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Foto de Nikolas Ferreira

Nikolas Ferreira

PL · MG · 30 anos · natural de Belo Horizonte (MG)

Situação: Exercício Mandatos: 2023–2027 Reeleito(a) em 2026

Em 30 segundos

Números de dados oficiais. Detalhes abaixo, para quem quiser aprofundar.

Votou como você
—
Presença nas votações
92%
do Plenário, desde 2019
Cota parlamentar por mês
R$ 28.397
média em MG: R$ 35.036
Projetos que viraram lei
0
de 41 como primeiro autor
Patrimônio declarado
R$ 3.898.457
ao TSE em 2026

Garimpar Última garimpada: 26/10/2026
Garimpando notícias dos últimos 6 meses…

Notícias publicadas de 26/04/2026 a 26/10/2026, agrupadas por tema. Cada item tem a fonte. Notícia não é condenação: quando há processo, o texto diz em que fase está.

Duas notícias no período: o TCU arquivou representação sobre uma viagem em jatinho ligado a Daniel Vorcaro, com envio do caso à Justiça Eleitoral, e uma convocação do deputado às ruas após sessão do STF sobre o caso Master.

Investigações sobre verbas e contratos

  • · Diário de Pernambuco
    TCU arquiva processo sobre uso de avião de Vorcaro por Nikolas Ferreira

    O TCU arquivou a representação, apresentada pelo Ministério Público junto ao Tribunal, sobre viagens de 2022 em avião de empresa que tinha Vorcaro entre os donos. O relator não encontrou indícios de uso de recursos públicos. O caso foi enviado ao TSE e ao Ministério Público Eleitoral, por tratar de financiamento de campanha. O deputado disse que foi convidado para a caravana e não sabia quem era o dono da aeronave.

    Ler a notícia

Polêmicas e declarações

  • · Congresso em Foco
    Após sessão do STF, Nikolas convoca manifestação: “povo precisa se indignar”

    Em vídeo, o deputado convocou a população às ruas, em mobilização suprapartidária contra a corrupção, e chamou os responsáveis pelo cenário criticado de “inimigos da nação”. A convocação se refere à sessão extraordinária do STF de 15/09 sobre a Petição 16.662, ligada ao caso Master, que terminou sem decisão após pedido de vista do ministro Flávio Dino.

    Ler a notícia
Antecedentes, fora dos 6 meses (2)
  • · Nikolas confirma ter voado em avião de Vorcaro: “não sabia quem era”

    O deputado admitiu ter usado jatinho de empresa com Vorcaro entre os sócios, em agendas de campanha de Bolsonaro no 2º turno de 2022. Disse que não sabia quem era o dono. Fora da janela de 6 meses.

    Congresso em Foco
  • · Nikolas diz que a direita está sendo perseguida, após o MP querer cassar os seus direitos políticos

    O Ministério Público Eleitoral de Minas Gerais denunciou o deputado por difamação e pediu a suspensão de seus direitos políticos, por posts contra o então prefeito de Belo Horizonte na eleição de 2024. O processo estava na fase de denúncia, sem decisão. Fora da janela de 6 meses.

    Portal de Prefeitura
Como votou23 votações explicadas

Responda o questionário para ver em quais votações Nikolas votou como você.

2026 5 votações

PLP 41/2026 · 2 min de leitura aprovado · 470 a 1

Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres

A Câmara aprovou o texto novo (substitutivo) da relatora do projeto de lei complementar que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e define a destinação de recursos para ações contra o feminicídio (assassinato de mulheres por razões de gênero).

Violência contra a mulher
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Ministério das Mulheres coordena o sistema, que integra União, estados, Distrito Federal e municípios, com regras de repasse de verbas, acompanhamento e transparência. O texto permite que estados em programa de renegociação de dívida com a União (Propag) apliquem 10% de recursos obrigatórios nessa política. O texto não aumenta penas de crimes. O projeto seguiu para o Senado.

Quem votou Sim diz

Uma política nacional com financiamento permanente dá continuidade à rede de atendimento às vítimas e a ações de prevenção, em um cenário de mais de 1.500 vítimas de feminicídio em 2025, segundo a relatora.

Quem votou Não diz

O combate à violência também exige penas mais duras para os agressores, e não só verbas e estrutura; essa foi a crítica de parlamentares da oposição, embora a maior parte tenha votado a favor.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo ao PLP 41, de 2026 (Sim 470, Não 1); Congresso em Foco reporta a aprovação com a data de 8 de julho, enquanto a base de dados registra 07/07/2026, data que foi mantida. Não é destaque: SIM aprova o sistema nacional e o financiamento, ou seja, amplia a proteção. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor; só o grupo Missão contra. Confiança média: a pergunta fala em leis de proteção com penas maiores, e o texto amplia a estrutura e o financiamento, não as penas. O valor de R$ 5 bilhões do texto original foi alterado no substitutivo e não foi citado.

Fontes: congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 19

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Direitos trabalhistas
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a jornada de 40 horas semanais, com dois dias de descanso, sem redução de salário e com transição de cerca de 14 meses (42 horas após dois meses). Prevê exceções para regimes especiais e regras próprias para micro e pequenas empresas.

Quem votou Sim diz

A medida dá mais tempo de descanso aos trabalhadores sem reduzir a renda, e a transição gradual e as exceções permitem às empresas se adaptar.

Quem votou Não diz

O custo maior para as empresas, sobretudo as pequenas, pode afetar o emprego, e categorias com escalas especiais podem ficar em situação diferente.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 221, de 2019 (Sim 461, Não 19; Agência Câmara 27/05/2026). Mesma leitura do primeiro turno. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Mesma ressalva sobre a fonte dos argumentos críticos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 2 min de leitura aprovado · 472 a 22

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a PEC que reduz a jornada máxima de trabalho e acaba com a escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso). Votou-se a versão com a 'emenda aglutinativa' (um texto que junta propostas diferentes), que combina a proposta original com outra PEC.

Direitos trabalhistas
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A jornada cai de 44 para 40 horas semanais, em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução de salário. Em dois meses a jornada vai a 42 horas, e em cerca de 14 meses a 40 horas. Há exceções, como regimes especiais (por exemplo, o 12x36) e regras transitórias para micro e pequenas empresas. O texto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Reduzir a jornada e garantir dois dias de descanso melhora a qualidade de vida e o tempo com a família sem diminuir o salário; as exceções previstas evitam estimular a contratação como pessoa jurídica.

Quem votou Não diz

Reduzir a jornada sem corte de salário aumenta o custo por hora trabalhada, o que preocupa empresas, em especial as pequenas, e pode afetar categorias que dependem de escalas diferentes.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em primeiro turno a PEC 221, de 2019 (Sim 472, Não 22; Agência Câmara 27/05/2026). SIM aprova menos horas e mais descanso sem corte de salário, com custo maior para o empregador, então concorda com a pergunta. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Os argumentos críticos vêm de fonte indireta; quem revisar deve completá-los.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 14

PEC da Segurança Pública - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC sobre segurança pública, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Segurança pública e penas
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública na Constituição e a previsão de lei com regime especial, mais rígido, para integrantes de facções e milícias, além de novas fontes de recursos para fundos de segurança e do sistema penitenciário.

Quem votou Sim diz

O texto fortalece a cooperação entre polícias e dá instrumentos para enfrentar facções e milícias, com regras mais duras de cumprimento de pena para seus líderes.

Quem votou Não diz

As regras mais duras dependem de leis futuras, e mudar competências e a definição de 'defesa social' na Constituição pode gerar conflitos entre União, estados e municípios.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 18, de 2025 (Sim 461, Não 14; Agência Câmara 04/03/2026). SIM mantém o mesmo texto do primeiro turno; a leitura e as ressalvas são as mesmas. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 2 min de leitura aprovado · 487 a 15

PEC da Segurança Pública - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre segurança pública. O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar a proposta original. O texto redistribui responsabilidades entre União, estados e municípios.

Segurança pública e penas
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Sistema Único de Segurança Pública passa a constar da Constituição, com cooperação entre as forças policiais e compartilhamento de informações. O texto prevê uma lei futura com regime especial para líderes e integrantes de facções e milícias (grupos criminosos), que poderia restringir progressão de pena, liberdade provisória e saída temporária. A proposta seguiu ao Senado, e a redução da maioridade penal foi retirada.

Quem votou Sim diz

Dar base constitucional à integração das polícias, endurecer o tratamento de líderes de facções e cortar o financiamento do crime organizado responde ao avanço desses grupos e dá mais eficiência ao combate à violência.

Quem votou Não diz

A mudança concentra regras em temas complexos, como progressão de pena e polícias municipais, e o efeito depende de leis futuras; há dúvida jurídica sobre o termo 'defesa social' e sobre a distribuição de competências.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado em primeiro turno o substitutivo da PEC 18, de 2025 (Sim 487, Não 15, 1 abstenção; Agência Câmara 04/03/2026). SIM aprova a base constitucional para regras mais duras de cumprimento de pena a líderes de organizações criminosas, o que corresponde a concordar com a pergunta. Confiança média porque as regras concretas dependem de lei futura, e o texto também trata de competências e financiamento. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2025 6 votações

PL 2162/2023 · 2 min de leitura aprovado · 291 a 148

Redução de penas dos condenados pelo 8 de janeiro - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto conhecido como 'PL da Dosimetria' (dosimetria é o cálculo da pena). O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') no lugar do projeto original, que previa anistia (perdão geral de crimes). O texto aprovado não concede anistia, mas muda o cálculo das penas por crimes contra o Estado Democrático de Direito (a ordem prevista na Constituição).

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quando houver condenação por tentativa de golpe e por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito no mesmo contexto, vale a pena mais grave, e não a soma das duas. Para crimes cometidos em multidão, como os atos de 8 de janeiro de 2023, a pena pode cair de um terço a dois terços, salvo para quem financiou ou liderou. Também muda a progressão de regime (passagem para um regime menos fechado).

Quem votou Sim diz

As penas aplicadas somam crimes que se sobrepõem e atingem de modo desproporcional quem participou sem liderar; o texto corrige excessos e abre caminho para pacificação.

Quem votou Não diz

Reduzir as penas de condenados por atacar as instituições enfraquece a resposta do Estado a esses crimes e beneficia também os principais responsáveis; as condenações já respeitaram o devido processo.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara (10/12/2025): o texto reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro (de 1/3 a 2/3 para crimes em multidão) e não concede anistia. A pergunta do tema fala em 'anistia ou redução de pena', então SIM aprova e corresponde a concordar. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo e maioria contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1087/2025 · 2 min de leitura aprovado · 493 a 0

Reforma do Imposto de Renda - isenção até R$ 5 mil e imposto mínimo para rendas altas

A Câmara aprovou, em votação única, a parte principal do projeto que muda o Imposto de Renda das pessoas físicas. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as propostas anteriores), foi apresentada pelo relator da comissão especial.

Imposto de Renda e isençõesTaxação de altas rendas e dividendos
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quem ganha até R$ 5 mil por mês deixa de pagar Imposto de Renda, com desconto parcial até R$ 7.350. Para compensar, quem tem rendas muito altas (a partir de cerca de R$ 600 mil por ano) passa a pagar um imposto mínimo, que inclui lucros e dividendos recebidos (parte do lucro das empresas repassada aos sócios).

Quem votou Sim diz

Alivia o orçamento de milhões de trabalhadores e corrige uma distorção, porque quem tem rendimentos muito altos, em especial de dividendos, pagava proporcionalmente menos imposto.

Quem votou Não diz

A compensação pode reduzir investimentos e a distribuição de lucros. Também é preciso cobrir a perda de arrecadação de estados e municípios com a isenção. Para os críticos, o texto poderia mexer menos na tributação de empresas e investidores.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (01/10/2025): o texto isenta quem ganha até R$ 5 mil e cria imposto mínimo para rendas altas, incluindo lucros e dividendos. Votar SIM aprova as duas medidas, então SIM é concordar com ambas as perguntas. Votação unânime (493 a 0); todos os líderes de partidos orientaram Sim.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2162/2023 · 1 min de leitura aprovado · 311 a 163

Anistia a manifestantes - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto não foi votado. Na época, ele previa anistia (perdão de crimes) a participantes de manifestações de motivação política desde 30/10/2022, o que incluía os atos de 8 de janeiro de 2023.

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a urgência aprovada, o projeto pôde ir direto ao Plenário. Nenhuma anistia foi concedida nesta votação.

Quem votou Sim diz

Há um grande número de pessoas condenadas e a questão merece resposta rápida do Parlamento; a anistia é um instrumento político de pacificação previsto em lei.

Quem votou Não diz

A anistia a quem atacou as instituições dá sinal de impunidade e não deveria ser tratada com pressa, sem passar pelas comissões que analisam constitucionalidade e mérito.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Só o pedido de urgência foi votado (Agência Câmara). Quem votou SIM quis acelerar o projeto de anistia. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura trecho retirado · 296 a 174

Prerrogativas de deputados e senadores - destaque que tirou o voto secreto

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do partido Novo questionou o trecho que previa voto secreto da Casa para decidir sobre a prisão de um parlamentar. Votar SIM mantinha o voto secreto; votar NÃO o retirava. Como se trata de PEC, manter um trecho exige 308 votos. Os 296 votos SIM não chegaram a esse número, e o voto secreto caiu. Depois, a Câmara o restabeleceu em outra votação.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a retirada, a decisão sobre manter ou não a prisão de um parlamentar seria aberta, com cada voto identificado. O voto secreto foi depois reincluído por outra votação (emenda aglutinativa, que junta várias mudanças num texto só; 314 a 168).

Quem votou Sim diz

O voto secreto protege o parlamentar de pressões e retaliações ao decidir sobre a liberdade de um colega, e é um mecanismo tradicional de garantia de independência.

Quem votou Não diz

Votação aberta permite que o eleitor saiba como cada parlamentar decidiu sobre a prisão de um colega, o que traz transparência e responsabilização.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial 'Suprimido o texto. Sim: 296; Não: 174'. Em destaque que retira trecho de PEC, votar SIM é manter o trecho, que exige 308 votos (Agência Brasil, 09/2025: o voto secreto caiu por falta de quórum para mantê-lo). A oposição, favorável à PEC, orientou SIM. Votar SIM mantém o voto secreto, ou seja, mais proteção ao parlamentar. Confiança média porque ligar o voto secreto a 'mais proteção' é interpretação.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura aprovado · 344 a 133

Prerrogativas de deputados e senadores ('PEC das Prerrogativas') - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição, que muda a própria Constituição e exige 308 votos em cada turno) sobre as prerrogativas de deputados e senadores, ou seja, os direitos específicos do cargo. O texto exige autorização da respectiva Casa para prender em flagrante por crime inafiançável e para processar ou aplicar medidas cautelares contra parlamentares. Também dá foro (o tribunal que julga o caso) no Supremo Tribunal Federal a presidentes nacionais de partidos.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se aprovada pelo Congresso, parlamentares só seriam presos ou processados com autorização da Câmara ou do Senado, e presidentes de partidos passariam a ter foro no STF. O Senado rejeitou a proposta em setembro de 2025 e ela foi arquivada.

Quem votou Sim diz

Protege o mandato contra decisões judiciais abusivas e perseguição política, garantindo a independência do Legislativo, como em outras democracias.

Quem votou Não diz

Cria um escudo que dificulta a punição de parlamentares por crimes comuns e amplia a impunidade, tratando os eleitos de forma diferente dos demais cidadãos.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (16/09/2025): o texto exige autorização da Casa para prisão e processo e amplia o foro. Votar SIM aprova mais proteção, então SIM é concordar com a pergunta. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; a maioria liberou a votação.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 6020/2023 · 2 min de leitura aprovado · 302 a 99

Aproximação do agressor com consentimento da vítima - texto aprovado

A Câmara aprovou o texto novo da relatora na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele trata como crime a aproximação voluntária do agressor de áreas proibidas por decisão judicial, mesmo que a vítima consinta. Antes, a Câmara rejeitou o pedido de votar primeiro o texto original do projeto.

Violência contra a mulher
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se o agressor, de forma voluntária, se aproximar de áreas definidas pelo juiz para proteger a vítima (incluindo a casa e o local de trabalho dela), comete o crime de descumprimento de medida protetiva, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa, mesmo com o consentimento da vítima. O projeto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Flexibilizar medidas de proteção coloca vidas em risco; a vítima pode ser pressionada a aceitar a aproximação, e a medida protetiva existe porque há risco à vida.

Quem votou Não diz

Punir o agressor mesmo com o consentimento da mulher retira a autonomia dela e pode criminalizar situações sem intenção, como um contato para tratar de assuntos de um filho.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo, ressalvados os destaques (Sim 302, Não 99; Agência Câmara 08/07/2025). SIM aprova a ampliação da proteção e da punição do agressor, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Antes dessa votação, a preferência pelo texto original do projeto foi rejeitada (103 a 281).

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2024 3 votações

PLP 175/2024 · 1 min de leitura aprovado · 356 a 35

Regras para emendas parlamentares - mudanças do Senado

A Câmara aceitou o texto que o Senado aprovou para o projeto sobre as emendas parlamentares ao Orçamento, com exceção de alguns artigos, que ficaram como estavam na versão da Câmara. Depois dessa votação, o projeto seguiu para sanção.

Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A Câmara manteve 8 emendas por bancada estadual (o Senado propunha 10) e a regra de reservar 50% das emendas de comissão para a saúde. Também aceitou restabelecer a possibilidade de órgãos de controle recomendarem ajustes nos planos de trabalho das 'emendas Pix'. Fica descartado o bloqueio das emendas; permanece apenas o contingenciamento (corte temporário de gastos).

Quem votou Sim diz

O texto reúne os interesses do Congresso e do governo e dá mais transparência e rastreabilidade ao pagamento das emendas; a versão da Câmara ainda reserva metade das emendas de comissão para a saúde.

Quem votou Não diz

As mudanças não melhoram o texto, que mantém grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e não atende às demandas de transparência feitas pelo Supremo.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo do Senado, com exceção dos artigos 3º e 7º (Sim 356, Não 35; Agência Câmara 19/11/2024). Nenhum tema marcado, pelo mesmo motivo do texto principal (regras de execução, sem redução clara de valores). Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1958/2021 · 1 min de leitura aprovado · 241 a 94

Cotas de 30% em concursos federais - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que reserva vagas em concursos públicos federais para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas. A relatora apresentou uma versão final (chamada 'subemenda substitutiva global', um texto que reúne e troca as anteriores).

Cotas e ações afirmativas
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Em concursos federais futuros, 30% das vagas ficam reservadas a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas, ampliando a reserva de 20% que já existia só para pessoas negras. A política passa a ser revisada em 5 anos.

Quem votou Sim diz

As cotas corrigem a sub-representação de negros, indígenas e quilombolas no serviço público (ou seja, eles têm menos vagas do que sua parcela da população) e aproximam o Estado da composição da população; a medida é temporária e revisável.

Quem votou Não diz

A seleção deveria considerar só o mérito e a renda, pois o critério racial é de difícil verificação e pode gerar injustiças e conflitos; a política deveria focar em educação básica.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (19/11/2024): o texto reserva 30% das vagas em concursos federais por critério racial e étnico. Votar SIM aprova a reserva, então SIM é concordar com cotas em concursos. Orientação dos partidos: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 175/2024 · 2 min de leitura aprovado · 330 a 74

Regras para emendas parlamentares ao Orçamento (verbas que deputados e senadores indicam) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto de lei complementar que define regras para propor e executar emendas parlamentares (verbas do Orçamento que deputados e senadores indicam para projetos). A medida responde à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a execução das emendas até existirem regras de transparência e rastreamento do dinheiro. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A partir de 2026, o limite das emendas passa a ser corrigido pela inflação mais parte do crescimento da receita; em 2025 as emendas de comissão somam R$ 11,5 bilhões. Cada bancada estadual apresenta 8 emendas. As emendas individuais e de bancada continuam obrigatórias, e as 'emendas Pix' (repasses diretos a estados e municípios, sem convênio prévio) passam a ter mais regras de informação e de prestação de contas ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Quem votou Sim diz

O texto cria regras de transparência, rastreabilidade e controle, atende às exigências do Supremo e destrava a liberação de recursos para obras e saúde.

Quem votou Não diz

As regras não dão transparência suficiente às emendas de comissão, deixam grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e mantêm os recursos que parlamentares destinam sem critério claro.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 330, Não 74, 2 abstenções; Agência Câmara 05/11/2024). Nenhum tema marcado: o texto regula as emendas e fixa um limite de crescimento, em vez de reduzir valores. Por isso, a relação entre SIM e a pergunta sobre reduzir o dinheiro público para políticos não é clara. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2023 9 votações

PL 3626/2023 · 2 min de leitura emenda rejeitada · 120 a 261

Apostas esportivas - destaque para retirar os jogos de cassino online

Um destaque (pedido para votar um item em separado) pediu a aprovação da Emenda 3 do Senado, que retirava do projeto a autorização de jogos de cassino online. Votar SIM aprovava a emenda e excluía os cassinos online; votar NÃO a rejeitava e mantinha os jogos.

Apostas e jogos de azar
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A emenda foi rejeitada; o texto final manteve a autorização de jogos online, e o projeto seguiu à sanção. A Câmara retirou os jogos físicos (máquinas) do texto, a pedido de deputados contrários ao projeto.

Quem votou Sim diz

Quem votou SIM sustentou que a autorização de jogos de cassino online amplia o risco de vício e de danos sociais e que o projeto deveria ficar restrito às apostas esportivas.

Quem votou Não diz

Quem votou NÃO sustentou que retirar os jogos online esvaziaria a regulamentação e a arrecadação do setor, e que a regra permite fiscalizar o que já ocorre no país.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: rejeitada a Emenda 3 do Senado (Sim 120, Não 261). O destaque era para aprovar a emenda; SIM aprova a emenda, que, segundo a Agência Câmara (12/2023), retirava os jogos de cassino online. Votar SIM restringe a oferta de jogos, logo discorda de permitir e regulamentar. Orientação: minoria e oposição a favor; governo e maioria contra. A identificação da Emenda 3 com os cassinos vem da coincidência dos números e da notícia; quem revisar deve confirmar no texto da emenda.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 3626/2023 · 2 min de leitura aprovado · 292 a 114

Regras para as apostas esportivas (bets) - mudanças do Senado

A Câmara aprovou a maior parte das mudanças feitas pelo Senado no projeto que regulamenta as apostas de quota fixa (apostas em que o ganho é definido antes do jogo, as chamadas 'bets', sobretudo esportivas). O projeto também reúne o conteúdo de uma medida provisória. Algumas mudanças do Senado foram votadas separadamente, como a que retirava os jogos de cassino online.

Apostas e jogos de azar
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

As empresas precisam de autorização do Ministério da Fazenda, sede no Brasil e pagamento de até R$ 30 milhões pela outorga (valor pago pela autorização para explorar a atividade). Há proibição de apostar para menores de 18 anos, para pessoas com transtorno de jogo e para quem pode influenciar resultados, além de regras para publicidade e tributação sobre receita e prêmios. O projeto seguiu à sanção (aprovação final do presidente).

Quem votou Sim diz

Regular o setor dá segurança ao apostador, define regras de publicidade e de integridade e gera arrecadação para áreas como seguridade, educação, esporte e turismo.

Quem votou Não diz

A legalização amplia o acesso a apostas e pode causar mais danos sociais, como vício e endividamento, do que a receita compensaria.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovadas as emendas do Senado selecionadas, com parecer favorável (Sim 292, Não 114; Agência Câmara 12/2023). SIM aprova a versão final do marco das apostas, o que corresponde a permitir e regulamentar. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Confiança média: a votação trata das mudanças do Senado, não do texto principal, e a pergunta inclui cassinos, que foram tratados na votação 2374400-121.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 4173/2023 · 2 min de leitura aprovado · 323 a 119

Imposto sobre fundos exclusivos e aplicações no exterior (offshores) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que muda a tributação de fundos de investimento exclusivos no Brasil (fundos feitos para um único investidor) e de aplicações de pessoas físicas no exterior (as chamadas offshores). O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Taxação de altas rendas e dividendos
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Os fundos exclusivos (com aplicação mínima de R$ 10 milhões) passam a ter tributação periódica sobre os rendimentos, com alíquota (percentual do imposto) de 15% nos ganhos de longo prazo e 20% nos de curto prazo. Os rendimentos de aplicações de residentes no exterior passam a ser tributados em 15% uma vez por ano, e há uma tributação sobre o estoque de ganhos acumulados, de 8%. O projeto também reduz, de 300 para 100, o número mínimo de cotistas (investidores de um fundo) para a isenção de fundos imobiliários e do agro. Todos os destaques foram rejeitados.

Quem votou Sim diz

Fundos exclusivos e aplicações no exterior passam a ser tributados periodicamente; segundo o relator, a proposta busca justiça na tributação dos chamados "super-ricos", e o governo estimou arrecadação adicional.

Quem votou Não diz

Agentes do mercado alertam que alíquotas mais altas podem provocar saída de capital do país; a bancada do agro defendeu regras mais brandas para os fundos do setor, com menos cotistas exigidos para a isenção.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a versão final, ressalvados os destaques (Sim 323, Não 119, 1 abstenção); InfoMoney (25/10/2023) confirma a aprovação e a rejeição de todos os destaques. SIM aprova o texto que tributa os rendimentos de fundos exclusivos e de offshores, ou seja, concorda que rendas muito altas, inclusive de lucros e dividendos, paguem mais imposto. Orientação: governo e maioria a favor; oposição, minoria, PL e Novo contra. Confiança alta porque o alvo declarado são os rendimentos de grandes aplicadores; as alíquotas citadas são as da reportagem.

Fontes: infomoney.com.br · poder360.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1172/2023 · 2 min de leitura aprovado · 439 a 1

Salário mínimo, valorização anual e isenção do Imposto de Renda - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória que fixa o salário mínimo de maio de 2023, cria uma regra permanente para reajustar o mínimo e amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda. Votou-se a versão final do relator (projeto de lei de conversão). Depois, um destaque (votação separada de trecho) retirou do texto a tributação de fundos no exterior.

Salário mínimoImposto de Renda e isenções
Voto de Nikolas Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O mínimo fica em R$ 1.320 desde 1º de maio de 2023. A partir de 2024, o reajuste será pela inflação (medida pelo INPC, índice oficial de preços) mais a variação positiva do PIB (tudo o que o país produz) de dois anos antes; se o PIB for negativo, só a inflação. A isenção do IR sobe para R$ 2.112 e, com um desconto simplificado de R$ 528, pode chegar a R$ 2.640 brutos por mês.

Quem votou Sim diz

O aumento real do mínimo reduz a desigualdade e aumenta o poder de compra; a nova tabela do IR corrige a defasagem (a tabela estava sem reajuste) e beneficia mais de 13 milhões de contribuintes.

Quem votou Não diz

A política cria gastos permanentes crescentes (estimativa de R$ 18,1 bilhões em 2024), a isenção do IR foi incluída na mesma medida, o que pressiona a votação, e a nova faixa não cumpre a promessa de isenção para quem ganha R$ 5 mil.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a medida provisória na forma do projeto de lei de conversão (Sim 439, Não 1; Agência Câmara 23/08/2023). SIM aprova a política de valorização e a ampliação da isenção do IR. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor. Confiança média em salário mínimo porque o ganho real depende do PIB: não ocorre todo ano e é zero se o PIB for negativo.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 1 min de leitura texto mantido · 317 a 170

Reforma tributária - trecho que cobra mais imposto de herança de valores altos (art. 155)

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do bloco União-PP tentava retirar do texto a regra que torna o imposto sobre heranças e doações (ITCMD) progressivo. Isso significa que a alíquota (percentual) sobe conforme o valor recebido. Votar SIM mantinha o trecho no texto; votar NÃO o retirava.

Imposto sobre herança
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com o trecho mantido, a Constituição passa a prever que o ITCMD, cobrado pelos estados, deve ter alíquotas maiores para heranças e doações de valor mais alto. Cada estado define as faixas e percentuais.

Quem votou Sim diz

Quem recebe grandes patrimônios sem esforço de trabalho pode contribuir proporcionalmente mais; a progressividade já existe no Imposto de Renda e é um critério de justiça tributária.

Quem votou Não diz

A herança já foi formada com patrimônio tributado e a cobrança maior pode onerar famílias e empresas familiares e desestimular a poupança; cada estado deveria decidir livremente sua alíquota.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (06/07/2023): o destaque pretendia retirar a regra que torna o ITCMD progressivo, e foi rejeitado; o resultado oficial é 'Mantido o texto'. Votar SIM mantém a regra, então SIM é concordar que heranças de valor alto paguem mais. Orientação: governo e maioria a favor; oposição contra.

Fontes: camara.leg.br · conjur.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 2 min de leitura aprovado · 382 a 118

Reforma tributária sobre o consumo - texto principal (1º turno)

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a proposta que simplifica os impostos cobrados sobre o consumo. O texto junta vários impostos em dois, o IBS e a CBS, no lugar de ICMS e ISS (estaduais e municipais) e de PIS e Cofins (federais). O relator reescreveu a proposta inteira num texto novo (um 'substitutivo'), que foi o que se votou. Também cria regras como a cesta básica isenta e alíquotas menores para saúde e educação.

Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Vários impostos sobre produtos e serviços viram dois (IBS e CBS), cobrados no local de destino da compra, com transição de vários anos. Alimentos da cesta básica nacional ficam isentos (sem imposto) e áreas como saúde, educação e transporte coletivo pagam uma alíquota (percentual do imposto) menor.

Quem votou Sim diz

Simplificar a cobrança acaba com a guerra fiscal entre estados (disputa para atrair empresas com impostos mais baixos), reduz burocracia e litígios e torna o sistema mais transparente, o que favorece o crescimento e a produtividade.

Quem votou Não diz

Há risco de aumento da carga para setores como serviços, de perda de autonomia de estados e municípios e de muitas exceções, que complicam o sistema. O efeito final depende de leis complementares (leis que detalham a reforma), que ainda não foram votadas.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (07/2023): nenhum tema foi marcado. A proposta junta impostos sobre consumo, mas o efeito sobre o total de impostos depende das leis que virão depois. Por isso não dá para dizer o que o SIM significa diante da pergunta sobre reduzir impostos mesmo arrecadando menos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 490/2007 · 1 min de leitura aprovado · 283 a 155

Marco temporal das terras indígenas - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que define como as terras indígenas são reconhecidas e demarcadas (oficialmente delimitadas). Ele adota o 'marco temporal': só seriam consideradas terras indígenas as ocupadas pelos povos em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Terras indígenas
Voto de Nikolas Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Só seriam demarcadas as terras que estavam ocupadas por comunidades indígenas em outubro de 1988; ficam proibidas novas ampliações de áreas já demarcadas, e o texto permite instalação de bases militares sem consulta às comunidades.

Quem votou Sim diz

O marco dá segurança jurídica a proprietários e produtores rurais com títulos antigos e evita demarcações sem limite de tempo; a definição de regras cabe ao Congresso.

Quem votou Não diz

O critério ignora povos expulsos de suas terras antes de 1988 e restringe direitos garantidos na Constituição; a demarcação deve seguir critérios antropológicos (estudos sobre a ocupação tradicional), não uma data fixa.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (30/05/2023): o texto limita a demarcação às terras ocupadas em 05/10/1988 e proíbe ampliar áreas já demarcadas. Votar SIM aprova essas restrições, então SIM é discordar de ampliar a demarcação. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 93/2023 · 2 min de leitura aprovado · 372 a 108

Arcabouço fiscal - nova regra para o limite de gastos do governo

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que cria o 'arcabouço fiscal', uma nova regra para controlar os gastos do governo federal no lugar da antiga regra do teto de gastos. O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Pedidos para mudar trechos específicos (destaques) foram votados depois.

Controle de gastos públicos
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O gasto do governo federal pode crescer a cada ano só em proporção do aumento da arrecadação (70% do crescimento da receita), dentro de um piso de 0,6% e um teto de 2,5% acima da inflação. Se a meta de equilíbrio das contas públicas (gastar não mais do que se arrecada) não for cumprida, o governo precisa conter despesas.

Quem votou Sim diz

O modelo dá uma regra clara para o crescimento dos gastos, ligada à arrecadação, e mantém espaço para investimentos e programas sociais, trazendo previsibilidade para as contas públicas.

Quem votou Não diz

Há quem diga que o limite é fraco demais e depende de aumento da arrecadação para fechar as contas. Outros dizem que ele é rígido demais e pode reduzir gastos sociais e investimentos.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (24/05/2023): o texto limita o crescimento real dos gastos (entre 0,6% e 2,5% ao ano acima da inflação) e prevê contenção de despesas se as metas forem descumpridas. Votar SIM aprova esses limites, então SIM é concordar com limites para aumentar gastos. A regra é menos rígida que o antigo teto, mas o limite é claro; por isso confiança alta.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2630/2020 · 1 min de leitura aprovado · 238 a 192

Regulação das redes sociais - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto, que cria regras de transparência e responsabilidade para plataformas e redes sociais, não foi votado nesta ocasião.

Regulação das redes sociais
Voto de Nikolas Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A urgência aprovada permitiu votar o projeto direto no Plenário, mas a votação do conteúdo foi adiada a pedido do relator e não ocorreu. Nenhuma regra nova passou a valer com esta votação.

Quem votou Sim diz

O tema exige resposta rápida: plataformas têm papel central na circulação de desinformação e de conteúdo ilegal, e regras de transparência e responsabilização protegem usuários.

Quem votou Não diz

Um projeto com impacto sobre a liberdade de expressão não deveria ser votado às pressas, e o texto dava a empresas e ao poder público poder demais para decidir o que pode ser dito.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Só a urgência foi votada (Agência Câmara e Agência Brasil, 25/04/2023); o conteúdo não chegou a ser votado. Quem votou SIM quis acelerar um projeto que obriga plataformas a remover conteúdos ilegais e adotar regras de transparência. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

Ver todas as votações com os outros deputados →

Presença nas votações92% das votações do Plenário

Porcentagem das votações nominais do Plenário em que registrou voto. Não conta trabalho em comissões. Licenças, afastamentos e campanhas reduzem o número sem significar falta sem justificativa.

AnoVotou em
2023 260 de 300 (87%)
2024 254 de 273 (93%)
2025 404 de 429 (94%)
2026 116 de 126 (92%)
Gastos com a cota parlamentarR$ 28.397/mês · R$ 1.277.859 no total

A cota parlamentar (CEAP) reembolsa despesas do mandato, como passagens, escritório e divulgação. Usá-la é permitido; o limite muda por estado. Comparamos a média por mês com a dos deputados do mesmo estado e da Câmara toda.

Total em 2026
R$ 245.604
185 notas em 10 meses
Média por mês
R$ 24.560
Média em MG: R$ 29.174 · Câmara: R$ 28.789

Por categoria

Aluguel de veículos R$ 121.500
Escritório de apoio R$ 81.441
Divulgação do mandato R$ 19.260
Combustível R$ 18.702
Hospedagem R$ 2.538
Passagens terrestres e fluviais R$ 2.077
Táxi, pedágio e estacionamento R$ 87

Por mês

jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez

Maiores fornecedores

FornecedorCNPJ/CPFNotasTotal
Nacional Rent a Car Locação de Veiculos LTDA49.000.815/0001-609R$ 81.000
LEVVA MOBILIDADE LTDA49.000.815/0001-605R$ 32.500
SANDRO PIMENTA ADMINISTRADORA E CORRETORA DE IMOVEIS LTDA03.382.948/0001-474R$ 20.946
sandro pimenta administradora e corretora de imoveis ltda03.382.948/0001-473R$ 14.780
FAS DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE E CNSULTORIA LTDA55.226.129/0001-046R$ 14.400
MONAGHAN EMPREENDIMENTOS IMOBILIARIOS32.295.465/0001-032R$ 12.880
semcamisa.com audiovisual ltda-me19.364.960/0001-694R$ 12.260
NACIONAL RENT A CAR LOCACAO DE VEICULOS LTDA49.000.815/0001-601R$ 8.000
helio henrique escalha aranha49.880.864/0001-341R$ 5.000
KADOSH INTERMEDIACAO DE PRESTACAO DE SERVICOS LTDA63.654.188/0001-014R$ 4.600

Ver todas as notas fiscais

Projetos de autoria41 como primeiro autor · 0 viraram lei

Projetos de lei, de lei complementar e PECs apresentados de 2019 a 2026. "Primeiro autor" é quem assinou primeiro; nos demais, o deputado é coautor. Contar projetos não mede qualidade: muitos são homenagens ou datas comemorativas.

Viraram lei
0
como primeiro autor
Aprovados na Câmara
3
como primeiro autor
Em tramitação
36
como primeiro autor
Arquivados
2
como primeiro autor
Coautorias
35
1 viraram lei

Que viraram lei (autoria + coautorias)

  • PL 1564/2024 coautor

    Dispõe sobre medidas emergenciais para atenuar os efeitos da crise decorrente de desastres naturais nos setores de turismo e de cultura do Estado do Rio Grande do Sul. NOVA EMENTA: Dispõe sobre medidas emergenciais destinadas aos setores de turismo e de cultura do Estado do Rio Grande do Sul.

Todos os 41 projetos como primeiro autor
ProjetoEmentaSituação
PL 3675/2026Altera as Leis nº 13.726, de 8 de outubro de 2018, e nº 14.129, de 29 de março de 2021, para vedar a exigência de reapresentação de informações ou documentos já apresentados pelo interessado ou disponíveis em base de dados oficial acessível ao Poder Público.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3673/2026Altera a Consolidação das Leis do Trabalho para exigir autorização prévia, individual, expressa e por escrito do empregado para descontos destinados a entidades sindicais.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3671/2026Altera a Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2001, para instituir modalidade de financiamento estudantil mediante cessão onerosa de parcela da renda futura do beneficiário.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3669/2026Altera a Lei nº 8.429, de 2 de junho de 1992, para caracterizar como ato de improbidade administrativa a prática de crime contra a dignidade sexual por agente público no exercício da função ou prevalecendo-se dela.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 3445/2026Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 — Código Penal, e a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 — Lei de Execução Penal, para recrudescer a pena no tipo disposto no art. 349-A do Código Penal, e para tipificar a posse, o porte, o uso, a guarda, o fornecimento e a ocultação de aparelho de comunicação não autorizado em estabelecimento prisional.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 3222/2026Altera a Lei nº 10.861, de 14 de abril de 2004, para incluir, entre os critérios do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior – SINAES, indicadores de desempenho dos estudantes e egressos.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2189/2026Altera a Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991, para vedar, nos procedimentos de defesa agropecuária, a exigência de prazo de validade para produto industrializado não alimentício de origem animal ou vegetal quando inexistente perda de funcionalidade ou risco decorrente de decurso do tempo.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 2076/2026Altera a Lei nº 14.597, de 14 de junho de 2023, Lei Geral do Esporte, para dispor sobre a prevenção e o enfrentamento ao abuso, ao assédio e à exploração sexual no esporte.Pronta para Pauta
PL 1684/2026Institui diretrizes e autoriza incentivos para ampliar a formação e a inserção profissional nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática, dispõe sobre a atualização de currículos com base em evidências e sobre lançamento de editais da Capes e do CNPq para estímulo a essas áreas.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1600/2026Altera a Lei nº 10.753, de 31 de outubro de 2003, para dispor sobre a indicação de faixa etária recomendada em obras destinadas ao público infantojuvenil.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1575/2026Institui a Política Nacional de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Prospecção, Lavra, Beneficiamento e Aplicações de Minerais Estratégicos.Arquivada
PLP 86/2026Altera a Lei Complementar nº 227, de 13 de janeiro de 2026, para vedar a inclusão, na base de cálculo do Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação de Quaisquer Bens ou Direitos – ITCMD, de tributos incidentes na formação do valor da edificação, relativamente a imóveis urbanos edificados.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 1057/2026Aumenta a pena do crime de estelionato quando cometido mediante exploração de situação de calamidade pública ou desastre natural.Tramitando em Conjunto
PL 921/2026Institui medidas de combate e responsabilização por perdas evitáveis de Insumos Estratégicos de Saúde no âmbito federal.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 916/2026Estabelece diretrizes para contratações públicas e capacitações relativas a treinamento em ressuscitação cardiopulmonar e uso de desfibrilador externo automático no âmbito da Administração Pública Federal, com o intuito de melhor atender o público feminino.Pronta para Pauta
PL 815/2026Altera a Lei nº 13.999, de 18 de maio de 2020, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE), para instituir mecanismo permanente de suspensão temporária das obrigações de pagamento das operações de crédito garantidas pelo Programa em caso de situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pelo Governo Federal.Aguardando Parecer
PL 814/2026Altera a Lei nº 14.620, de 13 de julho de 2023, para instituir mecanismo permanente de suspensão temporária de obrigações contratuais do Programa Minha Casa, Minha Vida em caso de decretação de situação de emergência ou estado de calamidade pública reconhecido pelo Governo Federal.Pronta para Pauta
PL 543/2026Institui o Selo Nacional de Excelência em Literacia Familiar, estabelecendo regras para a seleção e premiação de programas municipais de literacia familiar em etapas estaduais, regionais e nacional.Aguardando Parecer
PLP 24/2026Estabelece normas gerais sobre o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, vedando a inclusão, em sua base de cálculo, de tributos incidentes na formação do valor do veículo.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 540/2026Estabelece índice oficial de mensuração do compromisso de agentes políticos eleitos para cargos do poder executivo das três esferas federativas com o cumprimento das promessas de campanha feitas ao longo de toda trajetória política.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 539/2026Institui o Índice Oficial de Avaliação de Entregas de Gestão Pública dos ocupantes de cargos do Poder Executivo nas três esferas federativas.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 528/2026Institui o repositório oficial eletrônico de atos normativos dos órgãos e entidades da Administração Pública dos três poderes da república, com checklist das obrigações regulatórias para cada área.Tramitando em Conjunto
PL 508/2026Estabelece regra de priorização orçamentária para ações federais de educação infantil, de alfabetização e dos anos iniciais do ensino fundamental.Aguardando Parecer
PL 5084/2025Institui o Programa Nacional de Concessão de Vales Sociais de Creches NoturnasAguardando Parecer
PL 4985/2025Institui a Política Nacional de Alfabetização, como política de estado baseada em evidências científicas e experiências exitosas para a melhoria da qualidade da alfabetização nacional.Tramitando em Conjunto
PL 4387/2025Altera a Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, para dispor sobre a competência do Banco Central do Brasil em relação ao sistema de pagamentos instantâneos denominado Pix, assegurar a gratuidade de sua utilização para pessoas naturais, garantir a proteção da privacidade dos usuários e estabelecer medidas de segurança contra fraudes.Pronta para Pauta
PL 3889/2025Dispõe sobre a prevenção e o combate à exposição indevida, adultização, exploração sexual e outros crimes contra crianças e adolescentes na internet, e dá outras providências.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Análise)
PL 3652/2025Inclui teste vocacional como instrumento não avaliativo nas edições do 3o ano do ensino médio do Saeb e do Enem, para apoio à tomada de decisão dos jovens brasileiros.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 3651/2025Institui o Programa nacional de incentivo ao esporte escolar no contraturno.Tramitando em Conjunto
PL 3650/2025Dispõe sobre medidas de atenção individualizada para a promoção do efetivo direito à educação de qualidade para pessoas com necessidades educacionais especiais.Aguardando Parecer
PL 3649/2025Institui a obrigatoriedade de a interrupção e a instituição de ações, programas e políticas públicas federais serem precedidas por análises cientificamente validadas, preferencialmente com base em dados quantitativos.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1123/2025Altera a Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, para determinar a aceitação, pelas unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de exames realizados em serviços privados.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 1121/2025Altera a Lei nº 8.080, de 19 de outubro de 1990, para estabelecer a obrigatoriedade de otimização da internação de leitos hospitalares por meio de sistemas informatizados.Pronta para Pauta
PL 4216/2024Altera Decreto-Lei No 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal) para tornar como qualificados os crimes de ato obsceno e escrito ou objeto obsceno quando praticados em escolas e universidades públicas.Pronta para Pauta
PL 3963/2024Dispõe sobre a isenção de Imposto de Renda para professores dos anos iniciais do ensino fundamental de escolas públicas aprovados em prova de certificação nacional em valor dependente ao desempenho na avaliação.Tramitando em Conjunto
PL 3912/2024Institui programa de oferta de cursos de extensão em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para famílias de crianças surdas em universidades e institutos federais e cria o Selo de Inclusão para empresas que promovam medidas de apoio à participação dos trabalhadores nesses cursos.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3910/2024Institui o prêmio Eficiência nos Primeiros Passos, para professores, diretores e coordenadores pedagógicos de escolas públicas dos primeiro e segundo anos do ensino fundamental cujos alunos apresentem bons desempenhos na avaliação do Saeb 2o ano.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3028/2024Altera o art. 6º da Lei nº 7.713, de 22 de dezembro de 1988, para isentar do Imposto de Renda os valores recebidos por atletas brasileiros como premiação em torneios internacionais em que representem oficialmente o Brasil.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 1676/2024Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de Dezembro de 1940 (Código Penal) e a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), para tornar como crime qualificado os casos de furtos e roubos realizados em meio a desastres e momentos de calamidade pública e inclui os tipos penais no rol dos crimes hediondos.Arquivada
PL 609/2023Altera a Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990 (Código de Defesa do Consumidor), para incluir o crime de elevação de preços sem justa causa nas situações de emergência social, calamidade pública e epidemia.Tramitando em Conjunto
PL 456/2023Altera a lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, com o objetivo de desburocratizar e facilitar o acesso dos cidadãos para a aquisição, o cadastro, o registro e a posse de armas de fogo e de munição.Tramitando em Conjunto
Patrimônio declarado ao TSE2022: R$ 36.820 · 2026: R$ 3.898.457

Valores informados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura. Bens costumam ser declarados pelo valor de compra, não pelo valor de mercado.

2022 · Deputado Federal (PL) · R$ 36.820 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Caderneta de poupançaSALDO POUPANÇAR$ 911,57
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO BANCARIOR$ 171,46
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO BANCARIOR$ 14.120,70
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO INVESTIMENTOS CCTVM S/AR$ 762,81
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)APLICAÇÃOR$ 5.174,01
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)SALDO APLICAÇÃO R$ 15.679,91
2026 · Deputado Federal (PL) · R$ 3.898.457 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Ações (inclusive as provenientes de linha telefônica)AÇÕES EM COMPANHIA ABERTA - POSIÇÃO 1R$ 7.188,00
Quotas ou quinhões de capitalPARTICIPAÇÃO SOCIETÁRIA EM EMPRESA PRIVADAR$ 5.000,00
Quotas ou quinhões de capitalQUOTAS DE SOCIEDADE EMPRESÁRIAR$ 45.000,00
Ações (inclusive as provenientes de linha telefônica)AÇÕES DE COMPANHIA ABERTA ¿ POSIÇÃO 2R$ 38.760,00
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 2R$ 15.000,00
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 3R$ 20.000,00
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 4R$ 15.000,00
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 7R$ 30.000,00
Outras aplicações e InvestimentosTÍTULO PÚBLICO FEDERAL ¿ POSIÇÃO 1R$ 46.965,14
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)APLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 9R$ 30.000,00
Outras aplicações e InvestimentosSALDO EM CONTA DE INVESTIMENTOS ¿ POSIÇÃO 2R$ 84.591,34
Outras aplicações e InvestimentosCOTAS DE FUNDO DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 2R$ 298.652,10
Outras aplicações e InvestimentosSALDO EM CONTA DE INVESTIMENTOS ¿ POSIÇÃO 1R$ 271.294,36
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 5R$ 30.000,00
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)TÍTULO PRIVADO DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 1R$ 40.000,00
Quotas ou quinhões de capitalCOTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO ¿ POSIÇÃO 1R$ 25.000,00
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO EM CONTA BANCÁRIA ¿ POSIÇÃO 2R$ 5.042,30
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO EM CONTA BANCÁRIA ¿ POSIÇÃO 3R$ 53,40
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)APLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 11R$ 23.148,28
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO EM CONTA BANCÁRIA ¿ POSIÇÃO 1R$ 3.000,00
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)APLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 10R$ 25.000,00
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)TÍTULO PRIVADO DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 2R$ 25.258,16
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 8R$ 25.000,00
Outras aplicações e InvestimentosTÍTULO PÚBLICO FEDERAL ¿ POSIÇÃO 2R$ 34.320,79
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)APLICAÇÃO FINANCEIRA AUTOMÁTICA DE RENDA FIXAR$ 33.077,18
Outras aplicações e InvestimentosTÍTULO PÚBLICO FEDERAL ¿ POSIÇÃO 3R$ 24.038,98
Outras aplicações e InvestimentosCOTAS DE FUNDO DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 1R$ 298.652,10
Outras aplicações e InvestimentosTITULO DE CAPITALIZAÇÃOR$ 1.893,86
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 1R$ 15.000,00
Outras aplicações e InvestimentosTÍTULO PÚBLICO FEDERAL ¿ POSIÇÃO 4R$ 24.696,08
Outras aplicações e InvestimentosCOTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕESR$ 80.000,00
CasaIMÓVEL RES. ADQUIRIDO MEDIANTE FINANCIAMENTO IMOBILIÁRIO, AINDA NÃO INTEGRALMENTE QUITADO, COM VALOR DECLARADO DE R$ 2.231.664,61 E SALDO DEVEDOR DO FINANCIAMENTO DE R$ 1.720.620,18 EM 31/12/2025R$ 2.231.664,61
Outras aplicações e InvestimentosAPLICAÇÃO FINANCEIRA DE RENDA FIXA ¿ POSIÇÃO 6R$ 25.000,00
Outras aplicações e InvestimentosCOTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO ¿ POSIÇÃO 2R$ 21.159,99
Quem éSuperior · Profissão não declarada

Formação e profissão

Escolaridade declarada à Câmara: Superior

Profissão: Profissão não declarada

Partidos

  • PL, desde 01/02/2023

Links

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Comissões e órgãos32 participações desde 2019 · 15 como titular · 1 com cargo

Comissões são grupos menores de deputados que analisam os projetos de um tema (saúde, segurança, educação…) antes do Plenário; muitos são aprovados ali mesmo. Também fazem audiências e fiscalizam o governo. CPIs investigam um fato específico; comissões especiais cuidam de uma proposta grande, como uma PEC.

Ter muitas não quer dizer trabalhar mais: os partidos distribuem as vagas, e quase todo deputado é suplente em várias. Diz mais em que temas ele está como titular e se ocupou cargos de comando.

Titular
membro efetivo, com voto em todas as decisões.
Suplente
reserva: só vota quando um titular do partido falta.
Vice-presidente
substitui o presidente quando ele não está.
ÓrgãoCargoPeríodo
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade RacialTitular15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Fiscalização Financeira e ControleSuplente15/03/2023 – 21/03/2023
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoTitular15/03/2023 – 15/03/2023
Comissão de ComunicaçãoSuplente15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Fiscalização Financeira e ControleTitular21/03/2023 – 10/10/2023
Subcomissão Especial Sobre o Combate à Censura (CCOM/SUBCOCEN)Titular03/05/2023 – 04/02/2024
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoSuplente31/05/2023 – 04/07/2023
Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com DeficiênciaSuplente21/08/2023 – 05/09/2023
Comissão de Fiscalização Financeira e ControleTitular10/10/2023 – 04/02/2024
Comissão de Administração e Serviço PúblicoSuplente28/11/2023 – 04/02/2024
Comissão Especial da Imunidade Tributária (PEC005/23)Suplente28/11/2023 – 07/02/2024
Comissão Especial da Imunidade Tributária (PEC005/23)Suplente07/02/2024 – atual
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherSuplente06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de EducaçãoTitular06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de ComunicaçãoTitular14/05/2024 – 31/01/2025
Grupo de Trabalho Reconstrução da Estrutura Física Escolar do RS (CE/GTRS)Titular03/07/2024 – 31/01/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente10/09/2024 – 12/09/2024
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente11/11/2024 – 27/11/2024
Comissão do EsporteTitular27/11/2024 – 31/01/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente12/12/2024 – 31/01/2025
Titular24/02/2025 – 25/02/2025
Comissão de Fiscalização Financeira e ControleSuplente18/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de EducaçãoSuplente18/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaTitular19/03/2025 – 31/01/2026
Comissão Especial sobre o Plano Nacional de Educação 2024-2034 (PL 2614/24)Titular28/04/2025 – atual
Comissão Especial sobre Inteligência Artificial (PL 2338/23)Titular29/04/2025 – atual
Comissão de CulturaSuplente09/07/2025 – 09/07/2025
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoTitular21/07/2025 – 04/08/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaTitular09/02/2026 – 17/03/2026
Comissão de Fiscalização Financeira e ControleSuplente24/02/2026 – atual
Comissão de EducaçãoSuplente10/03/2026 – atual
Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania3º Vice-Presidente17/03/2026 – atual

Fontes: API de Dados Abertos e arquivos em massa da Câmara dos Deputados (votações, proposições, cota parlamentar); repositório de dados abertos do TSE.