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Foto de Erika Hilton

Erika Hilton

PSOL · SP · 33 anos · natural de Franco da Rocha (SP)

Situação: Exercício Mandatos: 2023–2027 Reeleito(a) em 2026

Em 30 segundos

Números de dados oficiais. Detalhes abaixo, para quem quiser aprofundar.

Votou como você
—
Presença nas votações
71%
do Plenário, desde 2019
Cota parlamentar por mês
R$ 28.087
média em SP: R$ 30.796
Projetos que viraram lei
2
de 70 como primeiro autor
Patrimônio declarado
R$ 15.976
ao TSE em 2026

Garimpar Última garimpada: 26/10/2026
Garimpando notícias dos últimos 6 meses…

Notícias publicadas de 26/04/2026 a 26/10/2026, agrupadas por tema. Cada item tem a fonte. Notícia não é condenação: quando há processo, o texto diz em que fase está.

Duas notícias no período: uma ação de apresentador contra a deputada por difamação e uma denúncia contra deputada eleita do PL por transfobia contra ela. Nenhuma das duas tem decisão judicial até a data da notícia.

Processos e ações judiciais

  • · Gazeta do Povo
    Ratinho entra na Justiça contra Erika Hilton por suposta difamação

    O apresentador Ratinho acionou a deputada por difamação, após ela chamá-lo de “rato” nas redes sociais. A ação foi distribuída em 17/04 à 7ª Vara Criminal do TJDFT. Não há decisão até a publicação.

    Ler a notícia

Conflitos e ataques

  • · AgoraRN
    Deputada eleita do PL, Eduarda Campopiano é denunciada ao MPSP por transfobia contra Erika Hilton

    A deputada estadual eleita Sofia Favero (PSOL) apresentou denúncia ao Ministério Público de São Paulo contra Eduarda Campopiano (PL). A denúncia cita post em que Campopiano chamou Erika Hilton de “homem biológico”. Campopiano não tinha respondido até a publicação.

    Ler a notícia
Antecedentes, fora dos 6 meses (1)
  • · MPF pede R$ 10 milhões a Ratinho e SBT por falas contra Erika Hilton

    Ação civil pública do Ministério Público Federal, a partir de denúncia da deputada, contra o apresentador e a emissora, por danos morais coletivos, com pedido de retratação. Fora da janela de 6 meses.

    Diário de Pernambuco (Agência Brasil)
Como votou23 votações explicadas

Responda o questionário para ver em quais votações Erika votou como você.

2026 5 votações

PLP 41/2026 · 2 min de leitura aprovado · 470 a 1

Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres

A Câmara aprovou o texto novo (substitutivo) da relatora do projeto de lei complementar que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e define a destinação de recursos para ações contra o feminicídio (assassinato de mulheres por razões de gênero).

Violência contra a mulher
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Ministério das Mulheres coordena o sistema, que integra União, estados, Distrito Federal e municípios, com regras de repasse de verbas, acompanhamento e transparência. O texto permite que estados em programa de renegociação de dívida com a União (Propag) apliquem 10% de recursos obrigatórios nessa política. O texto não aumenta penas de crimes. O projeto seguiu para o Senado.

Quem votou Sim diz

Uma política nacional com financiamento permanente dá continuidade à rede de atendimento às vítimas e a ações de prevenção, em um cenário de mais de 1.500 vítimas de feminicídio em 2025, segundo a relatora.

Quem votou Não diz

O combate à violência também exige penas mais duras para os agressores, e não só verbas e estrutura; essa foi a crítica de parlamentares da oposição, embora a maior parte tenha votado a favor.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo ao PLP 41, de 2026 (Sim 470, Não 1); Congresso em Foco reporta a aprovação com a data de 8 de julho, enquanto a base de dados registra 07/07/2026, data que foi mantida. Não é destaque: SIM aprova o sistema nacional e o financiamento, ou seja, amplia a proteção. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor; só o grupo Missão contra. Confiança média: a pergunta fala em leis de proteção com penas maiores, e o texto amplia a estrutura e o financiamento, não as penas. O valor de R$ 5 bilhões do texto original foi alterado no substitutivo e não foi citado.

Fontes: congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 19

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Direitos trabalhistas
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a jornada de 40 horas semanais, com dois dias de descanso, sem redução de salário e com transição de cerca de 14 meses (42 horas após dois meses). Prevê exceções para regimes especiais e regras próprias para micro e pequenas empresas.

Quem votou Sim diz

A medida dá mais tempo de descanso aos trabalhadores sem reduzir a renda, e a transição gradual e as exceções permitem às empresas se adaptar.

Quem votou Não diz

O custo maior para as empresas, sobretudo as pequenas, pode afetar o emprego, e categorias com escalas especiais podem ficar em situação diferente.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 221, de 2019 (Sim 461, Não 19; Agência Câmara 27/05/2026). Mesma leitura do primeiro turno. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Mesma ressalva sobre a fonte dos argumentos críticos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 2 min de leitura aprovado · 472 a 22

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a PEC que reduz a jornada máxima de trabalho e acaba com a escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso). Votou-se a versão com a 'emenda aglutinativa' (um texto que junta propostas diferentes), que combina a proposta original com outra PEC.

Direitos trabalhistas
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A jornada cai de 44 para 40 horas semanais, em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução de salário. Em dois meses a jornada vai a 42 horas, e em cerca de 14 meses a 40 horas. Há exceções, como regimes especiais (por exemplo, o 12x36) e regras transitórias para micro e pequenas empresas. O texto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Reduzir a jornada e garantir dois dias de descanso melhora a qualidade de vida e o tempo com a família sem diminuir o salário; as exceções previstas evitam estimular a contratação como pessoa jurídica.

Quem votou Não diz

Reduzir a jornada sem corte de salário aumenta o custo por hora trabalhada, o que preocupa empresas, em especial as pequenas, e pode afetar categorias que dependem de escalas diferentes.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em primeiro turno a PEC 221, de 2019 (Sim 472, Não 22; Agência Câmara 27/05/2026). SIM aprova menos horas e mais descanso sem corte de salário, com custo maior para o empregador, então concorda com a pergunta. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Os argumentos críticos vêm de fonte indireta; quem revisar deve completá-los.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 14

PEC da Segurança Pública - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC sobre segurança pública, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Segurança pública e penas
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública na Constituição e a previsão de lei com regime especial, mais rígido, para integrantes de facções e milícias, além de novas fontes de recursos para fundos de segurança e do sistema penitenciário.

Quem votou Sim diz

O texto fortalece a cooperação entre polícias e dá instrumentos para enfrentar facções e milícias, com regras mais duras de cumprimento de pena para seus líderes.

Quem votou Não diz

As regras mais duras dependem de leis futuras, e mudar competências e a definição de 'defesa social' na Constituição pode gerar conflitos entre União, estados e municípios.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 18, de 2025 (Sim 461, Não 14; Agência Câmara 04/03/2026). SIM mantém o mesmo texto do primeiro turno; a leitura e as ressalvas são as mesmas. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 2 min de leitura aprovado · 487 a 15

PEC da Segurança Pública - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre segurança pública. O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar a proposta original. O texto redistribui responsabilidades entre União, estados e municípios.

Segurança pública e penas
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Sistema Único de Segurança Pública passa a constar da Constituição, com cooperação entre as forças policiais e compartilhamento de informações. O texto prevê uma lei futura com regime especial para líderes e integrantes de facções e milícias (grupos criminosos), que poderia restringir progressão de pena, liberdade provisória e saída temporária. A proposta seguiu ao Senado, e a redução da maioridade penal foi retirada.

Quem votou Sim diz

Dar base constitucional à integração das polícias, endurecer o tratamento de líderes de facções e cortar o financiamento do crime organizado responde ao avanço desses grupos e dá mais eficiência ao combate à violência.

Quem votou Não diz

A mudança concentra regras em temas complexos, como progressão de pena e polícias municipais, e o efeito depende de leis futuras; há dúvida jurídica sobre o termo 'defesa social' e sobre a distribuição de competências.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado em primeiro turno o substitutivo da PEC 18, de 2025 (Sim 487, Não 15, 1 abstenção; Agência Câmara 04/03/2026). SIM aprova a base constitucional para regras mais duras de cumprimento de pena a líderes de organizações criminosas, o que corresponde a concordar com a pergunta. Confiança média porque as regras concretas dependem de lei futura, e o texto também trata de competências e financiamento. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2025 6 votações

PL 2162/2023 · 2 min de leitura aprovado · 291 a 148

Redução de penas dos condenados pelo 8 de janeiro - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto conhecido como 'PL da Dosimetria' (dosimetria é o cálculo da pena). O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') no lugar do projeto original, que previa anistia (perdão geral de crimes). O texto aprovado não concede anistia, mas muda o cálculo das penas por crimes contra o Estado Democrático de Direito (a ordem prevista na Constituição).

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quando houver condenação por tentativa de golpe e por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito no mesmo contexto, vale a pena mais grave, e não a soma das duas. Para crimes cometidos em multidão, como os atos de 8 de janeiro de 2023, a pena pode cair de um terço a dois terços, salvo para quem financiou ou liderou. Também muda a progressão de regime (passagem para um regime menos fechado).

Quem votou Sim diz

As penas aplicadas somam crimes que se sobrepõem e atingem de modo desproporcional quem participou sem liderar; o texto corrige excessos e abre caminho para pacificação.

Quem votou Não diz

Reduzir as penas de condenados por atacar as instituições enfraquece a resposta do Estado a esses crimes e beneficia também os principais responsáveis; as condenações já respeitaram o devido processo.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara (10/12/2025): o texto reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro (de 1/3 a 2/3 para crimes em multidão) e não concede anistia. A pergunta do tema fala em 'anistia ou redução de pena', então SIM aprova e corresponde a concordar. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo e maioria contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1087/2025 · 2 min de leitura aprovado · 493 a 0

Reforma do Imposto de Renda - isenção até R$ 5 mil e imposto mínimo para rendas altas

A Câmara aprovou, em votação única, a parte principal do projeto que muda o Imposto de Renda das pessoas físicas. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as propostas anteriores), foi apresentada pelo relator da comissão especial.

Imposto de Renda e isençõesTaxação de altas rendas e dividendos
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quem ganha até R$ 5 mil por mês deixa de pagar Imposto de Renda, com desconto parcial até R$ 7.350. Para compensar, quem tem rendas muito altas (a partir de cerca de R$ 600 mil por ano) passa a pagar um imposto mínimo, que inclui lucros e dividendos recebidos (parte do lucro das empresas repassada aos sócios).

Quem votou Sim diz

Alivia o orçamento de milhões de trabalhadores e corrige uma distorção, porque quem tem rendimentos muito altos, em especial de dividendos, pagava proporcionalmente menos imposto.

Quem votou Não diz

A compensação pode reduzir investimentos e a distribuição de lucros. Também é preciso cobrir a perda de arrecadação de estados e municípios com a isenção. Para os críticos, o texto poderia mexer menos na tributação de empresas e investidores.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (01/10/2025): o texto isenta quem ganha até R$ 5 mil e cria imposto mínimo para rendas altas, incluindo lucros e dividendos. Votar SIM aprova as duas medidas, então SIM é concordar com ambas as perguntas. Votação unânime (493 a 0); todos os líderes de partidos orientaram Sim.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2162/2023 · 1 min de leitura aprovado · 311 a 163

Anistia a manifestantes - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto não foi votado. Na época, ele previa anistia (perdão de crimes) a participantes de manifestações de motivação política desde 30/10/2022, o que incluía os atos de 8 de janeiro de 2023.

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a urgência aprovada, o projeto pôde ir direto ao Plenário. Nenhuma anistia foi concedida nesta votação.

Quem votou Sim diz

Há um grande número de pessoas condenadas e a questão merece resposta rápida do Parlamento; a anistia é um instrumento político de pacificação previsto em lei.

Quem votou Não diz

A anistia a quem atacou as instituições dá sinal de impunidade e não deveria ser tratada com pressa, sem passar pelas comissões que analisam constitucionalidade e mérito.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Só o pedido de urgência foi votado (Agência Câmara). Quem votou SIM quis acelerar o projeto de anistia. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura trecho retirado · 296 a 174

Prerrogativas de deputados e senadores - destaque que tirou o voto secreto

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do partido Novo questionou o trecho que previa voto secreto da Casa para decidir sobre a prisão de um parlamentar. Votar SIM mantinha o voto secreto; votar NÃO o retirava. Como se trata de PEC, manter um trecho exige 308 votos. Os 296 votos SIM não chegaram a esse número, e o voto secreto caiu. Depois, a Câmara o restabeleceu em outra votação.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a retirada, a decisão sobre manter ou não a prisão de um parlamentar seria aberta, com cada voto identificado. O voto secreto foi depois reincluído por outra votação (emenda aglutinativa, que junta várias mudanças num texto só; 314 a 168).

Quem votou Sim diz

O voto secreto protege o parlamentar de pressões e retaliações ao decidir sobre a liberdade de um colega, e é um mecanismo tradicional de garantia de independência.

Quem votou Não diz

Votação aberta permite que o eleitor saiba como cada parlamentar decidiu sobre a prisão de um colega, o que traz transparência e responsabilização.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial 'Suprimido o texto. Sim: 296; Não: 174'. Em destaque que retira trecho de PEC, votar SIM é manter o trecho, que exige 308 votos (Agência Brasil, 09/2025: o voto secreto caiu por falta de quórum para mantê-lo). A oposição, favorável à PEC, orientou SIM. Votar SIM mantém o voto secreto, ou seja, mais proteção ao parlamentar. Confiança média porque ligar o voto secreto a 'mais proteção' é interpretação.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura aprovado · 344 a 133

Prerrogativas de deputados e senadores ('PEC das Prerrogativas') - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição, que muda a própria Constituição e exige 308 votos em cada turno) sobre as prerrogativas de deputados e senadores, ou seja, os direitos específicos do cargo. O texto exige autorização da respectiva Casa para prender em flagrante por crime inafiançável e para processar ou aplicar medidas cautelares contra parlamentares. Também dá foro (o tribunal que julga o caso) no Supremo Tribunal Federal a presidentes nacionais de partidos.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se aprovada pelo Congresso, parlamentares só seriam presos ou processados com autorização da Câmara ou do Senado, e presidentes de partidos passariam a ter foro no STF. O Senado rejeitou a proposta em setembro de 2025 e ela foi arquivada.

Quem votou Sim diz

Protege o mandato contra decisões judiciais abusivas e perseguição política, garantindo a independência do Legislativo, como em outras democracias.

Quem votou Não diz

Cria um escudo que dificulta a punição de parlamentares por crimes comuns e amplia a impunidade, tratando os eleitos de forma diferente dos demais cidadãos.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (16/09/2025): o texto exige autorização da Casa para prisão e processo e amplia o foro. Votar SIM aprova mais proteção, então SIM é concordar com a pergunta. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; a maioria liberou a votação.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 6020/2023 · 2 min de leitura aprovado · 302 a 99

Aproximação do agressor com consentimento da vítima - texto aprovado

A Câmara aprovou o texto novo da relatora na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele trata como crime a aproximação voluntária do agressor de áreas proibidas por decisão judicial, mesmo que a vítima consinta. Antes, a Câmara rejeitou o pedido de votar primeiro o texto original do projeto.

Violência contra a mulher
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se o agressor, de forma voluntária, se aproximar de áreas definidas pelo juiz para proteger a vítima (incluindo a casa e o local de trabalho dela), comete o crime de descumprimento de medida protetiva, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa, mesmo com o consentimento da vítima. O projeto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Flexibilizar medidas de proteção coloca vidas em risco; a vítima pode ser pressionada a aceitar a aproximação, e a medida protetiva existe porque há risco à vida.

Quem votou Não diz

Punir o agressor mesmo com o consentimento da mulher retira a autonomia dela e pode criminalizar situações sem intenção, como um contato para tratar de assuntos de um filho.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo, ressalvados os destaques (Sim 302, Não 99; Agência Câmara 08/07/2025). SIM aprova a ampliação da proteção e da punição do agressor, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Antes dessa votação, a preferência pelo texto original do projeto foi rejeitada (103 a 281).

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2024 3 votações

PLP 175/2024 · 1 min de leitura aprovado · 356 a 35

Regras para emendas parlamentares - mudanças do Senado

A Câmara aceitou o texto que o Senado aprovou para o projeto sobre as emendas parlamentares ao Orçamento, com exceção de alguns artigos, que ficaram como estavam na versão da Câmara. Depois dessa votação, o projeto seguiu para sanção.

Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A Câmara manteve 8 emendas por bancada estadual (o Senado propunha 10) e a regra de reservar 50% das emendas de comissão para a saúde. Também aceitou restabelecer a possibilidade de órgãos de controle recomendarem ajustes nos planos de trabalho das 'emendas Pix'. Fica descartado o bloqueio das emendas; permanece apenas o contingenciamento (corte temporário de gastos).

Quem votou Sim diz

O texto reúne os interesses do Congresso e do governo e dá mais transparência e rastreabilidade ao pagamento das emendas; a versão da Câmara ainda reserva metade das emendas de comissão para a saúde.

Quem votou Não diz

As mudanças não melhoram o texto, que mantém grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e não atende às demandas de transparência feitas pelo Supremo.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo do Senado, com exceção dos artigos 3º e 7º (Sim 356, Não 35; Agência Câmara 19/11/2024). Nenhum tema marcado, pelo mesmo motivo do texto principal (regras de execução, sem redução clara de valores). Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1958/2021 · 1 min de leitura aprovado · 241 a 94

Cotas de 30% em concursos federais - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que reserva vagas em concursos públicos federais para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas. A relatora apresentou uma versão final (chamada 'subemenda substitutiva global', um texto que reúne e troca as anteriores).

Cotas e ações afirmativas
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Em concursos federais futuros, 30% das vagas ficam reservadas a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas, ampliando a reserva de 20% que já existia só para pessoas negras. A política passa a ser revisada em 5 anos.

Quem votou Sim diz

As cotas corrigem a sub-representação de negros, indígenas e quilombolas no serviço público (ou seja, eles têm menos vagas do que sua parcela da população) e aproximam o Estado da composição da população; a medida é temporária e revisável.

Quem votou Não diz

A seleção deveria considerar só o mérito e a renda, pois o critério racial é de difícil verificação e pode gerar injustiças e conflitos; a política deveria focar em educação básica.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (19/11/2024): o texto reserva 30% das vagas em concursos federais por critério racial e étnico. Votar SIM aprova a reserva, então SIM é concordar com cotas em concursos. Orientação dos partidos: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 175/2024 · 2 min de leitura aprovado · 330 a 74

Regras para emendas parlamentares ao Orçamento (verbas que deputados e senadores indicam) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto de lei complementar que define regras para propor e executar emendas parlamentares (verbas do Orçamento que deputados e senadores indicam para projetos). A medida responde à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a execução das emendas até existirem regras de transparência e rastreamento do dinheiro. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A partir de 2026, o limite das emendas passa a ser corrigido pela inflação mais parte do crescimento da receita; em 2025 as emendas de comissão somam R$ 11,5 bilhões. Cada bancada estadual apresenta 8 emendas. As emendas individuais e de bancada continuam obrigatórias, e as 'emendas Pix' (repasses diretos a estados e municípios, sem convênio prévio) passam a ter mais regras de informação e de prestação de contas ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Quem votou Sim diz

O texto cria regras de transparência, rastreabilidade e controle, atende às exigências do Supremo e destrava a liberação de recursos para obras e saúde.

Quem votou Não diz

As regras não dão transparência suficiente às emendas de comissão, deixam grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e mantêm os recursos que parlamentares destinam sem critério claro.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 330, Não 74, 2 abstenções; Agência Câmara 05/11/2024). Nenhum tema marcado: o texto regula as emendas e fixa um limite de crescimento, em vez de reduzir valores. Por isso, a relação entre SIM e a pergunta sobre reduzir o dinheiro público para políticos não é clara. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2023 9 votações

PL 3626/2023 · 2 min de leitura emenda rejeitada · 120 a 261

Apostas esportivas - destaque para retirar os jogos de cassino online

Um destaque (pedido para votar um item em separado) pediu a aprovação da Emenda 3 do Senado, que retirava do projeto a autorização de jogos de cassino online. Votar SIM aprovava a emenda e excluía os cassinos online; votar NÃO a rejeitava e mantinha os jogos.

Apostas e jogos de azar
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A emenda foi rejeitada; o texto final manteve a autorização de jogos online, e o projeto seguiu à sanção. A Câmara retirou os jogos físicos (máquinas) do texto, a pedido de deputados contrários ao projeto.

Quem votou Sim diz

Quem votou SIM sustentou que a autorização de jogos de cassino online amplia o risco de vício e de danos sociais e que o projeto deveria ficar restrito às apostas esportivas.

Quem votou Não diz

Quem votou NÃO sustentou que retirar os jogos online esvaziaria a regulamentação e a arrecadação do setor, e que a regra permite fiscalizar o que já ocorre no país.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: rejeitada a Emenda 3 do Senado (Sim 120, Não 261). O destaque era para aprovar a emenda; SIM aprova a emenda, que, segundo a Agência Câmara (12/2023), retirava os jogos de cassino online. Votar SIM restringe a oferta de jogos, logo discorda de permitir e regulamentar. Orientação: minoria e oposição a favor; governo e maioria contra. A identificação da Emenda 3 com os cassinos vem da coincidência dos números e da notícia; quem revisar deve confirmar no texto da emenda.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 3626/2023 · 2 min de leitura aprovado · 292 a 114

Regras para as apostas esportivas (bets) - mudanças do Senado

A Câmara aprovou a maior parte das mudanças feitas pelo Senado no projeto que regulamenta as apostas de quota fixa (apostas em que o ganho é definido antes do jogo, as chamadas 'bets', sobretudo esportivas). O projeto também reúne o conteúdo de uma medida provisória. Algumas mudanças do Senado foram votadas separadamente, como a que retirava os jogos de cassino online.

Apostas e jogos de azar
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

As empresas precisam de autorização do Ministério da Fazenda, sede no Brasil e pagamento de até R$ 30 milhões pela outorga (valor pago pela autorização para explorar a atividade). Há proibição de apostar para menores de 18 anos, para pessoas com transtorno de jogo e para quem pode influenciar resultados, além de regras para publicidade e tributação sobre receita e prêmios. O projeto seguiu à sanção (aprovação final do presidente).

Quem votou Sim diz

Regular o setor dá segurança ao apostador, define regras de publicidade e de integridade e gera arrecadação para áreas como seguridade, educação, esporte e turismo.

Quem votou Não diz

A legalização amplia o acesso a apostas e pode causar mais danos sociais, como vício e endividamento, do que a receita compensaria.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovadas as emendas do Senado selecionadas, com parecer favorável (Sim 292, Não 114; Agência Câmara 12/2023). SIM aprova a versão final do marco das apostas, o que corresponde a permitir e regulamentar. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Confiança média: a votação trata das mudanças do Senado, não do texto principal, e a pergunta inclui cassinos, que foram tratados na votação 2374400-121.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 4173/2023 · 2 min de leitura aprovado · 323 a 119

Imposto sobre fundos exclusivos e aplicações no exterior (offshores) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que muda a tributação de fundos de investimento exclusivos no Brasil (fundos feitos para um único investidor) e de aplicações de pessoas físicas no exterior (as chamadas offshores). O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Taxação de altas rendas e dividendos
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Os fundos exclusivos (com aplicação mínima de R$ 10 milhões) passam a ter tributação periódica sobre os rendimentos, com alíquota (percentual do imposto) de 15% nos ganhos de longo prazo e 20% nos de curto prazo. Os rendimentos de aplicações de residentes no exterior passam a ser tributados em 15% uma vez por ano, e há uma tributação sobre o estoque de ganhos acumulados, de 8%. O projeto também reduz, de 300 para 100, o número mínimo de cotistas (investidores de um fundo) para a isenção de fundos imobiliários e do agro. Todos os destaques foram rejeitados.

Quem votou Sim diz

Fundos exclusivos e aplicações no exterior passam a ser tributados periodicamente; segundo o relator, a proposta busca justiça na tributação dos chamados "super-ricos", e o governo estimou arrecadação adicional.

Quem votou Não diz

Agentes do mercado alertam que alíquotas mais altas podem provocar saída de capital do país; a bancada do agro defendeu regras mais brandas para os fundos do setor, com menos cotistas exigidos para a isenção.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a versão final, ressalvados os destaques (Sim 323, Não 119, 1 abstenção); InfoMoney (25/10/2023) confirma a aprovação e a rejeição de todos os destaques. SIM aprova o texto que tributa os rendimentos de fundos exclusivos e de offshores, ou seja, concorda que rendas muito altas, inclusive de lucros e dividendos, paguem mais imposto. Orientação: governo e maioria a favor; oposição, minoria, PL e Novo contra. Confiança alta porque o alvo declarado são os rendimentos de grandes aplicadores; as alíquotas citadas são as da reportagem.

Fontes: infomoney.com.br · poder360.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1172/2023 · 2 min de leitura aprovado · 439 a 1

Salário mínimo, valorização anual e isenção do Imposto de Renda - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória que fixa o salário mínimo de maio de 2023, cria uma regra permanente para reajustar o mínimo e amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda. Votou-se a versão final do relator (projeto de lei de conversão). Depois, um destaque (votação separada de trecho) retirou do texto a tributação de fundos no exterior.

Salário mínimoImposto de Renda e isenções
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O mínimo fica em R$ 1.320 desde 1º de maio de 2023. A partir de 2024, o reajuste será pela inflação (medida pelo INPC, índice oficial de preços) mais a variação positiva do PIB (tudo o que o país produz) de dois anos antes; se o PIB for negativo, só a inflação. A isenção do IR sobe para R$ 2.112 e, com um desconto simplificado de R$ 528, pode chegar a R$ 2.640 brutos por mês.

Quem votou Sim diz

O aumento real do mínimo reduz a desigualdade e aumenta o poder de compra; a nova tabela do IR corrige a defasagem (a tabela estava sem reajuste) e beneficia mais de 13 milhões de contribuintes.

Quem votou Não diz

A política cria gastos permanentes crescentes (estimativa de R$ 18,1 bilhões em 2024), a isenção do IR foi incluída na mesma medida, o que pressiona a votação, e a nova faixa não cumpre a promessa de isenção para quem ganha R$ 5 mil.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a medida provisória na forma do projeto de lei de conversão (Sim 439, Não 1; Agência Câmara 23/08/2023). SIM aprova a política de valorização e a ampliação da isenção do IR. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor. Confiança média em salário mínimo porque o ganho real depende do PIB: não ocorre todo ano e é zero se o PIB for negativo.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 1 min de leitura texto mantido · 317 a 170

Reforma tributária - trecho que cobra mais imposto de herança de valores altos (art. 155)

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do bloco União-PP tentava retirar do texto a regra que torna o imposto sobre heranças e doações (ITCMD) progressivo. Isso significa que a alíquota (percentual) sobe conforme o valor recebido. Votar SIM mantinha o trecho no texto; votar NÃO o retirava.

Imposto sobre herança
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com o trecho mantido, a Constituição passa a prever que o ITCMD, cobrado pelos estados, deve ter alíquotas maiores para heranças e doações de valor mais alto. Cada estado define as faixas e percentuais.

Quem votou Sim diz

Quem recebe grandes patrimônios sem esforço de trabalho pode contribuir proporcionalmente mais; a progressividade já existe no Imposto de Renda e é um critério de justiça tributária.

Quem votou Não diz

A herança já foi formada com patrimônio tributado e a cobrança maior pode onerar famílias e empresas familiares e desestimular a poupança; cada estado deveria decidir livremente sua alíquota.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (06/07/2023): o destaque pretendia retirar a regra que torna o ITCMD progressivo, e foi rejeitado; o resultado oficial é 'Mantido o texto'. Votar SIM mantém a regra, então SIM é concordar que heranças de valor alto paguem mais. Orientação: governo e maioria a favor; oposição contra.

Fontes: camara.leg.br · conjur.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 2 min de leitura aprovado · 382 a 118

Reforma tributária sobre o consumo - texto principal (1º turno)

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a proposta que simplifica os impostos cobrados sobre o consumo. O texto junta vários impostos em dois, o IBS e a CBS, no lugar de ICMS e ISS (estaduais e municipais) e de PIS e Cofins (federais). O relator reescreveu a proposta inteira num texto novo (um 'substitutivo'), que foi o que se votou. Também cria regras como a cesta básica isenta e alíquotas menores para saúde e educação.

Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Vários impostos sobre produtos e serviços viram dois (IBS e CBS), cobrados no local de destino da compra, com transição de vários anos. Alimentos da cesta básica nacional ficam isentos (sem imposto) e áreas como saúde, educação e transporte coletivo pagam uma alíquota (percentual do imposto) menor.

Quem votou Sim diz

Simplificar a cobrança acaba com a guerra fiscal entre estados (disputa para atrair empresas com impostos mais baixos), reduz burocracia e litígios e torna o sistema mais transparente, o que favorece o crescimento e a produtividade.

Quem votou Não diz

Há risco de aumento da carga para setores como serviços, de perda de autonomia de estados e municípios e de muitas exceções, que complicam o sistema. O efeito final depende de leis complementares (leis que detalham a reforma), que ainda não foram votadas.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (07/2023): nenhum tema foi marcado. A proposta junta impostos sobre consumo, mas o efeito sobre o total de impostos depende das leis que virão depois. Por isso não dá para dizer o que o SIM significa diante da pergunta sobre reduzir impostos mesmo arrecadando menos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 490/2007 · 1 min de leitura aprovado · 283 a 155

Marco temporal das terras indígenas - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que define como as terras indígenas são reconhecidas e demarcadas (oficialmente delimitadas). Ele adota o 'marco temporal': só seriam consideradas terras indígenas as ocupadas pelos povos em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Terras indígenas
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Só seriam demarcadas as terras que estavam ocupadas por comunidades indígenas em outubro de 1988; ficam proibidas novas ampliações de áreas já demarcadas, e o texto permite instalação de bases militares sem consulta às comunidades.

Quem votou Sim diz

O marco dá segurança jurídica a proprietários e produtores rurais com títulos antigos e evita demarcações sem limite de tempo; a definição de regras cabe ao Congresso.

Quem votou Não diz

O critério ignora povos expulsos de suas terras antes de 1988 e restringe direitos garantidos na Constituição; a demarcação deve seguir critérios antropológicos (estudos sobre a ocupação tradicional), não uma data fixa.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (30/05/2023): o texto limita a demarcação às terras ocupadas em 05/10/1988 e proíbe ampliar áreas já demarcadas. Votar SIM aprova essas restrições, então SIM é discordar de ampliar a demarcação. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 93/2023 · 2 min de leitura aprovado · 372 a 108

Arcabouço fiscal - nova regra para o limite de gastos do governo

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que cria o 'arcabouço fiscal', uma nova regra para controlar os gastos do governo federal no lugar da antiga regra do teto de gastos. O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Pedidos para mudar trechos específicos (destaques) foram votados depois.

Controle de gastos públicos
Voto de Erika Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O gasto do governo federal pode crescer a cada ano só em proporção do aumento da arrecadação (70% do crescimento da receita), dentro de um piso de 0,6% e um teto de 2,5% acima da inflação. Se a meta de equilíbrio das contas públicas (gastar não mais do que se arrecada) não for cumprida, o governo precisa conter despesas.

Quem votou Sim diz

O modelo dá uma regra clara para o crescimento dos gastos, ligada à arrecadação, e mantém espaço para investimentos e programas sociais, trazendo previsibilidade para as contas públicas.

Quem votou Não diz

Há quem diga que o limite é fraco demais e depende de aumento da arrecadação para fechar as contas. Outros dizem que ele é rígido demais e pode reduzir gastos sociais e investimentos.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (24/05/2023): o texto limita o crescimento real dos gastos (entre 0,6% e 2,5% ao ano acima da inflação) e prevê contenção de despesas se as metas forem descumpridas. Votar SIM aprova esses limites, então SIM é concordar com limites para aumentar gastos. A regra é menos rígida que o antigo teto, mas o limite é claro; por isso confiança alta.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2630/2020 · 1 min de leitura aprovado · 238 a 192

Regulação das redes sociais - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto, que cria regras de transparência e responsabilidade para plataformas e redes sociais, não foi votado nesta ocasião.

Regulação das redes sociais
Voto de Erika Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A urgência aprovada permitiu votar o projeto direto no Plenário, mas a votação do conteúdo foi adiada a pedido do relator e não ocorreu. Nenhuma regra nova passou a valer com esta votação.

Quem votou Sim diz

O tema exige resposta rápida: plataformas têm papel central na circulação de desinformação e de conteúdo ilegal, e regras de transparência e responsabilização protegem usuários.

Quem votou Não diz

Um projeto com impacto sobre a liberdade de expressão não deveria ser votado às pressas, e o texto dava a empresas e ao poder público poder demais para decidir o que pode ser dito.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Só a urgência foi votada (Agência Câmara e Agência Brasil, 25/04/2023); o conteúdo não chegou a ser votado. Quem votou SIM quis acelerar um projeto que obriga plataformas a remover conteúdos ilegais e adotar regras de transparência. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

Ver todas as votações com os outros deputados →

Presença nas votações71% das votações do Plenário

Porcentagem das votações nominais do Plenário em que registrou voto. Não conta trabalho em comissões. Licenças, afastamentos e campanhas reduzem o número sem significar falta sem justificativa.

AnoVotou em
2023 211 de 300 (70%)
2024 172 de 273 (63%)
2025 318 de 429 (74%)
2026 104 de 126 (83%)
Gastos com a cota parlamentarR$ 28.087/mês · R$ 1.263.929 no total

A cota parlamentar (CEAP) reembolsa despesas do mandato, como passagens, escritório e divulgação. Usá-la é permitido; o limite muda por estado. Comparamos a média por mês com a dos deputados do mesmo estado e da Câmara toda.

Total em 2026
R$ 81.513
172 notas em 10 meses
Média por mês
R$ 8.151
Média em SP: R$ 26.304 · Câmara: R$ 28.789

Por categoria

Segurança R$ 60.900
Divulgação do mandato R$ 22.576
Combustível R$ 13.852
Aluguel de veículos R$ 10.413
Hospedagem R$ 3.240
Táxi, pedágio e estacionamento R$ 964
Passagens terrestres e fluviais R$ 727
Complementação do auxílio-moradia -R$ 31.159

Por mês

jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez

Maiores fornecedores

FornecedorCNPJ/CPFNotasTotal
IMPACTO SERVICOS DE SEGURANCA LTDA68.000.538/0001-306R$ 52.200
UNIDAS LOCADORA S.A45.736.131/0191-9912R$ 10.413
COLAMAX PRODUTOS AUTOADESIVOS LTDA58.582.968/0001-532R$ 10.400
POSTO SAO MARTINHO LTDA60.996.436/0001-0460R$ 9.140
IMPACTO SEGURANCA LTDA68.000.538/0001-301R$ 8.700
GRAFICA E EDITORA EMBALAGEM CERTA LTDA51.238.617/0001-801R$ 8.000
Daniel Coimbra Santos25.052.845/0001-511R$ 3.000
ANTONIO ABRAO ABDALA38.336.454/0001-006R$ 2.430
Google Cloud Brasil Computação e Serviços de Dados Ltda25.012.398/0001-073R$ 1.176
UBER DO BRASIL TECNOLOGIA LTDA.17.895.646/0001-8724R$ 964

Ver todas as notas fiscais

Projetos de autoria70 como primeiro autor · 2 viraram lei

Projetos de lei, de lei complementar e PECs apresentados de 2019 a 2026. "Primeiro autor" é quem assinou primeiro; nos demais, o deputado é coautor. Contar projetos não mede qualidade: muitos são homenagens ou datas comemorativas.

Viraram lei
2
como primeiro autor
Aprovados na Câmara
1
como primeiro autor
Em tramitação
65
como primeiro autor
Arquivados
2
como primeiro autor
Coautorias
49
0 viraram lei

Que viraram lei (autoria + coautorias)

  • PL 475/2024 primeiro autor

    Institui direitos para o combate à discriminação de gestantes e parturientes e de pessoas que exercem cuidado de uma ou mais crianças e que sejam candidatas em processos seletivos de bolsas de graduação e pós-graduação. NOVA EMENTA: Veda a adoção de critérios discriminatórios contra estudantes e pesquisadores em virtude de gestação, de parto, de nascimento de filho ou de adoção ou obtenção de guarda judicial para fins de adoção nos processos de seleção para bolsas de estudo e pesquisa das instituições de educação superior e das agências de fomento à pesquisa.

  • PL 2245/2023 primeiro autor

    Institui a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua - PNTC PopRua - e dá outras providências.

Todos os 70 projetos como primeiro autor
ProjetoEmentaSituação
PL 5130/2026Dispõe sobre penalidades administrativas a serem aplicadas pela prática de atos de aporofobiaAguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados
PL 4946/2026Altera a Lei nº 11.340, de 7 de agosto de 2006 — Lei Maria da Penha, para incluir o auxílio-aluguel por benefício administrativo e instituir o Programa Auxílio-Aluguel Mulher Viver Sem Violência, destinado a mulheres em situação de violência doméstica e familiar em condição de vulnerabilidade social e econômica, e dá outras providências.Aguardando Autorização do Despacho
PL 3298/2026Institui a Política Nacional de Incentivo às Paradas de Orgulho LGBTQIA+ e altera a Lei nº 14.399, de 8 de julho de 2022 (Lei Aldir Blanc).Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3249/2026Altera o art. 83 da Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), para garantir às mulheres e às pessoas transmasculinas no sistema prisional que sejam gestantes, parturientes e/ou lactantes o direito ao cuidado e à amamentação de seus filhos de, no mínimo, até 12 (doze) meses de idade.Tramitando em Conjunto
PL 3074/2026Altera a Lei n° 8.036, de 11 de maio de 1990, para estabelecer que a conta vinculada do trabalhador no FGTS poderá custear o acesso às técnicas de reprodução humana assistida.Tramitando em Conjunto
PL 3073/2026Inscreve o nome de Rosely Roth no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2883/2026Altera o artigo 60 da Lei nº 14.133, de 1º de abril de 2021, visando ações de promoção da diversidade, inclusão, equidade de oportunidades e tratamento para pessoas LGBTQIA+ como critério de desempate nas Licitações e Contratos Administrativos.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2882/2026Altera o Artigo 483 do Decreto-Lei nº 5.452, de 1° de maio de 1943 (Consolidação das Leis do Trabalho.), visando a inclusão da LGBTfobia como hipótese de rescisão indireta de trabalho.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2877/2026Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para vedar o reconhecimento da legítima defesa como excludente de ilicitude quando a conduta do agente resultar em morte de criança.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2603/2026Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal) para tornar um agravante da infração de medida sanitária preventiva a incitação, por meio digital, de descumprimento da determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa ou de contaminação microbiológica.Tramitando em Conjunto
PL 2054/2026Institui a Política Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ e dá outras providências.Aguardando Parecer
PL 1440/2026Altera a Lei nº 14.192, de 4 de agosto de 2021, para dispor sobre o combate à violência política de gênero e raça, inclusive em meios digitais, e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 665/2026Institui a Política Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao Transfeminicídio — PNPET; e altera a Lei nº 13.675, de 11 de junho de 2018, para incluir o Plano Nacional de Prevenção e Enfrentamento ao Transfeminicídio como instrumento de implementação da Política Nacional de Segurança Pública e Defesa Social.Pronta para Pauta
PL 388/2026Institui o Programa Nacional de Educação e Empregabilidade para Pessoas Trans e Travestis — Programa TransCidadania.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 292/2026Altera o art. 121-A do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para prever o transfeminicídio como circunstância qualificadora do crime de feminicídio, e a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990, para incluir o transfeminicídio no rol dos crimes hediondos (Lei Keron Ravache).Tramitando em Conjunto
PL 99/2026Altera o art. 71 da Lei nº 13.445, de 24 de maio de 2017, para assegurar à pessoa imigrante, no pedido de naturalização, o direito de requerer a adaptação ou adequação do nome e/ou gênero baseado na autodeterminação de sua identidade de gênero.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 82/2026Acrescenta o Art. 126-A à Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal) para proibir que o condenado que cumpra pena por crimes contra o Estado Democrático de Direito tenha remição de pena por trabalho em áreas estratégicas de atividade do Estado brasileiro.Aguardando Parecer
PL 6396/2025Dispõe sobre a proibição de monetização e publicidade de conteúdos digitais com teor misógino, discriminatório e desinformativo sobre as questões de gênero, incluindo os que promovem a ideologia de supremacia masculina conhecida como “redpill”, e altera a Lei nº 12.965, de 23 de abril de 2014 - Marco Civil da Internet.Tramitando em Conjunto
PL 5879/2025Declara a linguagem Pajubá como Manifestação da Cultura Brasileira.Aguardando Designação de Relator(a)
PLP 242/2025Altera a Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, e a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000, para tratar do Orçamento Sensível ao Clima, determinando a classificação das despesas, de forma direta e indireta, de acordo com seu impacto no enfrentamento da emergência climática e do racismo ambiental, na redução das emissões de gases de efeito estufa e iniciativas de mitigação e adaptação climática, de modo a excetuar essas despesas de medidas de limitação de empenho e movimentação financeira.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 5416/2025Dispõe sobre o direito à Licença-Maternidade, em casos de reconhecida parentalidade exercida por duas mulheres, gestantes e não gestantes; Altera o Decreto-Lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943 — CLT, e as Leis n° 14.457, de 21 de setembro de 2022, 11.770, de 9 de setembro de 2008.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 5110/2025Altera o art. 61 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal, para prever como agravante penal os crimes dolosos que resultem em lesões, mutilações ou agressões dirigidas a face, pescoço, cabeça, seios e genitália ou que acarrete traumas faciais em crimes de violência contra as mulheres.Pronta para Pauta
PL 4787/2025Altera a Lei n° 11.788, de 25 de setembro de 2008, que dispõe sobre o estágio dos estudantes, para tornar obrigatório a concessão de auxílio-refeição, gratificação natalina e abono no recesso por parte das concedentes de estágio e dá outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 4046/2025Altera as Leis nº 8.212 e 8.213, ambas, de 24 de julho de 1991, para incluir as autoridades das religiões dos povos tradicionais de matriz africana e comunidades de terreiro como segurados individuais da Previdência Social.Tramitando em Conjunto
PL 3466/2025Altera a Lei nº 13.667, de 17 de maio de 2018, para incluir no rol de competência dos entes federativos que aderirem ao Sistema Nacional de Empregos o fomento à profissionalização e inclusão de pessoas LGBTQIA+ no mercado de trabalho.Aguardando Parecer
PL 827/2025Institui o dia 15 de fevereiro como Dia Nacional do Enfrentamento ao Transfeminicídio, in memoriam à travesti Dandara dos Santos, e dá outras providências.Pronta para Pauta
PL 822/2025Autoriza o Poder Executivo a disponibilizar, em âmbito nacional, número telefônico destinado ao serviço de informação e atendimento em saúde sexual e reprodutiva.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 821/2025Altera a Lei n° 10.340, de 7 de agosto de 2006 (Lei Maria da Penha) para incluir como medida protetiva à ofendida a suspensão automática de pensão alimentícia e pensão alimentícia compensatória em relação ao agressor.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 820/2025Concede anistia às acusadas e condenadas pelos crimes de aborto definidos nos arts. 124 e 126 do Decreto Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, em razão das violações ao direitos fundamentais e direitos sexuais e reprodutivos de pessoas que gestam no Brasil.Pronta para Pauta
PEC 8/2025Dá nova redação ao inciso XIII, do artigo 7° da Constituição Federal para dispor sobre a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil.Arquivada
PL 183/2025Reconhece a Cultura Ballroom como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 131/2025Altera a redação da alínea “a” do Artigo 46 da Lei nº 4.375, de 17 de agosto de 1964 - Lei do Serviço Militar, para dispor a exclusão de multa para pessoas transmasculinas referente ao atraso no alistamento militar.Tramitando em Conjunto
PL 130/2025Institui a Política Nacional de Saúde Mental para Pessoas Trans e Travestis e autoriza a criação de ambulatórios de atendimento multidisciplinar para pessoas trans e travestis em todas as capitais brasileiras.Pronta para Pauta
PL 4294/2024Dispõe sobre a garantia de estabilidade provisória às empregadas e empregados diagnosticados com câncer de colo uterino, de mama e colorretal.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3620/2024Estabelece critérios para a suspensão do Benefício de Prestação Continuada (BPC) de que trata o Art.21-B da Lei nº 8.742, de 7 de dezembro de 1993.Pronta para Pauta
PL 3565/2024Dispõe sobre a proibição da concessão de crédito rural para propriedades embargadas por uso ilegal de fogo ou por impedir a regeneração natural de áreas de florestas e demais formas de vegetação, e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 3564/2024Dispõe sobre o aumento das penas previstas na Lei nº 9.605, de 12 de fevereiro de 1998 (Lei de Crimes Ambientais), para os crimes de incêndio criminoso em áreas florestais e rurais, estabelece multas, proibição de concessão de crédito, confisco de áreas utilizadas na prática criminosa e dá outras providências.Aguardando Designação - Aguardando Devolução de Relator(a) que deixou de ser Membro
PL 2669/2024Dispõe sobre o Dossiê Nacional de Violências e Discriminações contra pessoas LGBTQIA+.Tramitando em Conjunto
PL 2668/2024Institui a obrigatoriedade do registro e processamento adequado de práticas e crimes homotransfóbicos nos sistemas de segurança pública brasileiro.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2667/2024Institui o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero.Tramitando em Conjunto
PL 1621/2024Altera a Lei n° 14.214, de 6 de outubro de 2021, para dispor sobre a inserção de mulheres em contexto de eventos climáticos extremos, calamidade pública e deslocamento climático como beneficiárias do Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1594/2024Institui a Política Nacional dos Deslocados Ambientais e Climáticos – PNDAC, estabelecendo seus direitos e fornecendo diretrizes para que o Poder Público promova sua proteção.Aguardando Criação de Comissão Temporária
PL 1031/2024Dispõe sobre a obrigatoriedade de oferta de informações sobre aborto legal nos serviços públicos que atuem junto às vítimas de violência sexual.Pronta para Pauta
PL 1028/2024Altera a Lei n° 7.210, de 11 de julho de 1984 - Lei de Execução Penal, para dispor que nos pedidos judiciais sobre execução penal o trabalho doméstico e de cuidado seja considerado para fins de remição de pena.Aguardando Parecer
PL 808/2024Veda a interrupção dos serviços de energia dos usuários inadimplentes frente à ocorrência ou à iminência de eventos climáticos extremos.Tramitando em Conjunto
PL 773/2024Inscreve Carolina Maria de Jesus, escritora, catadora e multiartista, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.Aguardando Apreciação pelo Senado Federal
PL 606/2024Dispõe sobre a obrigatoriedade das plataformas de entrega por aplicativo de fornecer assistência jurídica e psicológica integral aos entregadores em casos em que forem vítimas de violência no exercício da profissão ou em razão dela.Aguardando Parecer
PL 475/2024Institui direitos para o combate à discriminação de gestantes e parturientes e de pessoas que exercem cuidado de uma ou mais crianças e que sejam candidatas em processos seletivos de bolsas de graduação e pós-graduação. NOVA EMENTA: Veda a adoção de critérios discriminatórios contra estudantes e pesquisadores em virtude de gestação, de parto, de nascimento de filho ou de adoção ou obtenção de guarda judicial para fins de adoção nos processos de seleção para bolsas de estudo e pesquisa das instituições de educação superior e das agências de fomento à pesquisa.Transformado em Norma Jurídica
PL 416/2024Institui a obrigatoriedade de fixação, em local visível, de placa informativa sobre o respeito ao nome social e o reconhecimento da identidade de gênero de pessoas trans e travestis no âmbito da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 354/2024Reserva às pessoas trans e travestis 2% (dois por cento) das vagas oferecidas nos concursos públicos e estágios profissionais no âmbito da administração pública federal, das autarquias, das fundações públicas, das empresas públicas e das sociedades de economia mista controladas pela União.Tramitando em Conjunto
PL 250/2024Inscreve Xica Manicongo, a primeira travesti brasileira, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria.Pronta para Pauta
PL 5537/2023Dispõe sobre a obrigatoriedade de fornecimento de água potável em shows e grandes eventos como medida para salvaguardar a segurança e o bem-estar do público.Tramitando em Conjunto
PL 5123/2023Dispõe sobre o programa “Respeito Tem Nome” voltado à promoção da cidadania de pessoas trans e travestis e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 5034/2023Altera a Lei n° 9.455, de 7 de abril de 1997, para equiparar as ações e métodos que objetivam a conversão da orientação sexual e da identidade de gênero ao crime de tortura, nos termos do art. 5°, inciso XLIII da Constituição Federal.Tramitando em Conjunto
PL 4439/2023Dispõe sobre a proibição do compartilhamento de cenas de suicídio e estabelece medidas educativas sobre o compartilhamento de imagens e cenas de suicídioTramitando em Conjunto
PL 4224/2023Altera a Lei n° 9.263, de 12 de janeiro de 1996, para garantir aos casais homoafetivos e às famílias monoparentais o direito ao planejamento familiar, por meio de procedimentos de atenção à Reprodução Humana Assistida, no âmbito do Sistema Único de Saúde, e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 3944/2023Altera a Lei nº 12.288, de 20 de julho de 2010, para reconhecer os impactos desproporcionais da crise climática na saúde da população negra, especialmente sobre mulheres e outras pessoas em áreas mais afetadas.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3621/2023Institui o Dia Nacional de Incentivo à Leitura - Carolina Maria de Jesus, a ser comemorado no dia 19 de agosto de cada ano.Pronta para Pauta
PL 3567/2023Altera a Lei nº 10.260, de 12 de julho de 2021 com objetivo de ampliar a relação de especialidades médicas contempladas pela extensão da carência prevista aos médicos residentes graduados com o apoio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (FIES).Tramitando em Conjunto
PL 3482/2023Inscreve no Livro dos Heróis da Pátria o nome de José Celso Martinez Corrêa (Zé Celso), diretor, ator, dramaturgo e criador do Teatro Oficina.Aguardando Parecer
PL 3109/2023Estabelece reserva de vagas para pessoas trans e travestis nas universidades federais e demais instituições federais de ensino superior e dá outras providências.Aguardando Parecer
PL 2246/2023Estabelece medidas para enfrentamento ao trabalho em condições análogas à de escravo no Brasil e dá outras providências.Devolvida ao(à) Autor(a)
PL 2245/2023Institui a Política Nacional de Trabalho Digno e Cidadania para População em Situação de Rua - PNTC PopRua - e dá outras providências.Transformado em Norma Jurídica
PL 2123/2023Estabelece medidas para enfrentamento ao trabalho em condições análogas à de escravo no Brasil e dá outras providênciasTramitando em Conjunto
PL 2022/2023Inscreve no Livro dos Heróis da Pátria o nome de Tibira do Maranhão, indígena reconhecido como primeira vítima fatal documentada da homofobia no Brasil, assassinado em 1614.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1058/2023Dispõe sobre a obrigatoriedade da Central de Atendimento à Mulher (Disque 180) de garantir atendimento e encaminhamento especializado às mulheres transexuais e travestis vítimas de violência.Tramitando em Conjunto
PL 950/2023Institui a licença remunerada às vítimas de violência doméstica e familiar, "Licença Maria da Penha", e dá outras providências.Tramitando em Conjunto
PL 458/2023Autoriza a criação do Memorial Brasileiro da Resistência Negra, Indígena e Popular, com sede em Brasília.Devolvida ao(à) Autor(a)
PL 457/2023Altera a Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012, para estabelecer a prorrogação do prazo de vigência do programa especial de cotas e dá outras providências.Arquivada
PL 380/2023Altera a Lei nº 10.257, de 10 de julho de 2001 para criar diretrizes que fomentem a construção de cidades resilientes às mudanças climáticas.Aguardando Designação de Relator(a)
Patrimônio declarado ao TSE2022: R$ 19.990 · 2026: R$ 15.976

Valores informados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura. Bens costumam ser declarados pelo valor de compra, não pelo valor de mercado.

2022 · Deputado Federal (PSOL) · R$ 19.990 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Depósito bancário em conta corrente no PaísSaldoR$ 4,51
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)InvestimentosR$ 19.985,45
2026 · Deputado Federal (PSOL) · R$ 15.976 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)RENDA FIXA NUBANKR$ 1.745,00
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDO EM CONTA CORRENTE DA CAIXA ECONÔMICA FEDERALR$ 13.602,14
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)TESOURO DIRETO NUBANKR$ 329,03
Aplicação de renda fixa (CDB, RDB e outros)RDB NUBANKR$ 299,56
Quem éSuperior · Pedagoga

Formação e profissão

Escolaridade declarada à Câmara: Superior

Profissão: Pedagoga

Partidos

  • PSOL, desde 01/02/2023

Links

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Comissões e órgãos33 participações desde 2019 · 18 como titular · 4 com cargo

Comissões são grupos menores de deputados que analisam os projetos de um tema (saúde, segurança, educação…) antes do Plenário; muitos são aprovados ali mesmo. Também fazem audiências e fiscalizam o governo. CPIs investigam um fato específico; comissões especiais cuidam de uma proposta grande, como uma PEC.

Ter muitas não quer dizer trabalhar mais: os partidos distribuem as vagas, e quase todo deputado é suplente em várias. Diz mais em que temas ele está como titular e se ocupou cargos de comando.

Titular
membro efetivo, com voto em todas as decisões.
Suplente
reserva: só vota quando um titular do partido falta.
Presidente
define a pauta e conduz as reuniões. É o cargo de mais poder numa comissão.
Vice-presidente
substitui o presidente quando ele não está.
ÓrgãoCargoPeríodo
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade RacialTitular15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherSuplente15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoSuplente28/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade Racial2º Vice-Presidente03/05/2023 – 06/03/2024
SECRETARIA DA MULHERTitular04/05/2023 – atual
Representação Brasileira no Parlamento do MercosulTitular23/08/2023 – 19/11/2024
Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e FamíliaTitular18/09/2023 – 04/02/2024
Titular02/11/2023 – atual
Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e FamíliaSuplente06/03/2024 – 07/03/2024
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade RacialTitular06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e FamíliaSuplente08/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Legislação ParticipativaSuplente23/04/2024 – 31/01/2025
Subcomissão Especial da Escala de Trabalho 6 x 1 (CTRAB/SUBJORNA)Presidente29/04/2024 – 31/01/2026
Comissão de EducaçãoSuplente07/05/2024 – 03/07/2024
Comissão de TrabalhoSuplente05/06/2024 – 06/06/2024
Grupo de Trabalho sobre a Regulamentação das Redes SociaisTitular05/06/2024 – 03/12/2024
Titular23/12/2024 – 31/01/2025
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherTitular19/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade RacialTitular19/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente20/03/2025 – 23/04/2025
Comissão de TrabalhoTitular01/04/2025 – 31/01/2026
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente05/05/2025 – 31/01/2026
Comissão Especial sobre Inteligência Artificial (PL 2338/23)Titular20/05/2025 – atual
Subcomissão Especial sobre o Setor de Estética (CTRAB/SUBESTET)Titular29/05/2025 – 31/01/2026
Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher3º Vice-Presidente13/08/2025 – 10/03/2026
Comissão de TrabalhoSuplente03/02/2026 – atual
Comissão de Defesa do ConsumidorSuplente04/02/2026 – atual
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade RacialTitular04/02/2026 – atual
Subcomissão Especial sobre o Setor de Estética (CTRAB/SUBESTET)Titular06/03/2026 – atual
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherTitular10/03/2026 – 11/03/2026
Comissão de Defesa dos Direitos da MulherPresidente11/03/2026 – atual
Comissão Especial sobre o Fim da Escala 6x1 Vida Digna ao Trabalhador (PEC 221/19)Titular28/04/2026 – atual
Subcomissão Especial sobre o Setor de Estética (CTRAB/SUBESTET)Titular25/02/2029 – atual

Fontes: API de Dados Abertos e arquivos em massa da Câmara dos Deputados (votações, proposições, cota parlamentar); repositório de dados abertos do TSE.