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Foto de Delegado da Cunha

Delegado da Cunha

UNIÃO · SP · 49 anos · natural de Santos (SP)

Situação: Exercício Mandatos: 2023–2027 Não reeleito(a) em 2026

Em 30 segundos

Números de dados oficiais. Detalhes abaixo, para quem quiser aprofundar.

Votou como você
—
Presença nas votações
69%
do Plenário, desde 2019
Cota parlamentar por mês
R$ 39.929
média em SP: R$ 30.796
Projetos que viraram lei
0
de 22 como primeiro autor
Patrimônio declarado
R$ 980.000
ao TSE em 2026

Como votou23 votações explicadas

Responda o questionário para ver em quais votações Delegado votou como você.

2026 5 votações

PLP 41/2026 · 2 min de leitura aprovado · 470 a 1

Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres

A Câmara aprovou o texto novo (substitutivo) da relatora do projeto de lei complementar que cria o Sistema Nacional de Enfrentamento da Violência contra Meninas e Mulheres e define a destinação de recursos para ações contra o feminicídio (assassinato de mulheres por razões de gênero).

Violência contra a mulher
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Ministério das Mulheres coordena o sistema, que integra União, estados, Distrito Federal e municípios, com regras de repasse de verbas, acompanhamento e transparência. O texto permite que estados em programa de renegociação de dívida com a União (Propag) apliquem 10% de recursos obrigatórios nessa política. O texto não aumenta penas de crimes. O projeto seguiu para o Senado.

Quem votou Sim diz

Uma política nacional com financiamento permanente dá continuidade à rede de atendimento às vítimas e a ações de prevenção, em um cenário de mais de 1.500 vítimas de feminicídio em 2025, segundo a relatora.

Quem votou Não diz

O combate à violência também exige penas mais duras para os agressores, e não só verbas e estrutura; essa foi a crítica de parlamentares da oposição, embora a maior parte tenha votado a favor.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo ao PLP 41, de 2026 (Sim 470, Não 1); Congresso em Foco reporta a aprovação com a data de 8 de julho, enquanto a base de dados registra 07/07/2026, data que foi mantida. Não é destaque: SIM aprova o sistema nacional e o financiamento, ou seja, amplia a proteção. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor; só o grupo Missão contra. Confiança média: a pergunta fala em leis de proteção com penas maiores, e o texto amplia a estrutura e o financiamento, não as penas. O valor de R$ 5 bilhões do texto original foi alterado no substitutivo e não foi citado.

Fontes: congressoemfoco.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 19

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6x1, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Direitos trabalhistas
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a jornada de 40 horas semanais, com dois dias de descanso, sem redução de salário e com transição de cerca de 14 meses (42 horas após dois meses). Prevê exceções para regimes especiais e regras próprias para micro e pequenas empresas.

Quem votou Sim diz

A medida dá mais tempo de descanso aos trabalhadores sem reduzir a renda, e a transição gradual e as exceções permitem às empresas se adaptar.

Quem votou Não diz

O custo maior para as empresas, sobretudo as pequenas, pode afetar o emprego, e categorias com escalas especiais podem ficar em situação diferente.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 221, de 2019 (Sim 461, Não 19; Agência Câmara 27/05/2026). Mesma leitura do primeiro turno. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Mesma ressalva sobre a fonte dos argumentos críticos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 221/2019 · 2 min de leitura aprovado · 472 a 22

Fim da escala 6x1 e jornada de 40 horas - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a PEC que reduz a jornada máxima de trabalho e acaba com a escala 6x1 (seis dias de trabalho para um de descanso). Votou-se a versão com a 'emenda aglutinativa' (um texto que junta propostas diferentes), que combina a proposta original com outra PEC.

Direitos trabalhistas
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A jornada cai de 44 para 40 horas semanais, em cinco dias de trabalho e dois de descanso, sem redução de salário. Em dois meses a jornada vai a 42 horas, e em cerca de 14 meses a 40 horas. Há exceções, como regimes especiais (por exemplo, o 12x36) e regras transitórias para micro e pequenas empresas. O texto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Reduzir a jornada e garantir dois dias de descanso melhora a qualidade de vida e o tempo com a família sem diminuir o salário; as exceções previstas evitam estimular a contratação como pessoa jurídica.

Quem votou Não diz

Reduzir a jornada sem corte de salário aumenta o custo por hora trabalhada, o que preocupa empresas, em especial as pequenas, e pode afetar categorias que dependem de escalas diferentes.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em primeiro turno a PEC 221, de 2019 (Sim 472, Não 22; Agência Câmara 27/05/2026). SIM aprova menos horas e mais descanso sem corte de salário, com custo maior para o empregador, então concorda com a pergunta. Orientação: governo, maioria e minoria a favor; oposição liberou. Os argumentos críticos vêm de fonte indireta; quem revisar deve completá-los.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 1 min de leitura aprovado · 461 a 14

PEC da Segurança Pública - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação da PEC sobre segurança pública, já aprovada no primeiro turno na mesma sessão. Depois, o texto seguiu para o Senado.

Segurança pública e penas
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Confirma a inclusão do Sistema Único de Segurança Pública na Constituição e a previsão de lei com regime especial, mais rígido, para integrantes de facções e milícias, além de novas fontes de recursos para fundos de segurança e do sistema penitenciário.

Quem votou Sim diz

O texto fortalece a cooperação entre polícias e dá instrumentos para enfrentar facções e milícias, com regras mais duras de cumprimento de pena para seus líderes.

Quem votou Não diz

As regras mais duras dependem de leis futuras, e mudar competências e a definição de 'defesa social' na Constituição pode gerar conflitos entre União, estados e municípios.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada em segundo turno a PEC 18, de 2025 (Sim 461, Não 14; Agência Câmara 04/03/2026). SIM mantém o mesmo texto do primeiro turno; a leitura e as ressalvas são as mesmas. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 18/2025 · 2 min de leitura aprovado · 487 a 15

PEC da Segurança Pública - 1º turno

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a parte principal da PEC (proposta de emenda à Constituição) sobre segurança pública. O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar a proposta original. O texto redistribui responsabilidades entre União, estados e municípios.

Segurança pública e penas
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O Sistema Único de Segurança Pública passa a constar da Constituição, com cooperação entre as forças policiais e compartilhamento de informações. O texto prevê uma lei futura com regime especial para líderes e integrantes de facções e milícias (grupos criminosos), que poderia restringir progressão de pena, liberdade provisória e saída temporária. A proposta seguiu ao Senado, e a redução da maioridade penal foi retirada.

Quem votou Sim diz

Dar base constitucional à integração das polícias, endurecer o tratamento de líderes de facções e cortar o financiamento do crime organizado responde ao avanço desses grupos e dá mais eficiência ao combate à violência.

Quem votou Não diz

A mudança concentra regras em temas complexos, como progressão de pena e polícias municipais, e o efeito depende de leis futuras; há dúvida jurídica sobre o termo 'defesa social' e sobre a distribuição de competências.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado em primeiro turno o substitutivo da PEC 18, de 2025 (Sim 487, Não 15, 1 abstenção; Agência Câmara 04/03/2026). SIM aprova a base constitucional para regras mais duras de cumprimento de pena a líderes de organizações criminosas, o que corresponde a concordar com a pergunta. Confiança média porque as regras concretas dependem de lei futura, e o texto também trata de competências e financiamento. Orientação: todos os blocos a favor.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2025 6 votações

PL 2162/2023 · 2 min de leitura aprovado · 291 a 148

Redução de penas dos condenados pelo 8 de janeiro - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto conhecido como 'PL da Dosimetria' (dosimetria é o cálculo da pena). O relator da comissão especial escreveu um texto novo (um 'substitutivo') no lugar do projeto original, que previa anistia (perdão geral de crimes). O texto aprovado não concede anistia, mas muda o cálculo das penas por crimes contra o Estado Democrático de Direito (a ordem prevista na Constituição).

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quando houver condenação por tentativa de golpe e por tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito no mesmo contexto, vale a pena mais grave, e não a soma das duas. Para crimes cometidos em multidão, como os atos de 8 de janeiro de 2023, a pena pode cair de um terço a dois terços, salvo para quem financiou ou liderou. Também muda a progressão de regime (passagem para um regime menos fechado).

Quem votou Sim diz

As penas aplicadas somam crimes que se sobrepõem e atingem de modo desproporcional quem participou sem liderar; o texto corrige excessos e abre caminho para pacificação.

Quem votou Não diz

Reduzir as penas de condenados por atacar as instituições enfraquece a resposta do Estado a esses crimes e beneficia também os principais responsáveis; as condenações já respeitaram o devido processo.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara (10/12/2025): o texto reduz penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro (de 1/3 a 2/3 para crimes em multidão) e não concede anistia. A pergunta do tema fala em 'anistia ou redução de pena', então SIM aprova e corresponde a concordar. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo e maioria contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1087/2025 · 2 min de leitura aprovado · 493 a 0

Reforma do Imposto de Renda - isenção até R$ 5 mil e imposto mínimo para rendas altas

A Câmara aprovou, em votação única, a parte principal do projeto que muda o Imposto de Renda das pessoas físicas. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as propostas anteriores), foi apresentada pelo relator da comissão especial.

Imposto de Renda e isençõesTaxação de altas rendas e dividendos
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Quem ganha até R$ 5 mil por mês deixa de pagar Imposto de Renda, com desconto parcial até R$ 7.350. Para compensar, quem tem rendas muito altas (a partir de cerca de R$ 600 mil por ano) passa a pagar um imposto mínimo, que inclui lucros e dividendos recebidos (parte do lucro das empresas repassada aos sócios).

Quem votou Sim diz

Alivia o orçamento de milhões de trabalhadores e corrige uma distorção, porque quem tem rendimentos muito altos, em especial de dividendos, pagava proporcionalmente menos imposto.

Quem votou Não diz

A compensação pode reduzir investimentos e a distribuição de lucros. Também é preciso cobrir a perda de arrecadação de estados e municípios com a isenção. Para os críticos, o texto poderia mexer menos na tributação de empresas e investidores.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (01/10/2025): o texto isenta quem ganha até R$ 5 mil e cria imposto mínimo para rendas altas, incluindo lucros e dividendos. Votar SIM aprova as duas medidas, então SIM é concordar com ambas as perguntas. Votação unânime (493 a 0); todos os líderes de partidos orientaram Sim.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2162/2023 · 1 min de leitura aprovado · 311 a 163

Anistia a manifestantes - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto não foi votado. Na época, ele previa anistia (perdão de crimes) a participantes de manifestações de motivação política desde 30/10/2022, o que incluía os atos de 8 de janeiro de 2023.

Anistia e penas do 8 de janeiro
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a urgência aprovada, o projeto pôde ir direto ao Plenário. Nenhuma anistia foi concedida nesta votação.

Quem votou Sim diz

Há um grande número de pessoas condenadas e a questão merece resposta rápida do Parlamento; a anistia é um instrumento político de pacificação previsto em lei.

Quem votou Não diz

A anistia a quem atacou as instituições dá sinal de impunidade e não deveria ser tratada com pressa, sem passar pelas comissões que analisam constitucionalidade e mérito.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Só o pedido de urgência foi votado (Agência Câmara). Quem votou SIM quis acelerar o projeto de anistia. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura trecho retirado · 296 a 174

Prerrogativas de deputados e senadores - destaque que tirou o voto secreto

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do partido Novo questionou o trecho que previa voto secreto da Casa para decidir sobre a prisão de um parlamentar. Votar SIM mantinha o voto secreto; votar NÃO o retirava. Como se trata de PEC, manter um trecho exige 308 votos. Os 296 votos SIM não chegaram a esse número, e o voto secreto caiu. Depois, a Câmara o restabeleceu em outra votação.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com a retirada, a decisão sobre manter ou não a prisão de um parlamentar seria aberta, com cada voto identificado. O voto secreto foi depois reincluído por outra votação (emenda aglutinativa, que junta várias mudanças num texto só; 314 a 168).

Quem votou Sim diz

O voto secreto protege o parlamentar de pressões e retaliações ao decidir sobre a liberdade de um colega, e é um mecanismo tradicional de garantia de independência.

Quem votou Não diz

Votação aberta permite que o eleitor saiba como cada parlamentar decidiu sobre a prisão de um colega, o que traz transparência e responsabilização.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial 'Suprimido o texto. Sim: 296; Não: 174'. Em destaque que retira trecho de PEC, votar SIM é manter o trecho, que exige 308 votos (Agência Brasil, 09/2025: o voto secreto caiu por falta de quórum para mantê-lo). A oposição, favorável à PEC, orientou SIM. Votar SIM mantém o voto secreto, ou seja, mais proteção ao parlamentar. Confiança média porque ligar o voto secreto a 'mais proteção' é interpretação.

Fontes: agenciabrasil.ebc.com.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 3/2021 · 2 min de leitura aprovado · 344 a 133

Prerrogativas de deputados e senadores ('PEC das Prerrogativas') - 2º turno

A Câmara fez a segunda votação de uma PEC (proposta de emenda à Constituição, que muda a própria Constituição e exige 308 votos em cada turno) sobre as prerrogativas de deputados e senadores, ou seja, os direitos específicos do cargo. O texto exige autorização da respectiva Casa para prender em flagrante por crime inafiançável e para processar ou aplicar medidas cautelares contra parlamentares. Também dá foro (o tribunal que julga o caso) no Supremo Tribunal Federal a presidentes nacionais de partidos.

Foro e imunidade parlamentar
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se aprovada pelo Congresso, parlamentares só seriam presos ou processados com autorização da Câmara ou do Senado, e presidentes de partidos passariam a ter foro no STF. O Senado rejeitou a proposta em setembro de 2025 e ela foi arquivada.

Quem votou Sim diz

Protege o mandato contra decisões judiciais abusivas e perseguição política, garantindo a independência do Legislativo, como em outras democracias.

Quem votou Não diz

Cria um escudo que dificulta a punição de parlamentares por crimes comuns e amplia a impunidade, tratando os eleitos de forma diferente dos demais cidadãos.

Orientação do Governo
—
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Brasil e Agência Câmara (16/09/2025): o texto exige autorização da Casa para prisão e processo e amplia o foro. Votar SIM aprova mais proteção, então SIM é concordar com a pergunta. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; a maioria liberou a votação.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 6020/2023 · 2 min de leitura aprovado · 302 a 99

Aproximação do agressor com consentimento da vítima - texto aprovado

A Câmara aprovou o texto novo da relatora na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Ele trata como crime a aproximação voluntária do agressor de áreas proibidas por decisão judicial, mesmo que a vítima consinta. Antes, a Câmara rejeitou o pedido de votar primeiro o texto original do projeto.

Violência contra a mulher
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Se o agressor, de forma voluntária, se aproximar de áreas definidas pelo juiz para proteger a vítima (incluindo a casa e o local de trabalho dela), comete o crime de descumprimento de medida protetiva, com pena de 2 a 5 anos de reclusão e multa, mesmo com o consentimento da vítima. O projeto seguiu ao Senado.

Quem votou Sim diz

Flexibilizar medidas de proteção coloca vidas em risco; a vítima pode ser pressionada a aceitar a aproximação, e a medida protetiva existe porque há risco à vida.

Quem votou Não diz

Punir o agressor mesmo com o consentimento da mulher retira a autonomia dela e pode criminalizar situações sem intenção, como um contato para tratar de assuntos de um filho.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo, ressalvados os destaques (Sim 302, Não 99; Agência Câmara 08/07/2025). SIM aprova a ampliação da proteção e da punição do agressor, o que corresponde a concordar com a pergunta. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Antes dessa votação, a preferência pelo texto original do projeto foi rejeitada (103 a 281).

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2024 3 votações

PLP 175/2024 · 1 min de leitura aprovado · 356 a 35

Regras para emendas parlamentares - mudanças do Senado

A Câmara aceitou o texto que o Senado aprovou para o projeto sobre as emendas parlamentares ao Orçamento, com exceção de alguns artigos, que ficaram como estavam na versão da Câmara. Depois dessa votação, o projeto seguiu para sanção.

Voto de Delegado Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A Câmara manteve 8 emendas por bancada estadual (o Senado propunha 10) e a regra de reservar 50% das emendas de comissão para a saúde. Também aceitou restabelecer a possibilidade de órgãos de controle recomendarem ajustes nos planos de trabalho das 'emendas Pix'. Fica descartado o bloqueio das emendas; permanece apenas o contingenciamento (corte temporário de gastos).

Quem votou Sim diz

O texto reúne os interesses do Congresso e do governo e dá mais transparência e rastreabilidade ao pagamento das emendas; a versão da Câmara ainda reserva metade das emendas de comissão para a saúde.

Quem votou Não diz

As mudanças não melhoram o texto, que mantém grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e não atende às demandas de transparência feitas pelo Supremo.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovado o substitutivo do Senado, com exceção dos artigos 3º e 7º (Sim 356, Não 35; Agência Câmara 19/11/2024). Nenhum tema marcado, pelo mesmo motivo do texto principal (regras de execução, sem redução clara de valores). Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 1958/2021 · 1 min de leitura aprovado · 241 a 94

Cotas de 30% em concursos federais - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que reserva vagas em concursos públicos federais para pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas. A relatora apresentou uma versão final (chamada 'subemenda substitutiva global', um texto que reúne e troca as anteriores).

Cotas e ações afirmativas
Voto de Delegado Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Em concursos federais futuros, 30% das vagas ficam reservadas a pessoas pretas, pardas, indígenas e quilombolas, ampliando a reserva de 20% que já existia só para pessoas negras. A política passa a ser revisada em 5 anos.

Quem votou Sim diz

As cotas corrigem a sub-representação de negros, indígenas e quilombolas no serviço público (ou seja, eles têm menos vagas do que sua parcela da população) e aproximam o Estado da composição da população; a medida é temporária e revisável.

Quem votou Não diz

A seleção deveria considerar só o mérito e a renda, pois o critério racial é de difícil verificação e pode gerar injustiças e conflitos; a política deveria focar em educação básica.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (19/11/2024): o texto reserva 30% das vagas em concursos federais por critério racial e étnico. Votar SIM aprova a reserva, então SIM é concordar com cotas em concursos. Orientação dos partidos: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 175/2024 · 2 min de leitura aprovado · 330 a 74

Regras para emendas parlamentares ao Orçamento (verbas que deputados e senadores indicam) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto de lei complementar que define regras para propor e executar emendas parlamentares (verbas do Orçamento que deputados e senadores indicam para projetos). A medida responde à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a execução das emendas até existirem regras de transparência e rastreamento do dinheiro. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A partir de 2026, o limite das emendas passa a ser corrigido pela inflação mais parte do crescimento da receita; em 2025 as emendas de comissão somam R$ 11,5 bilhões. Cada bancada estadual apresenta 8 emendas. As emendas individuais e de bancada continuam obrigatórias, e as 'emendas Pix' (repasses diretos a estados e municípios, sem convênio prévio) passam a ter mais regras de informação e de prestação de contas ao TCU (Tribunal de Contas da União).

Quem votou Sim diz

O texto cria regras de transparência, rastreabilidade e controle, atende às exigências do Supremo e destrava a liberação de recursos para obras e saúde.

Quem votou Não diz

As regras não dão transparência suficiente às emendas de comissão, deixam grande parte do Orçamento sob controle do Congresso e mantêm os recursos que parlamentares destinam sem critério claro.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Liberado
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a subemenda, ressalvados os destaques (Sim 330, Não 74, 2 abstenções; Agência Câmara 05/11/2024). Nenhum tema marcado: o texto regula as emendas e fixa um limite de crescimento, em vez de reduzir valores. Por isso, a relação entre SIM e a pergunta sobre reduzir o dinheiro público para políticos não é clara. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria liberaram.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

2023 9 votações

PL 3626/2023 · 2 min de leitura emenda rejeitada · 120 a 261

Apostas esportivas - destaque para retirar os jogos de cassino online

Um destaque (pedido para votar um item em separado) pediu a aprovação da Emenda 3 do Senado, que retirava do projeto a autorização de jogos de cassino online. Votar SIM aprovava a emenda e excluía os cassinos online; votar NÃO a rejeitava e mantinha os jogos.

Apostas e jogos de azar
Voto de Delegado Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A emenda foi rejeitada; o texto final manteve a autorização de jogos online, e o projeto seguiu à sanção. A Câmara retirou os jogos físicos (máquinas) do texto, a pedido de deputados contrários ao projeto.

Quem votou Sim diz

Quem votou SIM sustentou que a autorização de jogos de cassino online amplia o risco de vício e de danos sociais e que o projeto deveria ficar restrito às apostas esportivas.

Quem votou Não diz

Quem votou NÃO sustentou que retirar os jogos online esvaziaria a regulamentação e a arrecadação do setor, e que a regra permite fiscalizar o que já ocorre no país.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: rejeitada a Emenda 3 do Senado (Sim 120, Não 261). O destaque era para aprovar a emenda; SIM aprova a emenda, que, segundo a Agência Câmara (12/2023), retirava os jogos de cassino online. Votar SIM restringe a oferta de jogos, logo discorda de permitir e regulamentar. Orientação: minoria e oposição a favor; governo e maioria contra. A identificação da Emenda 3 com os cassinos vem da coincidência dos números e da notícia; quem revisar deve confirmar no texto da emenda.

Fontes: camara.leg.br · www12.senado.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 3626/2023 · 2 min de leitura aprovado · 292 a 114

Regras para as apostas esportivas (bets) - mudanças do Senado

A Câmara aprovou a maior parte das mudanças feitas pelo Senado no projeto que regulamenta as apostas de quota fixa (apostas em que o ganho é definido antes do jogo, as chamadas 'bets', sobretudo esportivas). O projeto também reúne o conteúdo de uma medida provisória. Algumas mudanças do Senado foram votadas separadamente, como a que retirava os jogos de cassino online.

Apostas e jogos de azar
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

As empresas precisam de autorização do Ministério da Fazenda, sede no Brasil e pagamento de até R$ 30 milhões pela outorga (valor pago pela autorização para explorar a atividade). Há proibição de apostar para menores de 18 anos, para pessoas com transtorno de jogo e para quem pode influenciar resultados, além de regras para publicidade e tributação sobre receita e prêmios. O projeto seguiu à sanção (aprovação final do presidente).

Quem votou Sim diz

Regular o setor dá segurança ao apostador, define regras de publicidade e de integridade e gera arrecadação para áreas como seguridade, educação, esporte e turismo.

Quem votou Não diz

A legalização amplia o acesso a apostas e pode causar mais danos sociais, como vício e endividamento, do que a receita compensaria.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovadas as emendas do Senado selecionadas, com parecer favorável (Sim 292, Não 114; Agência Câmara 12/2023). SIM aprova a versão final do marco das apostas, o que corresponde a permitir e regulamentar. Orientação: governo e maioria a favor; oposição e minoria contra. Confiança média: a votação trata das mudanças do Senado, não do texto principal, e a pergunta inclui cassinos, que foram tratados na votação 2374400-121.

Fontes: camara.leg.br · camara.leg.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 4173/2023 · 2 min de leitura aprovado · 323 a 119

Imposto sobre fundos exclusivos e aplicações no exterior (offshores) - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que muda a tributação de fundos de investimento exclusivos no Brasil (fundos feitos para um único investidor) e de aplicações de pessoas físicas no exterior (as chamadas offshores). O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Os destaques (votações separadas de trechos) foram votados depois.

Taxação de altas rendas e dividendos
Voto de Delegado Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Os fundos exclusivos (com aplicação mínima de R$ 10 milhões) passam a ter tributação periódica sobre os rendimentos, com alíquota (percentual do imposto) de 15% nos ganhos de longo prazo e 20% nos de curto prazo. Os rendimentos de aplicações de residentes no exterior passam a ser tributados em 15% uma vez por ano, e há uma tributação sobre o estoque de ganhos acumulados, de 8%. O projeto também reduz, de 300 para 100, o número mínimo de cotistas (investidores de um fundo) para a isenção de fundos imobiliários e do agro. Todos os destaques foram rejeitados.

Quem votou Sim diz

Fundos exclusivos e aplicações no exterior passam a ser tributados periodicamente; segundo o relator, a proposta busca justiça na tributação dos chamados "super-ricos", e o governo estimou arrecadação adicional.

Quem votou Não diz

Agentes do mercado alertam que alíquotas mais altas podem provocar saída de capital do país; a bancada do agro defendeu regras mais brandas para os fundos do setor, com menos cotistas exigidos para a isenção.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a versão final, ressalvados os destaques (Sim 323, Não 119, 1 abstenção); InfoMoney (25/10/2023) confirma a aprovação e a rejeição de todos os destaques. SIM aprova o texto que tributa os rendimentos de fundos exclusivos e de offshores, ou seja, concorda que rendas muito altas, inclusive de lucros e dividendos, paguem mais imposto. Orientação: governo e maioria a favor; oposição, minoria, PL e Novo contra. Confiança alta porque o alvo declarado são os rendimentos de grandes aplicadores; as alíquotas citadas são as da reportagem.

Fontes: infomoney.com.br · poder360.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

MPV 1172/2023 · 2 min de leitura aprovado · 439 a 1

Salário mínimo, valorização anual e isenção do Imposto de Renda - texto principal

A Câmara aprovou a medida provisória que fixa o salário mínimo de maio de 2023, cria uma regra permanente para reajustar o mínimo e amplia a faixa de isenção do Imposto de Renda. Votou-se a versão final do relator (projeto de lei de conversão). Depois, um destaque (votação separada de trecho) retirou do texto a tributação de fundos no exterior.

Salário mínimoImposto de Renda e isenções
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O mínimo fica em R$ 1.320 desde 1º de maio de 2023. A partir de 2024, o reajuste será pela inflação (medida pelo INPC, índice oficial de preços) mais a variação positiva do PIB (tudo o que o país produz) de dois anos antes; se o PIB for negativo, só a inflação. A isenção do IR sobe para R$ 2.112 e, com um desconto simplificado de R$ 528, pode chegar a R$ 2.640 brutos por mês.

Quem votou Sim diz

O aumento real do mínimo reduz a desigualdade e aumenta o poder de compra; a nova tabela do IR corrige a defasagem (a tabela estava sem reajuste) e beneficia mais de 13 milhões de contribuintes.

Quem votou Não diz

A política cria gastos permanentes crescentes (estimativa de R$ 18,1 bilhões em 2024), a isenção do IR foi incluída na mesma medida, o que pressiona a votação, e a nova faixa não cumpre a promessa de isenção para quem ganha R$ 5 mil.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Resultado oficial: aprovada a medida provisória na forma do projeto de lei de conversão (Sim 439, Não 1; Agência Câmara 23/08/2023). SIM aprova a política de valorização e a ampliação da isenção do IR. Orientação: governo, maioria, minoria e oposição a favor. Confiança média em salário mínimo porque o ganho real depende do PIB: não ocorre todo ano e é zero se o PIB for negativo.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 1 min de leitura texto mantido · 317 a 170

Reforma tributária - trecho que cobra mais imposto de herança de valores altos (art. 155)

Um destaque (pedido para votar um trecho em separado) do bloco União-PP tentava retirar do texto a regra que torna o imposto sobre heranças e doações (ITCMD) progressivo. Isso significa que a alíquota (percentual) sobe conforme o valor recebido. Votar SIM mantinha o trecho no texto; votar NÃO o retirava.

Imposto sobre herança
Voto de Delegado Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Com o trecho mantido, a Constituição passa a prever que o ITCMD, cobrado pelos estados, deve ter alíquotas maiores para heranças e doações de valor mais alto. Cada estado define as faixas e percentuais.

Quem votou Sim diz

Quem recebe grandes patrimônios sem esforço de trabalho pode contribuir proporcionalmente mais; a progressividade já existe no Imposto de Renda e é um critério de justiça tributária.

Quem votou Não diz

A herança já foi formada com patrimônio tributado e a cobrança maior pode onerar famílias e empresas familiares e desestimular a poupança; cada estado deveria decidir livremente sua alíquota.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (06/07/2023): o destaque pretendia retirar a regra que torna o ITCMD progressivo, e foi rejeitado; o resultado oficial é 'Mantido o texto'. Votar SIM mantém a regra, então SIM é concordar que heranças de valor alto paguem mais. Orientação: governo e maioria a favor; oposição contra.

Fontes: camara.leg.br · conjur.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PEC 45/2019 · 2 min de leitura aprovado · 382 a 118

Reforma tributária sobre o consumo - texto principal (1º turno)

A Câmara aprovou, na primeira de duas votações, a proposta que simplifica os impostos cobrados sobre o consumo. O texto junta vários impostos em dois, o IBS e a CBS, no lugar de ICMS e ISS (estaduais e municipais) e de PIS e Cofins (federais). O relator reescreveu a proposta inteira num texto novo (um 'substitutivo'), que foi o que se votou. Também cria regras como a cesta básica isenta e alíquotas menores para saúde e educação.

Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Vários impostos sobre produtos e serviços viram dois (IBS e CBS), cobrados no local de destino da compra, com transição de vários anos. Alimentos da cesta básica nacional ficam isentos (sem imposto) e áreas como saúde, educação e transporte coletivo pagam uma alíquota (percentual do imposto) menor.

Quem votou Sim diz

Simplificar a cobrança acaba com a guerra fiscal entre estados (disputa para atrair empresas com impostos mais baixos), reduz burocracia e litígios e torna o sistema mais transparente, o que favorece o crescimento e a produtividade.

Quem votou Não diz

Há risco de aumento da carga para setores como serviços, de perda de autonomia de estados e municípios e de muitas exceções, que complicam o sistema. O efeito final depende de leis complementares (leis que detalham a reforma), que ainda não foram votadas.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (07/2023): nenhum tema foi marcado. A proposta junta impostos sobre consumo, mas o efeito sobre o total de impostos depende das leis que virão depois. Por isso não dá para dizer o que o SIM significa diante da pergunta sobre reduzir impostos mesmo arrecadando menos.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 490/2007 · 1 min de leitura aprovado · 283 a 155

Marco temporal das terras indígenas - texto principal

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que define como as terras indígenas são reconhecidas e demarcadas (oficialmente delimitadas). Ele adota o 'marco temporal': só seriam consideradas terras indígenas as ocupadas pelos povos em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição. A versão final, chamada 'subemenda substitutiva global' (um texto que reúne e troca as anteriores), foi apresentada pelo relator.

Terras indígenas
Voto de Delegado Não votou
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

Só seriam demarcadas as terras que estavam ocupadas por comunidades indígenas em outubro de 1988; ficam proibidas novas ampliações de áreas já demarcadas, e o texto permite instalação de bases militares sem consulta às comunidades.

Quem votou Sim diz

O marco dá segurança jurídica a proprietários e produtores rurais com títulos antigos e evita demarcações sem limite de tempo; a definição de regras cabe ao Congresso.

Quem votou Não diz

O critério ignora povos expulsos de suas terras antes de 1988 e restringe direitos garantidos na Constituição; a demarcação deve seguir critérios antropológicos (estudos sobre a ocupação tradicional), não uma data fixa.

Orientação do Governo
Não
Orientação da Oposição
Sim
Por que classificamos assim

Agência Câmara e Agência Brasil (30/05/2023): o texto limita a demarcação às terras ocupadas em 05/10/1988 e proíbe ampliar áreas já demarcadas. Votar SIM aprova essas restrições, então SIM é discordar de ampliar a demarcação. Orientação dos partidos: oposição e minoria a favor; governo contra.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PLP 93/2023 · 2 min de leitura aprovado · 372 a 108

Arcabouço fiscal - nova regra para o limite de gastos do governo

A Câmara aprovou a parte principal do projeto que cria o 'arcabouço fiscal', uma nova regra para controlar os gastos do governo federal no lugar da antiga regra do teto de gastos. O relator escreveu um texto novo (um 'substitutivo') para trocar o projeto original. Pedidos para mudar trechos específicos (destaques) foram votados depois.

Controle de gastos públicos
Voto de Delegado Sim
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

O gasto do governo federal pode crescer a cada ano só em proporção do aumento da arrecadação (70% do crescimento da receita), dentro de um piso de 0,6% e um teto de 2,5% acima da inflação. Se a meta de equilíbrio das contas públicas (gastar não mais do que se arrecada) não for cumprida, o governo precisa conter despesas.

Quem votou Sim diz

O modelo dá uma regra clara para o crescimento dos gastos, ligada à arrecadação, e mantém espaço para investimentos e programas sociais, trazendo previsibilidade para as contas públicas.

Quem votou Não diz

Há quem diga que o limite é fraco demais e depende de aumento da arrecadação para fechar as contas. Outros dizem que ele é rígido demais e pode reduzir gastos sociais e investimentos.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
Não
Por que classificamos assim

Agência Câmara (24/05/2023): o texto limita o crescimento real dos gastos (entre 0,6% e 2,5% ao ano acima da inflação) e prevê contenção de despesas se as metas forem descumpridas. Votar SIM aprova esses limites, então SIM é concordar com limites para aumentar gastos. A regra é menos rígida que o antigo teto, mas o limite é claro; por isso confiança alta.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

PL 2630/2020 · 1 min de leitura aprovado · 238 a 192

Regulação das redes sociais - pedido de urgência

A Câmara votou só o 'requerimento de urgência', um pedido para o projeto ser votado mais rápido, sem passar por todas as comissões. O conteúdo do projeto, que cria regras de transparência e responsabilidade para plataformas e redes sociais, não foi votado nesta ocasião.

Regulação das redes sociais
Voto de Delegado Não
Entenda a votação
Analisando a votação…
Na prática

A urgência aprovada permitiu votar o projeto direto no Plenário, mas a votação do conteúdo foi adiada a pedido do relator e não ocorreu. Nenhuma regra nova passou a valer com esta votação.

Quem votou Sim diz

O tema exige resposta rápida: plataformas têm papel central na circulação de desinformação e de conteúdo ilegal, e regras de transparência e responsabilização protegem usuários.

Quem votou Não diz

Um projeto com impacto sobre a liberdade de expressão não deveria ser votado às pressas, e o texto dava a empresas e ao poder público poder demais para decidir o que pode ser dito.

Orientação do Governo
Sim
Orientação da Oposição
—
Por que classificamos assim

Só a urgência foi votada (Agência Câmara e Agência Brasil, 25/04/2023); o conteúdo não chegou a ser votado. Quem votou SIM quis acelerar um projeto que obriga plataformas a remover conteúdos ilegais e adotar regras de transparência. Ligar esse voto à pergunta depende de tratar o apoio à urgência como apoio ao conteúdo, por isso confiança média.

Fontes: camara.leg.br · agenciabrasil.ebc.com.br Baixar esta votação (JSON) Revisão humana pendente

Ver todas as votações com os outros deputados →

Presença nas votações69% das votações do Plenário

Porcentagem das votações nominais do Plenário em que registrou voto. Não conta trabalho em comissões. Licenças, afastamentos e campanhas reduzem o número sem significar falta sem justificativa.

AnoVotou em
2023 221 de 300 (74%)
2024 181 de 273 (66%)
2025 305 de 429 (71%)
2026 75 de 126 (60%)
Gastos com a cota parlamentarR$ 39.929/mês · R$ 1.756.872 no total

A cota parlamentar (CEAP) reembolsa despesas do mandato, como passagens, escritório e divulgação. Usá-la é permitido; o limite muda por estado. Comparamos a média por mês com a dos deputados do mesmo estado e da Câmara toda.

Total em 2026
R$ 343.059
108 notas em 9 meses
Média por mês
R$ 38.118
Média em SP: R$ 26.304 · Câmara: R$ 28.789

Por categoria

Divulgação do mandato R$ 128.606
Aluguel de veículos R$ 124.500
Escritório de apoio R$ 73.499
Segurança R$ 8.954
Combustível R$ 4.000
Táxi, pedágio e estacionamento R$ 2.615
Hospedagem R$ 575
Alimentação R$ 311

Por mês

jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez

Maiores fornecedores

FornecedorCNPJ/CPFNotasTotal
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.13.347.016/0001-175R$ 78.366
LDS LOCADORA DE VEICULOS LTDA51.206.262/0001-487R$ 39.990
NOVACAR LOCADORA DE VEICULOS LTDA19.374.791/0001-489R$ 36.500
Nokkel Administração de Imóveis20.625.537/0001-545R$ 34.341
LDS LOCADORA DE VEÍCULOS LTDA51.206.262/0001-485R$ 31.828
NOKKEL ADMINISTRACAO DE IMOVEIS LTDA20.625.537/0001-544R$ 28.501
51.645.827 VICTOR HUGO CABRERA RIVERO51.645.827/0001-935R$ 27.300
BAYGO MOTORS TRANSPORTES50.672.538/0001-105R$ 18.610
GUILHERME AFFONSO MENKE50.816.843/0001-395R$ 15.000
PPVC Comercio e Grafica Ltda05.869.853/0001-881R$ 7.940

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Projetos de autoria22 como primeiro autor · 0 viraram lei

Projetos de lei, de lei complementar e PECs apresentados de 2019 a 2026. "Primeiro autor" é quem assinou primeiro; nos demais, o deputado é coautor. Contar projetos não mede qualidade: muitos são homenagens ou datas comemorativas.

Viraram lei
0
como primeiro autor
Aprovados na Câmara
0
como primeiro autor
Em tramitação
21
como primeiro autor
Arquivados
1
como primeiro autor
Coautorias
27
1 viraram lei

Que viraram lei (autoria + coautorias)

  • PL 3780/2023 coautor

    Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 07 de dezembro de 1940 – Código Penal, para aumentar as penas cominadas aos crimes de furto e roubo. NOVA EMENTA: Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), a fim de majorar as penas previstas para os crimes de furto, roubo, receptação, receptação de animal e interrupção ou perturbação de serviço telegráfico, telefônico, informático, telemático ou de informação de utilidade pública, bem como para tipificar os crimes de recepção de animal doméstico e de fraude bancária.

Todos os 22 projetos como primeiro autor
ProjetoEmentaSituação
PL 5482/2026Altera a Lei nº 12.587, de 3 de janeiro de 2012, para estabelecer normas gerais de garantia e proteção temporal aos motoristas por aplicativos quanto à previsibilidade das condições de elegibilidade e de aceitação de veículos automotores nas categorias utilizadas como padrão comercial de segmentação de mercado pelas plataformas digitais operadoras dos serviços de transporte remunerado privado individual de passageiros.
PL 5320/2026Altera o art. 157 do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para qualificar o roubo praticado mediante destruição ou rompimento de vidro ou de outro componente de veículo automotor ocupado.
PL 5081/2026Institui o Estatuto do Profissional de Portaria e Controle de Acesso, estabelece os requisitos para o exercício das atividades, seus direitos e deveres, e dá outras providências.
PL 4902/2026Altera a Lei nº 13.022, de 8 de agosto de 2014, que dispõe sobre o Estatuto Geral das Guardas Municipais, e a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, que dispõe sobre registro, posse e comercialização de armas de fogo e munição, sobre o Sistema Nacional de Armas – Sinarm, define crimes e dá outras providências (Estatuto do Desarmamento), para fortalecer institucionalmente as Guardas Municipais, ampliar as garantias funcionais de seus integrantes ativos e aposentados, assegurar o porte funcional de arma de fogo em âmbito nacional, instituir o Fundo Municipal de Segurança Pública, criar a carteira funcional do Guarda Civil Municipal aposentado e dá outras providências.Aguardando Autorização do Despacho
PL 4807/2026Altera os arts. 33 e 40 da Lei nº 11.343, de 23 de agosto de 2006 (Lei Antidrogas), para majorar as penas do crime de tráfico ilícito de drogas, bem como elevar as frações das causas de aumento de pena, para reforçar a proteção da infância e da juventude contra o aliciamento pelo crime organizado.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 3639/2026Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para tipificar a constituição, utilização ou disponibilização fraudulenta de pessoa jurídica destinada à prática de infrações penais, e dá outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3531/2026Altera o artigo 387 do Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), e institui a Política Nacional de Reparação Prioritária às Vítimas de Infrações Penais, para fortalecer os mecanismos de reparação e restituição dos danos materiais e morais decorrentes da prática criminosa, conferindo prioridade à satisfação do crédito da vítima no âmbito da execução penal, e dá outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 2211/2026Altera a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989 (Lei da Prisão Temporária), para acrescentar a alínea “q” ao inciso III do seu artigo 1º, a fim de prever o cabimento de prisão temporária para quem pratica qualquer das condutas tipificadas como crime na Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026 (Marco Legal do Combate ao Crime Organizado no Brasil – Lei Raul Jungmann).Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Chancela)
PL 1880/2026Altera o Decreto-Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941 (Código de Processo Penal), para acrescentar o inciso XII ao seu artigo 295, e a Lei nº 14.967, de 9 de setembro de 2024 (Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras), para acrescentar o inciso IX e o parágrafo 5º ao seu art. 29, a fim de assegurar o direito à prisão especial aos profissionais de segurança privada por ato decorrente do exercício da função.
PL 6086/2025Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), a fim de aumentar as penas previstas para o crime de roubo e de roubo qualificado com resultado lesão grave ou morte (latrocínio).Tramitando em Conjunto
PL 6063/2025Altera a Lei nº 14.785, de 31 de maio de 2024, a Lei nº 12.855, de 2 de setembro de 2013, a Lei nº 13.712, de 24 de agosto de 2018, e a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para dispor sobre as Carreiras, direitos e prerrogativas da Polícia Penal Federal.Aguardando Despacho do Presidente da Câmara dos Deputados (Autorização)
PL 5692/2025Altera a Lei nº 7.960, de 21 de dezembro de 1989 (Lei da Prisão Temporária), para acrescentar a alínea “q” ao inciso III do seu artigo 1º, a fim de prever o cabimento de prisão temporária para quem promove, constitui, financia ou integra, pessoalmente ou por interposta pessoa, organização criminosa, nos termos estabelecidos na Lei 12.850, de 2 de agosto de 2013.Tramitando em Conjunto
PL 5265/2025Dispõe sobre a obrigatoriedade do procedimento de trituração e descarte de vasilhames de bebidas em recipientes de vidro, na forma que especifica, e dá outras providências.Arquivada
PL 4743/2025Dispõe sobre a proteção aos profissionais de segurança publica aposentados em situação de risco e/ou ameaça, em decorrência do exercício da função e dá outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 4210/2025Institui o Programa Nacional de Atendimento e Proteção às Vítimas de Estupro de Vulnerável – “AÇÃO PROTETIVA 360º” – e estabelece diretrizes para o atendimento humanizado, coleta e preservação de vestígios biológicos e integração dos órgãos estatais no enfrentamento desse crime.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 3075/2025Altera a Lei nº 14.967, de 9 de setembro de 2024 (Estatuto da Segurança Privada), para autorizar a utilização de armamento de calibre restrito pelos profissionais da segurança privada no exercício de suas funções.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1960/2025Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para prever o crime de atentado contra agentes e autoridades públicas e dá outras providências.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 1124/2025Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), a fim de aumentar as penas previstas para o crime de receptação e receptação qualificada.
PL 3451/2024Altera a Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984 (Lei de Execução Penal), para acrescentar parágrafo único ao Art. 61, incluir o Capítulo X ao Título III e os artigos 81-C e 81-D, a fim de definir expressamente os órgãos de segurança pública como órgãos de apoio à execução penal, assim como a necessidade de compartilhamento de dados e informações relacionadas aos direitos e deveres dos condenados e internados, além das providências imediatas necessárias à preservação dos direitos e garantias fundamentais destes e da sociedade.Aguardando Designação de Relator(a)
PL 718/2024Altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), e a Lei nº 8.072, de 25 de julho de 1990 (Lei dos Crimes Hediondos), a fim de aumentar as penas previstas para o crime de homicídio, acrescentar o artigo 121-A ao Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 (Código Penal), para estabelecer majoração específica da pena para o crime de homicídio praticado contra policiais e profissionais dos órgãos de segurança pública e incluir o tipo penal no rol dos crimes hediondos.Tramitando em Conjunto
PL 3814/2023Altera a Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003, para assegurar o direito ao porte, acautelamento e uso de arma de fogo a aposentados dos órgãos de segurança pública.Tramitando em Conjunto
PL 557/2023Institui o Piso Salarial Nacional dos Policiais Civis dos Estados da Federação.Devolvida ao(à) Autor(a)
Patrimônio declarado ao TSE2022: R$ 266.973 · 2026: R$ 980.000

Valores informados pelo próprio candidato ao registrar a candidatura. Bens costumam ser declarados pelo valor de compra, não pelo valor de mercado.

2022 · Deputado Federal (PP) · R$ 266.973 · eleito por qp
TipoDescriçãoValor
Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.veiculo HYUNDAI SANTA FÉR$ 100.000,00
Ações (inclusive as provenientes de linha telefônica)105 MIL COTAS DA DELTA UNO SERVIÇOS LTDAR$ 105.000,00
Apartamento25% DO APARTAMENTO EM TAUBATÉ R$ 59.240,11
OUTROS BENS E DIREITOSPOUPANÇA SANTANDERR$ 370,25
Título de clube e assemelhadoTÍTULO DO CLUBE INTERNACIONAL DE REGATAS SANTOS-SPR$ 2.362,50
2026 · Deputado Federal (UNIÃO) · R$ 980.000 · suplente
TipoDescriçãoValor
Veículo automotor terrestre: caminhão, automóvel, moto, etc.MITSUBISHI OUTLANDER 2015R$ 80.000,00
Dinheiro em espécie - moeda nacionalRECURSOS EM ESPECIER$ 100.000,00
Quotas ou quinhões de capitalCOTA EMPRESARIALR$ 300.000,00
Depósito bancário em conta corrente no PaísSALDOS EM CONTAS BANCARIASR$ 300.000,00
Apartamento25% APARTAMENTO EM TAUBATÉR$ 100.000,00
Quotas ou quinhões de capitalCOTAS EMPRESARIAISR$ 100.000,00
Quem éPós-Graduação · Delegado de polícia

Formação e profissão

Escolaridade declarada à Câmara: Pós-Graduação

Profissão: Delegado de polícia

Partidos

  • PP, desde 01/02/2023
  • UNIÃO, desde 29/04/2026

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Comissões e órgãos33 participações desde 2019 · 20 como titular · 2 com cargo

Comissões são grupos menores de deputados que analisam os projetos de um tema (saúde, segurança, educação…) antes do Plenário; muitos são aprovados ali mesmo. Também fazem audiências e fiscalizam o governo. CPIs investigam um fato específico; comissões especiais cuidam de uma proposta grande, como uma PEC.

Ter muitas não quer dizer trabalhar mais: os partidos distribuem as vagas, e quase todo deputado é suplente em várias. Diz mais em que temas ele está como titular e se ocupou cargos de comando.

Titular
membro efetivo, com voto em todas as decisões.
Suplente
reserva: só vota quando um titular do partido falta.
Vice-presidente
substitui o presidente quando ele não está.
ÓrgãoCargoPeríodo
Comissão de Direitos Humanos, Minorias e Igualdade RacialSuplente15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoTitular15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Indústria, Comércio e ServiçosTitular15/03/2023 – 20/06/2023
Comissão do EsporteTitular15/03/2023 – 04/02/2024
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado3º Vice-Presidente29/03/2023 – 06/03/2024
Comissão de Relações Exteriores e de Defesa NacionalTitular29/03/2023 – 04/02/2024
CPI sobre a Manipulação de Resultado em Partidas de FutebolTitular17/05/2023 – 26/09/2023
Subcomissão Permanente do Paradesporto (CESPO/SUBPADES)Titular23/08/2023 – 04/02/2024
Titular02/11/2023 – atual
Comissão do EsporteTitular06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente06/03/2024 – 31/01/2025
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoTitular06/03/2024 – 31/01/2025
Subcomissão Permanente do Paradesporto (CESPO/SUBPADES)Titular14/05/2024 – 31/01/2025
Subcomissão Permanente de Regulação de Apostas Esportivas (CESPO/SUBAPOST)Titular22/05/2024 – 31/01/2025
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoTitular18/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente18/03/2025 – 31/01/2026
Comissão de SaúdeSuplente18/03/2025 – 02/04/2025
Comissão de Ciência, Tecnologia e InovaçãoSuplente23/04/2025 – 12/08/2025
Comissão Externa para Monitorar Obras do Túnel Santos-GuarujáTitular07/05/2025 – atual
Comissão Especial da Lei de Incentivo ao Esporte (PLP 234/24)Titular08/05/2025 – atual
Comissão Especial sobre o Sistema Portuário Brasileiro (PL 0733/25)Suplente07/07/2025 – atual
Comissão de Viação e TransportesSuplente12/08/2025 – 31/01/2026
Comissão Especial sobre Regulamentação dos Trabalhadores por App (PLP 152/25)Titular26/08/2025 – atual
Comissão Especial sobre Competências Federativas em Segurança Pública (PEC 018/25)Titular03/09/2025 – atual
Comissão Especial sobre o Fundo Nacional da Igualdade Racial (PEC 027/24)Titular10/09/2025 – atual
Comissão do EsporteTitular03/02/2026 – 22/04/2026
Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime OrganizadoTitular03/02/2026 – atual
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente09/02/2026 – 07/04/2026
Subcomissão Especial da Segurança Privada e Bombeiros Civis (CSPCCO/SUBSPBC)Titular31/03/2026 – 08/04/2026
Subcomissão Especial da Segurança Privada e Bombeiros Civis (CSPCCO/SUBSPBC)1º Vice-Presidente08/04/2026 – atual
Comissão de Constituição e Justiça e de CidadaniaSuplente17/04/2026 – atual
Comissão do EsporteSuplente22/04/2026 – atual
Comissão de Legislação ParticipativaSuplente14/08/2026 – atual

Fontes: API de Dados Abertos e arquivos em massa da Câmara dos Deputados (votações, proposições, cota parlamentar); repositório de dados abertos do TSE.