texto modificado (Sim 248, Não 214). Agência Brasil (15/04/2020) cita uma emenda de Plenário que restabeleceu a multa de 20% do FGTS, aprovada por 248 a 214, coincidindo com os números desta votação. A ligação com o 'art. 6' do PSL vem da descrição da base e de uma busca secundária, por isso confiança média. SIM aprova a redução da multa, logo discorda da pergunta. Orientação: maioria a favor; oposição e minoria contra.

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MPV 905/2019 · 2 min de leitura aprovado · 322 a 153

Contrato Verde e Amarelo (contratação com menos encargos) - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória que cria o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo e muda regras trabalhistas. Votou-se a versão final do relator, chamada 'emenda aglutinativa global' (um texto que junta várias propostas de mudança). Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Direitos trabalhistas
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Empresas que contratassem pessoas de 18 a 29 anos no primeiro emprego, e pessoas com mais de 55 anos sem vínculo formal há mais de um ano, teriam isenção da contribuição patronal previdenciária (paga pela empresa à Previdência) de 20% e de contribuições ao Sistema S (entidades como o Senai e o Sesc), reduzindo os encargos sobre a folha de pagamento de 39,5% para 12,1%. O texto também altera regras de horas extras, de acidente de trajeto (acidente no caminho entre casa e trabalho) e o peso de acordos coletivos. A MP perdeu a validade sem ser votada no Senado.

Quem votou Sim diz

Reduzir encargos e custos de contratação estimula a abertura de vagas para jovens e para pessoas com mais de 55 anos que têm dificuldade de entrar no mercado formal, em um momento de desemprego elevado.

Quem votou Não diz

O texto reduz direitos e contribuições previdenciárias e diminui a proteção em temas como acidente de trajeto e horas extras.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a medida provisória na forma da emenda aglutinativa, ressalvados os destaques (Sim 322, Não 153; Agência Câmara 14-15/04/2020). SIM aprova um texto que reduz encargos e alguns direitos, ou seja, discorda da pergunta (mais proteção, mesmo com custo maior). Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2019 5 votações

PL 3261/2019 · 2 min de leitura aprovado · 276 a 124

Novo marco legal do saneamento básico - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto do Poder Executivo (PL 4162/2019, que tramitou junto com o PL 3261/2019, do Senado) que atualiza as regras do saneamento básico (água e esgoto). Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Privatizações
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O texto facilita a privatização de empresas estaduais de saneamento: a venda deixa de depender da concordância dos municípios atendidos, salvo mudança no contrato. Os novos contratos passam a exigir licitação, e os contratos atuais com estatais, firmados sem licitação, podem ser renovados por mais 30 anos até 31 de março de 2022. A meta é universalizar o serviço até 31 de dezembro de 2033. O projeto não vende nenhuma empresa por si só.

Quem votou Sim diz

A abertura à iniciativa privada e a exigência de licitação trazem investimento e metas para chegar a todos os municípios, com a formação de blocos de municípios para tornar viável o atendimento de regiões menos atraentes.

Quem votou Não diz

O fim do financiamento cruzado, pelo qual áreas de renda maior ajudam a custear a expansão para cidades menores e periferias, pode deixar essas áreas sem serviço; movimentos sociais também se opuseram ao projeto.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o projeto, ressalvados os destaques (Sim 276, Não 124, 1 abstenção; Agência Câmara 11/12/2019). SIM aprova o marco que facilita a venda de estatais do setor, ou seja, concorda que essas estatais possam ser vendidas. Orientação: maioria e governo a favor; minoria e oposição contra. Confiança média: o texto cria condições e não determina a venda de empresa alguma, e a votação na base é de 2019 (a lei final é de 2020 e não está nos dados). Na base de dados a votação aparece sob o PL 3261/2019; o texto votado foi o PL 4162/2019.

Fontes: camara.leg.br · congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 3723/2019 · 2 min de leitura aprovado · 283 a 140

Mudanças no Estatuto do Desarmamento - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que altera a lei sobre registro, posse e porte de armas de fogo. Posse é ter a arma em casa ou na propriedade; porte é poder carregá-la fora de casa. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global reformulada' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator da comissão especial.

Armas
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O projeto amplia o local onde a arma de posse pode ser mantida (toda a propriedade, e não só dentro da casa), permite regularizar armas sem registro e garante porte a caçadores e colecionadores registrados. Também aumenta as penas de alguns crimes envolvendo armas.

Quem votou Sim diz

O cidadão habilitado deve poder se defender e proteger a família e a propriedade, e regularizar armas hoje fora do registro dá mais controle ao Estado sobre quem as possui.

Quem votou Não diz

Mais armas em circulação tendem a aumentar homicídios, acidentes e desvio de armas para o crime; ampliar posse e porte vai na direção oposta à redução da violência.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (jun/2019 sobre o texto original e nov/2019 sobre o aprovado, via Congresso em Foco): amplia posse, regularização e porte para novos grupos. Votar SIM aprova esse relaxamento, então SIM é a favor de facilitar o acesso. Confiança média porque o texto foi reformulado no Plenário (o relator retirou o porte para guardas municipais e outros) e também aumenta penas de alguns crimes. O núcleo de facilitação foi mantido, mas o texto final completo não foi lido.

Fontes: camara.leg.br · congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 3715/2019 · 2 min de leitura aprovado · 320 a 61

Posse de arma em toda a área do imóvel rural

A Câmara aprovou o projeto do Senado que muda o Estatuto do Desarmamento para considerar toda a extensão do imóvel rural como a residência de quem tem a posse de arma de fogo. Hoje, a posse é permitida apenas na sede da propriedade.

Armas
Voto de Tabata Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quem já pode ter arma em casa poderá mantê-la em toda a área da propriedade rural, e não só na sede. O projeto trata de posse (manter a arma no local), não de porte (circular armado). O texto seguiu para a sanção presidencial após esta votação.

Quem votou Sim diz

O produtor rural precisa se defender em áreas onde a polícia demora a chegar, principalmente pequenos proprietários, alvos frequentes de roubos e invasões; o projeto só esclarece onde a posse se aplica e não amplia o porte.

Quem votou Não diz

Mais armas no campo podem aumentar a violência, inclusive contra trabalhadores, povos indígenas e movimentos sociais, e armar a população em um período de polarização traz riscos.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o projeto, ressalvados os destaques (Sim 320, Não 61, 1 abstenção; Agência Câmara 21/08/2019). Não é destaque: SIM aprova a ampliação do local de posse de arma, ou seja, facilita o acesso a armas. Orientação: maioria e governo a favor; minoria e oposição liberadas; PT, PDT e PCdoB em obstrução; PSOL e PV contra. Confiança alta: o objeto único é a posse de arma, e o alcance se limita à área rural e não inclui porte.

Fontes: camara.leg.br · poder360.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 6/2019 · 1 min de leitura aprovado · 370 a 124

Reforma da Previdência - texto principal (2º turno)

A Câmara fez a segunda e última votação sobre o conjunto da proposta que muda as aposentadorias, já aprovada na primeira votação. Depois dela vieram os destaques (votações separadas de trechos), e a proposta seguiu para o Senado.

Previdência
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma as novas regras: idade mínima para se aposentar pelo INSS, regras de transição para quem já trabalha e um novo jeito de calcular o valor do benefício.

Quem votou Sim diz

Sem idade mínima e sem mudar o cálculo, o gasto com aposentadorias tomaria uma parte cada vez maior do orçamento público. O ajuste seria necessário para que o sistema continue pagando nas próximas décadas.

Quem votou Não diz

O custo recai sobre trabalhadores de menor renda, que terão de contribuir por mais tempo para receber valores menores. Para os críticos, o problema das contas poderia ser resolvido cobrando devedores e revisando benefícios fiscais (vantagens concedidas a empresas por meio de impostos menores).

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Mesmo texto do 1º turno (idade mínima, regras de transição e novo cálculo; Agência Brasil e Agência Senado, 06-07/08/2019). Votar SIM aprova essas regras mais rígidas, então SIM é concordar com elas. Orientação dos partidos: maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 6/2019 · 2 min de leitura aprovado · 379 a 131

Reforma da Previdência - texto principal (1º turno)

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a proposta que muda as regras para se aposentar pelo INSS. A proposta foi reescrita por uma comissão especial, que criou um texto novo para substituir o original (chamado 'substitutivo'). Pedidos para votar trechos separadamente, chamados 'destaques', foram analisados depois.

Previdência
Voto de Tabata Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quem se aposentar pelas novas regras precisará ter idade mínima (65 anos para homens e 62 para mulheres, para quem entra no sistema agora) e o valor do benefício passa a considerar a média de todos os salários. Quem já contribui segue regras de transição, ou seja, regras intermediárias até a mudança valer por completo.

Quem votou Sim diz

Com o envelhecimento da população, a Previdência gasta mais do que arrecada. Fixar idade mínima e mudar o cálculo reduz esse rombo (a diferença entre o que se gasta e o que se arrecada) e ajuda a manter os pagamentos para as próximas gerações.

Quem votou Não diz

As mudanças obrigam o trabalhador a contribuir por mais tempo e a receber menos, e pesam mais sobre quem começou a trabalhar cedo e tem renda menor. Para os críticos, o ajuste das contas poderia vir de outras fontes, como a cobrança de grandes devedores.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (10/07/2019): o texto aprovado cria idade mínima e novas regras de cálculo e de transição, ou seja, aposentadoria mais difícil. Votar SIM aprova essas regras, então SIM é concordar com elas. Orientação dos partidos: maioria a favor, oposição contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

Ver todas as votações com os outros deputados →

Presença nas votações88% das votações do Plenário

Porcentagem das votações nominais do Plenário em que registrou voto. Não conta trabalho em comissões. Licenças, afastamentos e campanhas reduzem o número sem significar falta sem justificativa.

AnoVotou em
2019 237 de 316 (75%)
2020 358 de 393 (91%)
2021 709 de 755 (94%)
2022 452 de 507 (89%)
2023 261 de 300 (87%)
2024 217 de 273 (79%)
2025 362 de 429 (84%)
2026 117 de 126 (93%)
Gastos com a cota parlamentarR$ 36.175/mês · R$ 3.364.303 no total

A cota parlamentar (CEAP) reembolsa despesas do mandato, como passagens, escritório e divulgação. Usá-la é permitido; o limite muda por estado. Comparamos a média por mês com a dos deputados do mesmo estado e da Câmara toda.

Total em 2026
R$ 358.718
285 notas em 10 meses
Média por mês
R$ 35.872
Média em SP: R$ 26.304 · Câmara: R$ 28.789

Por categoria

Escritório de apoio R$ 152.847
Divulgação do mandato R$ 122.196
Combustível R$ 36.912
Aluguel de veículos R$ 36.199
Hospedagem R$ 5.790
Táxi, pedágio e estacionamento R$ 2.596
Telefonia R$ 1.888
Assinaturas de publicações R$ 291

Por mês

jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez

Maiores fornecedores

FornecedorCNPJ/CPFNotasTotal
SJR IMOVEIS LTDA33.927.528/0001-6010R$ 138.193
ASHLLEY KAROLYNE SANTANA DE MELO62.570.543/0001-006R$ 54.000
ARMIS MOBI46.795.949/0001-262R$ 24.209
PEDRO HENRIQUE DO NASCIMENTO62.362.400/0001-023R$ 20.000
EMVIC TECNOLOGIAS APLICADAS LTDA46.795.949/0001-261R$ 11.990
PALVER CONSULTORIA E DESENVOLVIMENTO TECNOLOGICO LTDA41.522.141/0001-516R$ 10.800
REBECA AGUIS COSTA39.546.671/0001-984R$ 10.000
DWS Comunicação LTDA42.864.019/0001-266R$ 9.000
AUTO POSTO PORTAL DA ALDEIA LTDA06.069.159/0001-4930R$ 8.604
SAN RAPHAEL HOTÉIS S.A44.018.885/0001-212R$ 8.015

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Projetos de autoria121 como primeiro autor · 6 viraram lei

Projetos de lei, de lei complementar e PECs apresentados de 2019 a 2026. "Primeiro autor" é quem assinou primeiro; nos demais, o deputado é coautor. Contar projetos não mede qualidade: muitos são homenagens ou datas comemorativas.

Viraram lei
6
como primeiro autor
Aprovados na Câmara
5
como primeiro autor
Em tramitação
96
como primeiro autor
Arquivados
14
como primeiro autor
Coautorias
137
11 viraram lei

Que viraram lei (autoria + coautorias)

  • PL 3148/2024 coautor

    Inscreve o nome de Eduardo Campos no Livro dos Heróis da Pátria NOVA EMENTA: Inscreve o nome de Eduardo Henrique Accioly Campos no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.

  • PL 5696/2023 coautor

    Altera as Leis nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, e nº 11.947, de 16 de junho de 2009, para garantir o acesso à água potável nas instituições de ensino. NOVA EMENTA: Altera as Leis nºs 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), e 11.947, de 16 de junho de 2009, para garantir o acesso à água potável nas instituições de ensino.

  • PL 4978/2023 primeiro autor

    Altera a Lei n° 13.105, de 2015 (Código de Processo Civil) de modo a simplificar a ação alimentícia, criar novo procedimento para o pagamento automático da prestação alimentícia, e permitir a penhora de ativos adicionais, exclusivamente para pagar alimentos. Finalmente, acrescenta itens à Lei n° 11.364, para permitir que a sociedade tenha acesso a estatísticas detalhadas sobre a atividade judiciária, inclusive em relação a ações de alimentos.

  • PL 3/2023 coautor

    Cria o Protocolo Não é Não de atendimento à mulher vítima de violência sexual ou assédio em discotecas ou estabelecimentos noturnos, eventos festivos, bares, restaurantes ou qualquer outro estabelecimento de grande circulação de pessoas. NOVA EMENTA: Cria o protocolo "Não é Não", para prevenção ao constrangimento e à violência contra a mulher e para proteção à vítima; institui o selo "Não é Não - Mulheres Seguras"; e altera a Lei nº 14.597, de 14 de junho de 2023 (Lei Geral do Esporte).

  • PL 2725/2022 primeiro autor

    Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; a Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961; a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994; e a Lei nº 10.973, de 2 dezembro de 2004, para estabelecer requisitos mínimos de transparência pública e controle social em matéria educacional. NOVA EMENTA: Altera as Leis nºs 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), e 10.973, de 2 de dezembro de 2004, para estabelecer requisitos mínimos de transparência pública e controle social em matéria educacional.

  • PL 4129/2021 primeiro autor

    Dispõe sobre diretrizes gerais para a elaboração de planos de adaptação à mudança do clima. NOVA EMENTA: Estabelece diretrizes para a elaboração de planos de adaptação a? mudança do clima; altera a Lei nº 12.114, de 9 de dezembro de 2009; e dá outras providências.

  • PL 1795/2021 coautor

    Inscreve no Livro de Heróis e Heroínas da Pátria o nome de Laudelina de Campos Melo.

  • PL 1246/2021 primeiro autor

    Dispõe sobre a criação de reserva obrigatória de participação de mulheres em conselhos de administração das sociedades empresárias que especifica e dá outras providências. NOVA EMENTA: Estabelece a obrigatoriedade de reserva mínima de participação de mulheres em conselhos de administração das sociedades empresárias que especifica; e altera as Leis nºs 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e 13.303, de 30 de junho de 2016.

  • PL 54/2021 primeiro autor

    Altera a Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, que cria o Programa Bolsa Família e dá outras providências, para dispor sobre a criação de incentivo financeiro ao estudante do ensino médio. NOVA EMENTA: Institui incentivo financeiro-educacional, na modalidade de poupança, aos estudantes matriculados no ensino médio público; e altera as Leis nºs 13.999, de 18 de maio de 2020, e 14.075, de 22 de outubro de 2020.

  • PL 5096/2020 coautor

    Altera o Decreto – Lei 3.689, de 3 de outubro de 1941 - Código de Processo Penal - para dispor sobre a audiência de instrução e julgamento nos casos de crimes contra a dignidade sexual. NOVA EMENTA: Altera os Decretos-Leis nºs 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), e a Lei nº 9.099, de 26 de setembro de 1995 (Lei dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais), para coibir a prática de atos atentatórios à dignidade da vítima e de testemunhas e para estabelecer causa de aumento de pena no crime de coação no curso do processo (Lei Mariana Ferrer).

  • PL 5091/2020 coautor

    Altera a Lei nº 13.869, de 5 de setembro de 2019, para tipificar o crime de violência institucional.

  • PL 4372/2020 coautor

    Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, de que trata o art. 212-A da Constituição Federal; e dá outras providências. NOVA EMENTA: Regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), de que trata o art. 212-A da Constituição Federal; revoga dispositivos da Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007; e dá outras providências.

  • PL 3932/2020 coautor

    Determina o afastamento do trabalho presencial de trabalhadoras gestantes enquanto persistir a vigência do Decreto Legislativo nº 6, de 2020. NOVA EMENTA: Dispõe sobre o afastamento da empregada gestante das atividades de trabalho presencial durante o estado de calamidade pública reconhecido pelo Decreto Legislativo nº 6, de 20 de março de 2020.

  • PL 2508/2020 coautor

    Acrescenta alínea I ao parágrafo 3º do Art. 2º da Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020, que dispõe sobre a operacionalização do pagamento da Renda Básica Emergencial, para assegurar à mulher provedora a concessão do benefício, salvo se comprovada a guarda unilateral do homem provedor; e dá outras providências. NOVA EMENTA: Altera a Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020, para estabelecer medidas de proteção à mulher provedora de família monoparental em relação ao recebimento do auxílio emergencial de que trata o art. 2º da Lei nº 13.982, de 2 de abril de 2020; e dá outras providências

  • PL 557/2020 primeiro autor

    Institui a realização, em caráter anual, da "Semana de Valorização de Mulheres que Fizeram História" no âmbito das escolas de educação básica do País.

  • PLP 146/2019 coautor

    Dispõe sobre startups e apresenta medidas de estímulo à criação dessas empresas e estabelece incentivos aos investimentos por meio do aprimoramento do ambiente de negócios no País. NOVA EMENTA: Institui o marco legal das startups e do empreendedorismo inovador; e altera as Leis nºs 8.212, de 24 de julho de 1991, 7.713, de 22 de dezembro de 1988, 6.404, de 15 de dezembro de 1976, 11.196, de 21 de novembro de 2005, e a Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

  • PL 1422/2019 coautor

    Institui o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como número suficiente para identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos, altera dispositivos da Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, e dá outras providências. NOVA EMENTA: Altera as Leis nºs 7.116, de 29 de agosto de 1983, 9.454, de 7 de abril de 1997, 13.444, de 11 de maio de 2017, e 13.460, de 26 de junho de 2017, para adotar número único para os documentos que especifica e para estabelecer o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) como número suficiente para identificação do cidadão nos bancos de dados de serviços públicos.

Todos os 121 projetos como primeiro autor
ProjetoEmentaSituação
PL 5498/2026Dispõe sobre medidas complementares de proteção de crianças e adolescentes no uso de redes sociais e altera a Lei nº 15.211, de 17 de setembro de 2025 (Estatuto Digital da Criança e do Adolescente).
PL 4739/2026Altera a Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos), a Lei nº 8.987, de 13 de fevereiro de 1995 (Lei de Concessões e Permissões de Serviços Públicos), a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente), e a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), para estabelecer normas de proteção à infância e à adolescência mediante a vedação da publicidade de plataformas de conteúdo adulto e de serviços de natureza sexual em bens públicos e em espaços cuja exploração econômica dependa de delegação, incentivo ou benefício fiscal do Poder Público, e dá outras providências.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 3228/2026Altera a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, para fixar limites máximos de aquisição de alimentos processados e ultraprocessados e limites mínimos de aquisição de alimentos in natura ou minimamente processados no âmbito do Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE, estabelecer padrão mínimo de qualidade das compras alimentares, instituir obrigações de transparência e monitoramento, e dar outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3227/2026Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, para adequar o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) à organização curricular do ensino médio e articular a aferição da formação técnica e profissional ao processo nacional de avaliação da educação profissional técnica e tecnológica.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2563/2026Altera a Lei nº 12.527, de 18 de novembro de 2011, para estabelecer a obrigatoriedade de divulgação de estatísticas de ocupação de cargos, funções e empregos por homens e mulheres na administração pública.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1827/2026Altera a Lei nº 15.211, de 17 de setembro de 2025, para instituir a Política Nacional de Parentalidade Digital e, estabelecer restrições ao acesso de menores de 16 anos a redes sociais.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1460/2026Dispõe sobre a proteção da identidade pessoal contra a criação e a difusão não autorizadas de réplicas digitais.Tramitando em Conjunto
PL 1425/2026Altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha) para aprimorar os procedimentos nela previstos e ampliar a disponibilidade de dados para formulação de políticas públicas para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1424/2026Define antissemitismo com a finalidade de instruir as políticas públicas nacionais.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1172/2026Altera a Lei nº 14.790, de 29 de dezembro de 2023, que dispõe sobre a modalidade lotérica denominada apostas de quota fixa, para tratar sobre publicidade e propaganda de apostas em ambiente digital.Tramitando em Conjunto
PL 746/2026Altera as Leis nºs 7.492, de 16 de junho de 1986, 9.613, de 3 de março de 1998, e 12.850, de 2 de agosto de 2013, para disciplinar a responsabilidade penal na gestão de instituições financeiras e a evasão de divisas mediante ativos virtuais, instituir causas de aumento de pena no crime de lavagem de dinheiro e dispor sobre o acesso a dados cadastrais e o compartilhamento de relatórios de inteligência financeira.Aguardando Parecer
PL 225/2026Institui a Política Nacional de Despoluição Sonora e dispõe sobre seus princípios, objetivos e instrumentos, bem como sobre as diretrizes relativas à gestão da qualidade acústica no território nacional.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 6489/2025Institui o “Dia Nacional da Mulher com Deficiência” e a “Semana de Luta e Visibilidade da Mulher com Deficiência”, em homenagem à Professora Izabel de Loureiro Maior, e dá outras providências.Aguardando Parecer
PL 5319/2025Aperfeiçoa a legislação sanitária e de defesa do consumidor para coibir fraudes, adulterações e irregularidades na comercialização de suplementos alimentares e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 4553/2025Institui o Portal Nacional de Informações Estratégicas Socioambientais, Climáticas e Territoriais - “INFOCLIMA-TERRA-BRASIL”, e dá outras providências.Aguardando Deliberação
PL 4311/2025Altera a Lei nº 13.536, de 2017, para dispor sobre a prorrogação de prazo regulamentar para conclusão de curso e de duração de bolsas, para estudante de educação superior e pesquisador, sempre que pai de criança nascida ou que adotar ou obtiver guarda judicial para fins de adoção.Aguardando Parecer
PL 4020/2025Altera a Lei nº 14.790, de 29 de dezembro de 2023, para dispor sobre a disponibilidade dos prêmios mantidos em carteira virtual para novas apostas.Pronta para Pauta
PL 3886/2025Proíbe a monetização de conteúdos digitais com a participação de crianças e adolescentes e altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990 – Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 – Marco Civil da Internet, e a Lei nº 13.709, de 14 de agosto de 2018 – Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, para reforçar a proteção de crianças e adolescentes.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Análise)
PL 3672/2025Institui incentivo financeiro, na modalidade bolsa, com o objetivo de promover a capacitação profissional e o empreendedorismo de jovens egressos do ensino médio público em situação de vulnerabilidade socioeconômica.Aguardando Parecer
PL 3670/2025Altera a Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, que dispõe sobre improbidade administrativa, para incluir nova hipótese de conduta que atenta contra os princípios da administração pública.Aguardando Parecer
PLP 156/2025Altera a Lei Complementar nº 210, de 25 de novembro de 2024 para dispor sobre os limites das emendas parlamentares aos projetos de lei orçamentária anual.Pronta para Pauta
PL 3328/2025Dispõe sobre verbas indenizatórias para fins do teto remuneratório e do aprimoramento da fiscalização financeira da Administração Pública e do controle do gasto público, conforme o previsto respectivamente nos artigos 37, XI, § 11, e 163, V, da Constituição FederalTramitando em Conjunto
PL 3069/2025Dispõe sobre as normas gerais de contratação de agentes públicos especiais, nos termos do inciso IX do art. 37 da Constituição Federal.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Autorização)
PL 2581/2025Altera a legislação do imposto sobre a renda para instituir a redução do imposto devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas, e dá outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2280/2025Dispõe sobre a destinação de percentual dos recursos depositados em plataformas digitais de operação financeira para contas de poupança de titularidade do usuário, e dá outras providências.Aguardando Parecer
PL 1849/2025Autoriza e estabelece diretrizes para criação do Programa Acesso Livre e cria campanhas de conscientização acerca do sistema de free flow.Tramitando em Conjunto
PL 982/2025Altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha) para dispensar o exame de corpo de delito nos crimes cometidos no contexto de violência doméstica e dá outras providências.Pronta para Pauta
PL 787/2025Institui o dia 7 de abril como Dia Nacional da Avaliação de Políticas Públicas.Aguardando Parecer
PL 4839/2024Dispõe sobre o teto remuneratório estabelecido no inciso XI do caput e no § 9º do art. 37 da Constituição Federal e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 4359/2024Altera e acrescenta disposições à Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional.Tramitando em Conjunto
PL 3346/2024Acrescenta o art. 129-A ao Código Penal a fim de tipificar o crime de violência obstétrica.
PL 2518/2024Dispõe sobre a mensuração do bem-estar subjetivo dos cidadãos e o seu uso na formulação e avaliação de políticas públicas.Aguardando Designação de Relator(a)
PLP 99/2024Regulamenta o inciso IV, do § 3º do art. 9º da Emenda Constitucional 132 de 20 de dezembro de 2023, para dispor sobre a redução de alíquotas do IBS e da CBS para atividades de reabilitação urbana de zonas históricas e de áreas críticas de recuperação e reconversão urbanística.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 2012/2024Altera a Lei nº 14.818, de 16 de janeiro de 2024, para dispensar auferição de frequência dos estudantes matriculados em municípios em situação de calamidade pública reconhecida pelo Poder Executivo federal .Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1883/2024Institui a Política Nacional de Resiliência Psicossocial em resposta a desastres ambientais, dispondo de orientações sobre a prevenção, promoção e pósvenção em saúde mental. Altera a Lei 12.608, de 10 de abril de 2012, e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), aprovada pelo Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 e dá outras providências.Pronta para Pauta
PL 1720/2024Altera o art. 19-J a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre o direito da mulher a acompanhante nos atendimentos realizados em serviços de saúde públicos ou privados.
PL 1703/2024Institucionaliza medidas de auxílio quando for reconhecido estado de calamidade pública.Tramitando em Conjunto
PL 1443/2024Dispõe sobre medidas para o bem-estar e prevenção de extravio de animais em viagens aéreas. (Lei Cão Joca)
PLP 61/2024Altera a Lei Complementar nº 187, de 16 de dezembro de 2021, para aprimorar o processo de seleção de bolsistas e a vedação a qualquer forma de discriminação entre alunos bolsistas e pagantes em entidades beneficentes com atuação na área da educação.Retirado pelo(a) Autor(a)
PL 1327/2024Dispõe sobre a campanha “Maio Vermelho”, voltada à conscientização sobre os acidentes vasculares cerebrais.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 1326/2024Cria o selo Escola Voluntária.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 958/2024Estabelece normas gerais sobre abordagens policiais humanizadas a pessoas em situação de crise de saúde mental.Aguardando Parecer
PL 6228/2023Altera a Lei nº 8.394, de 30 de dezembro de 1991, para aperfeiçoar a preservação, organização e proteção do acervo documental dos presidentes da República e dos vice-presidentes da República.Aguardando Parecer
PL 6227/2023Altera a Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006, para dispor sobre mecanismos de combate a práticas irregulares, abusivas ou violadoras de direitos em Comunidades Terapêuticas Acolhedoras.Aguardando Parecer
PL 6216/2023Dispõe sobre a regulamentação da licença-paternidade prevista no inciso XIX do art. 7º da Constituição Federal e altera as Leis nº 8.212 e nº 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, para instituir o benefício do salário-paternidade no âmbito da Previdência Social.Arquivada
PL 5545/2023Dispõe sobre fornecimento gratuito de água potável em estabelecimentos comerciais e eventos públicos e privados de grande porte, bem como a vedação à proibição do porte de garrafas próprias e individuais de água.Tramitando em Conjunto
PL 5477/2023Altera a redação do artigo 9º da Lei nº 6.634, de 2 de maio de 1979, quanto ao repasse de recursos destinados ao acolhimento humanitário de pessoas refugiadas, solicitantes de reconhecimento da condição de refugiado, apátridas e outras em situação de vulnerabilidade decorrente de fluxo provocado por crise humanitária para os Municípios sede de Aeroportos Internacionais e Aeródromos Militares, excepcional e temporariamente reconhecidos como faixa de fronteira.Pronta para Pauta
PL 5238/2023Dispõe sobre a regulamentação do direito de acesso dos candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM).
PL 4978/2023Altera a Lei n° 13.105, de 2015 (Código de Processo Civil) de modo a simplificar a ação alimentícia, criar novo procedimento para o pagamento automático da prestação alimentícia, e permitir a penhora de ativos adicionais, exclusivamente para pagar alimentos. Finalmente, acrescenta itens à Lei n° 11.364, para permitir que a sociedade tenha acesso a estatísticas detalhadas sobre a atividade judiciária, inclusive em relação a ações de alimentos.Transformado em Norma Jurídica
PL 4724/2023Estabelece políticas públicas de prevenção e promoção de saúde mental voltados aos profissionais de saúde e altera as leis nº 13.819, de 26 de abril de 2019 e nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, a Lei Complementar nº 187, de 16 de dezembro de 2021 e o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943.Tramitando em Conjunto
PL 4581/2023Altera a Lei nº 4.737, de 15 de julho de 1965, que Institui o Código Eleitoral, para autorizar a propaganda eleitoral em duas línguas, desde que uma delas seja o português.Pronta para Pauta
PL 3890/2023Altera a Lei nº 11.445, de 5 de janeiro de 2007, para instituir a Tarifa Social de Água e Esgoto, nas condições que especifica.Arquivada
PL 3735/2023Altera a Lei nº 10.046, de 10 de janeiro de 2002, que institui o Código Civil, para proibir o casamento e união civil de menores de 18 (dezoito) anos.Tramitando em Conjunto
PL 2640/2023Dispõe sobre a criação do Selo Empresa Amiga da Diversidade.
PL 1847/2023Altera a Lei n.º 12.764/12, que dispõe sobre a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.Tramitando em Conjunto
PL 3051/2022Altera a Lei nº 9.474, de 22 de julho de 1997, para dispor sobre a isenção de pagamento de taxas e sobre a tramitação simplificada de processos de revalidação e reconhecimento de diplomas de graduação e pós-graduação stricto sensu para os refugiados.Tramitando em Conjunto
PL 3050/2022Altera a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, para que a fixação dos valores per capita do PDDE contemple, diferenciadamente, as escolas que atendem a estudantes imigrantes e refugiados.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2778/2022Insere disposições nas Leis nos 4.737, de 15 de julho de 1965 - Código Eleitoral; 8.429, de 2 de junho de 1992 - Lei da Improbidade Administrativa; 9.504, de 30 de setembro de 1997 - Lei das Eleições, e 14.133, de 1º de abril de 2021 - Lei de Licitações e Contratos Administrativos, para prevenir a prática de assédio eleitoral.Tramitando em Conjunto
PL 2777/2022Altera a Lei n° 3.268, de 30 de setembro de 1957, para disciplinar a transparência das atividades de fiscalização e disciplina do Conselho Federal e dos Conselhos Regionais de Medicina.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2725/2022Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996; a Lei nº 4.024, de 20 de dezembro de 1961; a Lei nº 8.958, de 20 de dezembro de 1994; e a Lei nº 10.973, de 2 dezembro de 2004, para estabelecer requisitos mínimos de transparência pública e controle social em matéria educacional. NOVA EMENTA: Altera as Leis nºs 9.394, de 20 de dezembro de 1996 (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional), e 10.973, de 2 de dezembro de 2004, para estabelecer requisitos mínimos de transparência pública e controle social em matéria educacional.Transformado em Norma Jurídica
PL 2075/2022Altera a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, para dispor que o IBGE, na forma da regulamentação, adotará metodologia para atualizar anualmente os percentuais de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência em relação à população das unidades da Federação.Arquivada
PL 2074/2022Dispõe sobre a locação social de imóveis residenciais para famílias de baixa renda com o objetivo de reduzir o déficit habitacional.Tramitando em Conjunto
PL 1891/2022Altera a Lei nº 9.615, de 24 de março de 1998, que institui normas gerais sobre desporto, para dispor sobre igualdade de gênero no investimento da verba pública no esporte.Aguardando Designação - Aguardando Devolução de Relator(a) que deixou de ser Membro
PL 1890/2022Altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 - Lei Maria da Penha, para facilitar a concessão de medida protetiva e torná-la irrevogável se tiver prazo.Aguardando Parecer
PL 1495/2022Altera a Lei nº 14.284, de 29 de dezembro de 2021, para adequar o Benefício da Primeira Infância à definição da primeira infância dada pela Lei nº 13.257, de 8 de março de 2016.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1410/2022Dispõe sobre o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais e Materiais causados por desastres naturais relacionados a chuvas.Aguardando Parecer
PL 1396/2022Institui o dia 28 de maio como o Dia Nacional da Dignidade MenstrualAguardando Designação de Relator(a)
PL 1251/2022Dispõe sobre os animais de suporte emocional como recurso terapêutico para pessoas com deficiência e transtornos mentais.Arquivada
PL 1066/2022Altera a Lei nº 14.284, de 29 de dezembro de 2021, para adequar o Benefício da Primeira Infância à definição da primeira infância dada pela Lei nº 13.257, de 8 de março de 2016.Retirado pelo(a) Autor(a)
PLP 64/2022Regulamenta o § 16 do art. 37 da Constituição Federal, para dispor sobre a avaliação de políticas públicas no âmbito da administração pública federal, e altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para instituir anexo de avaliação de políticas públicas à lei de diretrizes orçamentárias.Aguardando Parecer
PL 1037/2022Exige de candidatos e autoridades apresentação de declaração de interesses e fontes de renda.Tramitando em Conjunto
PL 1031/2022Regulamenta o § 16 do art. 37 da Constituição Federal, para dispor sobre a avaliação de políticas públicas no âmbito da administração pública federal, e altera a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para instituir anexo de avaliação de políticas públicas à lei de diretrizes orçamentárias.Retirado pelo(a) Autor(a)
PL 1025/2022Dispõe sobre a avaliação e monitoramento, pelas administrações tributárias da União, do Distrito Federal, dos Estados e dos Municípios, das políticas de concessão de incentivos e benefícios de natureza tributária, nos termos do § 16 do art. 37 e do § 16 do art. 165 da Constituição Federal.Aguardando Parecer
PL 1005/2022Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996 para priorizar a distribuição de vagas em escolas públicas de educação infantil para crianças de famílias monoparentais.Tramitando em Conjunto
PL 616/2022Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes, e dá outras providências, para dispor sobre a fiscalização e o controle da água destinada ao consumo humano.Tramitando em Conjunto
PL 596/2022Modifica o art. 7º, inciso 4, da Lei nº 1.079, de 1950, para prevenir o atentado contra a realização de eleições regulares, transparentes e democráticas.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 324/2022Dispõe sobre incentivos tributários para contratação de mulheres no mercado de trabalho formal.Aguardando Parecer
PL 250/2022Altera a Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012; a Lei nº 6.015, de 31 de dezembro de 1973 – Lei dos Registros Públicos; a Lei nº 4.947, de 6 de abril de 1966; e a nº Lei 5.868/1972, de 12 de dezembro de 1972 , para instituir e ampliar a transparência dos dados sobre posse e propriedade de terras.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 249/2022Dispõe sobre normas de transparência nas contratações públicas da União.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 248/2022Dispõe sobre a coleta e o compartilhamento de dados sobre beneficiário final de pessoas jurídicas brasileiras e estrangeiras com atividades no País.Tramitando em Conjunto
PL 230/2022Dispõe sobre incentivos à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no setor de saúde, com vistas à sua capacitação produtiva e tecnológica e dá outras providências.
PL 59/2022Cria o Programa Dinheiro Direto na Escola para promoção da sustentabilidade (PDDE Sustentável).Aguardando Parecer
PL 4593/2021Acrescenta parágrafo ao art. 37 da Lei nº 9.394, de 1996, de diretrizes e bases da educação nacional, para assegurar às mulheres com filhos ou dependentes a oferta de vagas, no turno diurno, para cursarem a educação de jovens e adultos.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 4592/2021Institui a Semana da Educação Midiática, a ser realizada anualmente nas instituições de ensino da educação básica.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 4591/2021Institui o Sistema Nacional de Vigilância em Saúde - SINVES, estabelece instrumentos e medidas de prevenção e controle de doenças e de riscos de agravos à saúde no Brasil, regulamenta as situações de emergência em saúde pública, institui infrações e crimes sanitários, dispõe sobre o processo administrativo para apuração de infrações sanitárias e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 4579/2021Institui o Benefício Alimentação Maternidade para as trabalhadoras do mercado informal ou desempregadas e assegura alimentação diferenciada para mulheres lactantes em penitenciárias.Aguardando Parecer
PL 4578/2021Isenta do pagamento de taxas ou emolumentos pela emissão de passaportes e demais documentos de viagem, no território nacional, estudantes brasileiros de baixa renda comprovadamente aceitos em programas de ensino, pesquisa ou extensão no exterior.Arquivada
PL 4534/2021Acrescenta o Capítulo I - B ao Título VI da Parte Especial do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, para tratar do crime de condicionamento de dever de ofício à prestação de atividade sexual. NOVA EMENTA: Acrescenta o Capítulo I-B ao Título VI da Parte Especial do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para tipificar o crime de condicionamento de dever de ofício à prestação de ato sexual.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 4533/2021Acrescenta o art. 30-A à Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 (Lei Anticorrupção), para instituir a Semana de Promoção da Educação para a Integridade nas escolas públicas e privadas da educação básica.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 4524/2021Altera o art. 4º da Lei nº 1.079, de 10 de abril de 1950, o art. 4º do Decreto-Lei nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, e o art. 268 do Decreto-Lei nº 2.848 de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para estabelecer medidas punitivas adequadas para o gestor público que infringir deliberadamente determinações sanitárias do poder público destinadas a prevenir o contágio de doença durante a ocorrência de epidemia.Tramitando em Conjunto
PL 4523/2021Altera a Lei nº 9.961, de 28 de janeiro de 2000, que cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS e dá outras providências, para explicitar a competência da ANS de fiscalizar os serviços de saúde próprios mantidos pelas operadoras de planos privados de assistência à saúde.Tramitando em Conjunto
PL 4518/2021Dispõe sobre os requisitos intelectuais e éticos exigidos pela Constituição Federal para o provimento de cargos públicos nos tribunais, conselhos nacionais e no Poder Executivo.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 4517/2021Altera a Lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013, para incluir novas possibilidades de sanções administrativas em decorrência da prática de atos lesivos à Administração Pública nacional ou estrangeira.Tramitando em Conjunto
PL 4516/2021Altera a Lei nº 12.431, de 24 de junho de 2011, para consolidar o incentivo à emissão de debêntures destinadas a projetos de investimento em desenvolvimento sustentável (debêntures verdes).Aguardando Parecer
PL 4129/2021Dispõe sobre diretrizes gerais para a elaboração de planos de adaptação à mudança do clima. NOVA EMENTA: Estabelece diretrizes para a elaboração de planos de adaptação a? mudança do clima; altera a Lei nº 12.114, de 9 de dezembro de 2009; e dá outras providências.Transformado em Norma Jurídica
PL 4043/2021Dispõe sobre diretrizes gerais para a elaboração de planos de adaptação à mudança do clima.Retirado pelo(a) Autor(a)
PL 3904/2021Altera a Lei nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990,que regula o Programa do Seguro-Desemprego, o Abono Salarial, institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), e dá outras providências, e a Lei nº 12.513, de 26 de outubro de 2011, que institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec); altera as Leis nº 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa do Seguro-Desemprego, o Abono Salarial e institui o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), nº 8.212, de 24 de julho de 1991, que dispõe sobre a organização da Seguridade Social e institui Plano de Custeio, nº 10.260, de 12 de julho de 2001, que dispõe sobre o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, e nº 11.129, de 30 de junho de 2005, que institui o Programa Nacional de Inclusão de Jovens (ProJovem); e dá outras providências, para dispor sobre incentivos à economia verde.Aguardando Parecer
PL 3501/2021Altera a ementa e o art. 1º da Lei nº 13.086, de 2015, para converter o “Dia da Conquista do Voto Feminino” em “Dia do Voto Feminino e da Representatividade das Mulheres na Política”.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 3408/2021Institui a Política Nacional de Atenção Psicossocial nas Comunidades Escolares.Tramitando em Conjunto
PL 1999/2021Acrescenta parágrafo único ao Inciso VIII do Art. 70 da Lei nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educaçãoArquivada
PL 1785/2021Insere dispositivo na Lei nº 5.537, de 21 de novembro de 1968.Arquivada
PL 1685/2021Altera a Lei nº 9.096, de 19 de setembro de 1995 - Lei dos Partidos Políticos e a Lei nº 9.504, de 30 de setembro de 1997 - Lei das Eleições, para regular a distribuição do Fundo Partidário e do Fundo de Financiamento das Campanhas Eleitorais com o objetivo de premiar as agremiações que invistam na efetiva participação política das mulheresTramitando em Conjunto
PL 1409/2021Eleva o valor do Auxílio Emergencial 2021 para R$ 600,00 (seiscentos reais); regulamenta o art. 107 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), para incluir as despesas tributárias no limite de despesas; revisa políticas públicas voltadas a cidadãos mais bem posicionados na distribuição de renda.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1246/2021Dispõe sobre a criação de reserva obrigatória de participação de mulheres em conselhos de administração das sociedades empresárias que especifica e dá outras providências. NOVA EMENTA: Estabelece a obrigatoriedade de reserva mínima de participação de mulheres em conselhos de administração das sociedades empresárias que especifica; e altera as Leis nºs 6.404, de 15 de dezembro de 1976, e 13.303, de 30 de junho de 2016.Transformado em Norma Jurídica
PL 788/2021Institui o Prêmio Meninas na Ciência para o Desenvolvimento do Brasil (Prêmio Meninas na Ciência)Devolvida ao(à) Autor(a)
PL 785/2021Dispõe sobre a criação de cotas obrigatórias de participação de mulheres em conselhos de administração de companhias abertas, de empresas estatais e de sociedades de economia mista e dá outras providências.Retirado pelo(a) Autor(a)
PL 506/2021Acrescenta dispositivo à Lei n° 7.170/83 para incluir o crime de apologia ao retorno da ditadura militar em território brasileiro.Arquivada
PL 54/2021Altera a Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, que cria o Programa Bolsa Família e dá outras providências, para dispor sobre a criação de incentivo financeiro ao estudante do ensino médio. NOVA EMENTA: Institui incentivo financeiro-educacional, na modalidade de poupança, aos estudantes matriculados no ensino médio público; e altera as Leis nºs 13.999, de 18 de maio de 2020, e 14.075, de 22 de outubro de 2020.Transformado em Norma Jurídica
PL 5340/2020Altera a Lei no 13.979, de 6 de fevereiro de 2020, que ?dispõe sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus responsável pelo surto de 2019?, para fixar diretrizes que orientem a distribuição de vacinas contra a covid-19 à população.Arquivada
PL 3748/2020Institui e dispõe sobre o regime de trabalho sob demanda.Tramitando em Conjunto
PL 3425/2020Dispõe sobre a inclusão de Ações Afirmativas na Pós-Graduação, e dá outras providências.Pronta para Pauta
PL 1082/2020Institui a Lei de Resposta ao Coronavírus e dispõe sobre a renda mínima de emergência e o benefício assistencial a trabalhadores informais.Arquivada
PL 569/2020Altera o inciso III do art. 473 da Consolidação das Leis do Trabalho para dispor sobre a licença-paternidade de 60 (sessenta) dias.Arquivada
PL 557/2020Institui a realização, em caráter anual, da "Semana de Valorização de Mulheres que Fizeram História" no âmbito das escolas de educação básica do País.Transformado em Norma Jurídica
PLP 17/2020Altera a Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, para estabelecer limite para a exposição total de crédito das instituições financeiras e promover a concorrência no Sistema Financeiro Nacional.Aguardando Parecer
PL 429/2020Acrescenta inciso ao art. 473 da Consolidação das Leis do Trabalho para permitir a ausência do empregado ao trabalho, sem prejuízo do salário, para participar de reunião escolar de seus dependentes.Tramitando em Conjunto
PL 428/2020Dispõe sobre a distribuição de absorventes higiênicos em espaços públicosArquivada
PL 6072/2019Modifica a Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004, para reformular os benefícios financeiros do Programa Bolsa Família, assegurar a atualização monetária anual dos valores dos benefícios e dos valores referenciais para caracterização de situação de pobreza e de extrema pobreza; prever o desligamento voluntário de famílias beneficiárias e o retorno automático ao Programa; revoga o art. 2º, o art. 2º-A, o parágrafo único do art. 3º e o parágrafo único do art. 6º da Lei nº 10.836, de 9 de janeiro de 2004; e dá outras providências.Arquivada
PEC 200/2019Acrescenta o inciso VI e parágrafo único ao art. 203 da Constituição Federal, para assegurar a garantia de transferência de renda a unidades familiares em situação de pobreza e de extrema pobreza.Aguardando Constituição de Comissão Temporária
PL 2595/2019Altera a Lei nº 11.494, de 20 de junho de 2007, que regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação - FUNDEB, de que trata o art. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.Arquivada
PL 1672/2019Dispõe sobre o repasse de transferências federais voluntárias, na área de educação, para os Estados, o Distrito Federal e os Municípios.Tramitando em Conjunto
Patrimônio declarado ao TSE2018: R$ 122.943 · 2022: R$ 556.700 · 2026: R$ 674.535

Valores informados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura. Bens costumam ser declarados pelo valor de compra, não pelo valor de mercado.

2018 · Deputado Federal (PDT) · R$ 122.943 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Outras aplicações e Investimentos#NULO#R$ 22.946,63
Fundos: Ações, Mútuos de Privatização, Invest. Empresas Emergentes, Invest.Participação e Invest. Índice Mercado#NULO#R$ 88.526,05
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)#NULO#R$ 7.248,34
Caderneta de poupança#NULO#R$ 4.221,96
2022 · Deputado Federal (PSB) · R$ 556.700 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Depósito bancário em conta corrente no PaísBanco do Brasil R$ 63.914,49
Outras aplicações e InvestimentosAplicações no Banco do Brasil R$ 492.785,80
2026 · Deputado Federal (PSB) · R$ 674.535 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
OUTROS BENS E DIREITOSINVESTIMENTO EM INSTITUIÇÃO FINANCEIRA E CORRETORASR$ 588.571,54
ApartamentoIMÓVEL FINANCIADO EM SÃO PAULOR$ 79.571,54
Dinheiro em espécie - moeda nacionalCONTA CORRENTER$ 6.391,66
Quem éSuperior · Cientista política

Formação e profissão

Escolaridade declarada à Câmara: Superior

Profissão: Cientista política

  • Ativista e Co-Fundadora — Instituto Vamos Juntas (2019)
  • Ativista e Co-fundadora — Acredito (2017–2018)
  • Ativista e Co-fundadora — Movimento Mapa Educação (2015–2018)
  • Ativista e Co-Fundadora — Projeto Voa (2013)

Partidos

  • PDT, desde 01/02/2019
  • PSB, desde 28/09/2021

Links

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Comissões e órgãos76 participações desde 2019 · 40 como titular · 10 com cargo

Comissões são grupos menores de deputados que analisam os projetos de um tema (saúde, segurança, educação…) antes do Plenário; muitos são aprovados ali mesmo. Também fazem audiências e fiscalizam o governo. CPIs investigam um fato específico; comissões especiais cuidam de uma proposta grande, como uma PEC.

Ter muitas não quer dizer trabalhar mais: os partidos distribuem as vagas, e quase todo deputado é suplente em várias. Diz mais em que temas ele está como titular e se ocupou cargos de comando.

Titular
membro efetivo, com voto em todas as decisões.
Suplente
reserva: só vota quando um titular do partido falta.
Presidente
define a pauta e conduz as reuniões. É o cargo de mais poder numa comissão.
Relator
estuda o projeto e escreve o parecer que vai a voto; pesa muito no texto final.
Coordenador / secretário
organiza os trabalhos de bancadas temáticas e grupos internos.
ÓrgãoCargoPeríodo
Comissão de Ciência, Tecnologia e InovaçãoSuplente12/03/2019 – 03/02/2020
Comissão de EducaçãoTitular12/03/2019 – 03/02/2020
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherTitular12/03/2019 – 03/02/2020
SUBCOMISSÃO DE FINANCIAMENTO DA EDUCAÇÃO BÁSICATitular03/04/2019 – 02/02/2022
COORDENADORIA DOS DIREITOS DA MULHER3º Coordenador Adjunto10/04/2019 – 15/04/2021
SECRETARIA DA MULHER3º Coordenador Adjunto11/04/2019 – 15/04/2021
Comissão Externa para Acompanhamento dos Trabalhos do MECCoordenador16/04/2019 – 17/02/2020
Comissão Especial sobre o Fundeb (PEC 015/15)Titular07/05/2019 – 21/07/2020
SECRETARIA DA JUVENTUDE2º Secretário Adjunto10/05/2019 – 31/01/2023
SUBCOMISSÃO DE ENSINO MÉDIO E PROFISSIONALIZANTETitular21/05/2019 – 02/02/2022
SUBCOMISSÃO DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃOTitular21/05/2019 – 02/02/2022
Parlamento Jovem BrasileiroTitular30/08/2019 – 31/01/2023
Comissão Externa sobre Integração entre Meio Ambiente e Economia NacionalTitular04/09/2019 – 31/01/2023
Comissão Especial sobre Despesas de Instituições Federais Ensino (PEC 024/19)Suplente12/09/2019 – 23/02/2022
Comissão Especial sobre Despesas de Instituições Federais Ensino (PEC 024/19)Relator18/09/2019 – 31/01/2023
Comissão Especial sobre o Programa Bolsa Família (PL 6072/19)Titular17/12/2019 – 18/05/2022
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherTitular09/03/2021 – 02/02/2022
Comissão de EducaçãoTitular09/03/2021 – 02/02/2022
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelSuplente10/03/2021 – 02/02/2022
Titular16/04/2021 – 02/02/2022
Comissão Externa sobre a Violência Doméstica contra Mulher e FeminicídioCoordenadora21/06/2021 – 31/01/2023
Titular13/08/2021 – 02/02/2022
Grupo de Trabalho sobre Problemas Psicológicos dos Jovens BrasileirosTitular03/09/2021 – 29/11/2022
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente14/10/2021 – 02/02/2022
Comissão Especial sobre o Estatuto do Aprendiz (PL 6461/19)Suplente30/11/2021 – 31/01/2023
Comissão Especial sobre Aplicação Recursos Candidatura Feminina (PEC 018/21)Suplente14/12/2021 – 30/03/2022
Comissão Especial sobre Formação Técnica Profissional (PL 6494/19)Titular15/12/2021 – 31/01/2023
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaTitular27/04/2022 – 31/01/2023
Comissão de EducaçãoSuplente27/04/2022 – 31/01/2023
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherTitular27/04/2022 – 31/01/2023
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelSuplente27/04/2022 – 31/01/2023
SECRETARIA DA MULHERTitular02/05/2022 – 20/06/2022
Comissão Especial sobre o Sistema Tributário Nacional (PEC 007/20)Suplente24/05/2022 – 31/01/2023
SECRETARIA DA MULHERTitular20/06/2022 – 31/01/2023
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelSuplente15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherSuplente15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de EducaçãoTitular15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente15/03/2023 – 04/02/2024
Grupo de Trabalho sobre o Sistema Tributário Nacional (PEC 45/19)Titular28/03/2023 – 06/06/2023
SECRETARIA DA MULHERTitular04/05/2023 – atual
Titular10/05/2023 – 21/05/2025
3º Coordenador Adjunto10/05/2023 – 21/05/2025
Grupo de Trabalho sobre Política de Combate à Violência nas Escolas BrasileirasTitular07/07/2023 – 29/11/2023
Subcomissão Especial Recomposição das Aprendizagens no Pós-Pandemia (CE/SUBRAPP)Titular30/08/2023 – 04/02/2024
Comissão Especial sobre Prevenção e Auxílio a Desastres e Calamidades NaturaisTitular19/10/2023 – 07/02/2024
Comissão Especial sobre Prevenção e Auxílio a Desastres e Calamidades NaturaisTitular07/02/2024 – atual
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelSuplente06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente06/03/2024 – 13/03/2024
Comissão de EducaçãoSuplente06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Desenvolvimento UrbanoTitular06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente19/03/2024 – 27/11/2024
Subcomissão Especial do Bioma Caatinga (CMADS/SUBCAAT)Titular05/06/2024 – 31/01/2025
Comissão Externa sobre Acidente Avião VOEPASS Linhas Aéreas - Voo 2283 - ATR-72Titular20/08/2024 – 13/08/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente27/11/2024 – 31/01/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente18/03/2025 – 24/04/2025
Comissão de Ciência, Tecnologia e InovaçãoSuplente18/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de EducaçãoTitular18/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelSuplente18/03/2025 – 31/01/2026
Subcomissão Especial da COP-30 (CMADS/SUBCOP30)Suplente09/04/2025 – 31/01/2026
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente24/04/2025 – 31/01/2026
Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação 2024-2034 (PL 2614/24)Titular25/04/2025 – 29/04/2025
Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação 2024-2034 (PL 2614/24)Presidente29/04/2025 – atual
Comissão Especial sobre Alteração da Legislação do Imposto de Renda (PL 1087/25)Titular29/04/2025 – 04/03/2026
Comissão Externa para Monitorar Obras do Túnel Santos-GuarujáTitular07/05/2025 – atual
Subcomissão Especial de Climatização nas escolas públicas (CE/SUBCLIMA)Suplente08/05/2025 – 31/01/2026
2º Coordenador Adjunto21/05/2025 – atual
Subcomissão Especial dos Entraves na Pesquisa Científica no Brasil (CCTI/SUBEPC)Titular27/06/2025 – 31/01/2026
Grupo de Trabalho sobre Proteção de Crianças e Adolescentes em Ambiente DigitalTitular02/09/2025 – 17/12/2025
Grupo de Trabalho sobre Comercialização de Suplementos AlimentaresTitular20/10/2025 – 17/06/2026
Comissão de Administração e Serviço PúblicoTitular03/11/2025 – 05/11/2025
Comissão de Administração e Serviço PúblicoSuplente18/11/2025 – 18/11/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente09/02/2026 – atual
Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento SustentávelTitular03/03/2026 – atual
Comissão de EducaçãoTitular10/03/2026 – atual
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherSuplente10/03/2026 – 17/04/2026
Grupo de Trabalho sobre Crimes Praticados em Razão de MisoginiaCoordenador04/05/2026 – 07/07/2026

Fontes: API de Dados Abertos e arquivos em massa da Câmara dos Deputados (votações, proposições, cota parlamentar); repositório de dados abertos do TSE.